Ser (SEER3) aprova encerramento de programa de recompra de ações e abre um novo

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Divulgação

A Ser (SEER3) aprovou o encerramento antecipado do atual programa de recompra de ações e abriu um novo programa.

O objetivo da companhia na execução do Programa de Recompra é a aplicação de recursos disponíveis na aquisição de ações ordinárias de emissão da Companhia em bolsa de valores, a preços de mercado, sem redução do capital social da Ser para permanência em tesouraria, posterior cancelamento ou ainda, eventual realocação das ações para serem destinadas a quaisquer outros planos aprovados pela Assembleia Geral da Companhia.

A Ser entende que o Programa de Recompra permitirá incrementar a geração de valor para os seus acionistas.

Conforme a última posição acionária disponível, a Companhia possui 54.338.307 ações ordinárias.

A Ser poderá adquirir, a seu exclusivo critério, até 4.939.840 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, de emissão da Companhia, correspondentes a até 3,8376% do total de ações de emissão da Companhia e até 9,09% das Ações em Circulação.

O prazo máximo para a realização da recompra de ações é de 12 meses, encerrando-se em 13 de janeiro de 2023

Minerva (BEEF3) começa estudos para listar ações no exterior

O Conselho Administrativo da Minerva (BEEF3) aprovou que se iniciem estudos para potencial processo de redomiciliação, que poderá resultar na migração da base acionária para a sociedade a ser constituída no exterior, com listagem das ações no mercado estrangeiro.

“Assim, após os estudos, caso a companhia decida efetivamente seguir com o processo, todas as informações pertinentes serão tempestivamente divulgadas aos seus acionistas e ao mercado”, diz a Minerva.

Bahema Educação (BAHI3) realiza emissão de notas comerciais

A Bahema Educação informou que realizou nesta quinta-feira (13) emissão das notas comerciais escriturais por sua controlada Bahema Educação RJ no âmbito do Termo da 1ª Emissão de Notas Comerciais, em série única, para distribuição pública com esforços restritos da BRJ, as quais foram distribuídas sob o regime de garantia firme de colocação da totalidade das Notas Comerciais Escriturais, com a intermediação do Banco Itaú BBA S.A.

Consequentemente, houve também a liquidação financeira no valor total da emissão, ou seja, R$ 75 milhões.

As notas comerciais escriturais contarão com o aval prestado pela companhia e por sua controlada centro de formação de educadores da Vila Ltda.

Lavvi (LAVV3) lança R$ 1,2 bilhão em 2021

A Lavvi Empreendimentos Imobiliários (LAVV3) comunicou a prévia de seus resultados operacionais do 4º trimestree ano de 2021 (4T21). Os resultados operacionais apresentados estão sujeitos à revisão da auditoria.

A empresa registrou lançamentos: R$ 211 milhões no 4T21, representados pelo Grand Vitrali. No ano, os lançamentos somaram R$ 1,2 bilhão.

As vendas líquidas foram de R$ 155 milhões no 4T21. Em 2021, as vendas totalizaram R$ 942milhões, 120% superior a 2020.

O VSO (vendas sobre oferta) somou 22% no 4T21, e de 49% no lançamento. No ano, a VSO de lançamentos foi de 63%, enquanto a de estoque foi de 66%.

Banco PAN (BPAN4) tem mudança acionária relevante

O Banco PAN S.A. (BPAN4) comunicou que recebeu nesta quinta-feira (13) correspondência do acionista controlador Banco BTG Pactual (BPAC11), informando que passou a deter 222.416.597 de ações preferenciais da companhia. Ou seja, representando 40,62% do total das ações preferenciais do Banco PAN.

A posição não altera a composição de controle exercido pelo BTG ou a estrutura administrativa da companhia.

Considerando também as ações ordinárias do Banco PAN detidas pelo BTG Pactual, sua participação total alcançou 73,02 %.