Sobe a perspectiva da nota de crédito do Brasil

A notícia é boa para a economia brasileira, pelo menos dá ânimo para os investidores. A classificação da Agência de risco de crédito Moody´s, uma das principais do mundo, revisou para cima a perspectiva da nota da dívida pública brasileira.

Patrícia Auth
Patrícia Auth é jornalista formada pela Univali de Itajaí/SC. Trabalhou em impressos, como o Jornal de Santa Catarina, e também, como repórter na Rede Record e RBS TV. É casada, mãe da Lívia e adoradora de boa música e gastronomia.Na equipe EuQueroInvestir, é responsável pela produção de vídeos, e também escreve e edita artigos para o site.Entre em contato com a Patrícia pelo e-mail: patricia.auth@euqueroinvestir.com
img-capa

Foto: img-capa

Você já fez seu teste de perfil? Descubra qual seu perfil de investidor! [button color=”orange” size=”small” link=”http://www.euqueroinvestir.com/teste-de-perfil-tipo-investidor/” icon=”” target=”true” nofollow=”false”]Teste de Perfil[/button]

A nota de crédito soberano do país foi mantida dois níveis abaixo do grau de investimento (garantia de que o país não corre risco de dar calote), mas com perspectiva positiva, o que indica que a classificação pode ser alterada para cima na próxima revisão.

“A Moody’s acredita, em resumo, que os riscos negativos para o crescimento e as incertezas relacionadas ao ímpeto para reformas, que levaram à atribuição da perspectiva negativa para o rating Ba2 [dois graus abaixo do nível de investimento] em maio do ano passado, diminuíram”, destacou a Agência no comunicado encaminhado para imprensa.

No comunicado, as razões para a melhoria das perspectivas brasileiras são bem claras: o aumento da possibilidade de que o próximo governo aprove as reformas fiscais, como a da Previdência, e o crescimento melhor que o esperado no curto e no médio prazo.

Uma das formas mais eficientes de identificarmos o nosso perfil de investidor, é realizando um teste de perfil.

Você já fez seu teste de perfil? Descubra qual seu perfil de investidor! Teste de Perfil

Diante do real crescimento, mesmo que lento, da economia brasileira, a Agência de classificação de risco prevê ainda que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 2,8% este ano, ao passo que o déficit fiscal deve recuar de 7,8% para 7% neste ano.

[banner id=”teste-perfil”]