Sergio Moro: ‘Espero que STF ou CNJ corrija falhas no juiz de garantias’

Sabrina Oliveira
null

Crédito: Lula Marques/Agência PT

Sergio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública, diz que precisa abordar o que considera “sérios problemas técnicos”, como juiz de garantia, medida adotada pelos parlamentares em um pacote anticrime, criada por ele mesmo e mantido por Bolsonaro. Moro também disse em entrevista ao Estadão que, apesar de alertar a Câmara, muitas questões permanecem em aberto, indicando falta de debate. “Espero que o STF (Supremo Tribunal Federal) ou o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) possa corrigir esses problemas.” As informações são do Estadão.

A nomeação do juiz de garantias, que foi apelidado de medida “anti-moro”, foi um dos contratempos em seu primeiro ano como ministro – incluindo a transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o portfólio econômico e as derrotas, no projeto de abuso de autoridade. Para Moro, isso faz parte do processo político. “Sempre que uma fatura é enviada, existe a possibilidade de ser rejeitada no todo ou em parte”, disse.

Para 2020, Moro pretende usar o capital político de ministro mais popular de Bolsonaro e espera contar com o Congresso para reverter falhas judiciais,  como por decisões do judiciário, como uma mudança no entendimento da Suprema Corte sobre o momento da sentença de um condenado. “No campo legislativo, por exemplo, queremos ajudar o Parlamento, no que for possível, a restabelecer a execução criminal a partir da condenação em segunda instância”, disse Moro sobre uma das principais bandeiras da Lava Jato.

Sua carteira de investimentos está preparada para aproveitar a retomada de crescimento do Brasil? Essa pode ser a oportunidade da sua vida!

Deixe seus dados abaixo e nossa equipe entrará em contato para lhe ajudar.

Ou se preferir, ligue direto para 4007-2374.