Smiles (SMLS3) aprova R$ 500 mi em dividendos; Cosan (CSAN3) atualiza leilão de ações

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)

O Conselho de Administração da Smiles (SMLS3) aprovou, nesta quinta (25), a distribuição de R$ 500 mi em dividendos intermediários.

O montante, lembra a Smiles, tem lastro nas demonstrações financeiras da companhia referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2020.

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Gol (GOLL4) aprova incorporação por acionistas da Smiles (SMLS3)

A soma corresponde a R$ 4,0270958 por ação ordinária.

Segundo a Smiles, as ações de emissão da companhia serão negociadas ex-dividendos a partir de 31 de março de 2021.

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Os dividendos intermediários, diz a Smiles em nota ao mercado, serão pagos “posteriormente, conforme data a ser definida pela diretoria, e comunicado por meio de aviso aos acionistas, com base nos dados cadastrais no Itaú Corretora de Valores.

Cosan (CSAN3): atualização sobre leilão de ações

A Cosan (CSAN3) informou que as 27.449 ações ordinárias que foram vendidas por meio do leilão em 19 de março último na B3 (B3SA3), pelo valor total de R$ 2,57 milhões, resultaram o valor de R$ 93,72  por ação da companhia.

De acordo com a Cosan, as ações vêm das frações remanescentes do processo de incorporação da Cosan Logística ((RLOG3).

O valor obtido com o leilão, informa a Cosan, será disponibilizado aos antigos acionistas da Cosan Logística S.A., titulares das frações da Cosan, nas devidas proporções, no próximo dia 29 de março.

Lupatech (LUPA3): sentença arbitral

A Lupatech (LUPA3) anunciou o recebimento de R$ 5,09 milhões de sentença arbitral contra fundo GPA.

O montante decorre de cumprimento voluntário da sentença parcial do processo arbitral em trâmite na Câmara de Arbitragem do Mercado, movido em face a GP Investments (GPIV33) e seus veículos.

“A companhia busca o ressarcimento por perdas incorridas oriundas de contingências não conhecidas das Sociedades San Antonio, e descumprimento de obrigações e quebra de declarações e garantias”, diz a Lupatech em nota.

“As obrigações e declarações são do Acordo de Investimento celebrado para a aquisição das Sociedades San Antonio pelo Grupo Lupatech em 2012.”

A Lupatech comunicou ainda que recebeu da Petrobras (PETR4) informação sobre o reajuste de 28,95% no valor global do contrato de fornecimento de cabos de poliéster para ancoragem.

“A companhia reitera que o valor global do contrato, antes do reajuste, era de R$ 82,64 milhões e que se trata de contrato de fornecimento, sem obrigação de compras pelo cliente, válido pelo prazo de 2 anos e renovável por até 2 anos adicionais”, anota a companhia.

 

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