Mercado considera inevitável alta maior e imediata da Selic; veja mais notícias

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: governo-jornais

Mesmo com o cenário caótico na Saúde e com a retomada da atividade econômica fraca, economistas e especialistas do mercado consideram cada vez mais inevitável a necessidade de o Banco Central aumentar a Selic rapidamente, e de maneira mais efetiva, conforme informou o jornal Valor.

Acredita-se em alta de 0,5 ponto na próxima reunião do Copom e entrou no radar até mesmo a possibilidade de zerar os estímulos a Selic aos 6%.

Redução da Selic teve efeito limitado sobre a dívida

Apesar de contribuir para menores despesas do país com juros, a diminuição da Selic no governo Bolsonaro não gerou um efeito tão forte na dívida como na gestão do então presidente Michel Temer (MDB) —entre maio de 2016 e dezembro de 2018, segundo reportagem da Folha de S.Paulo.

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A Selic caiu para menos da metade durante o governo Temer (de 14,25% para 6,5%), enquanto o custo médio da dívida pública federal retraiu 4,39 pontos percentuais (para 9,86% ao ano). Já Bolsonaro viu um cair Selic para menos de um terço do valor original (de 6,5% para 2%), entretanto o custo da dívida caiu apenas 1,57 ponto percentual (para 8,29% ao ano em janeiro).

Estrangeiro tira R$ 1,48 bi da Bolsa em março

O investidor estrangeiro retirou R$ 1,480 bilhões da B3 (B3SA3) neste mês, resultado de R$ 42,454 bilhões em compras e R$ 43,935 bilhões em vendas, segundo reportagem do Valor.

No acumulado do ano, o saldo líquido segue positivo em R$ 15,291 bilhões.

Varejo espera vendas mais fracas em março

O avanço da pandemia e o ritmo lento de vacinação, que colocaram boa parte do país de volta à severas restrições de mobilidade, reduz as expectativas de uma retomada paulatina de vendas nas redes de varejo.

Nos dois primeiros meses de 2021, as vendas vinham em leve recuperação em áreas como moda e calçados, mas com o fechamento de lojas nas próximas semanas, o desempenho do trimestre fica comprometido, segundo reportagem do Valor.

Sem ajuda, setor de serviços teme quebradeira e desemprego

Com reservas financeiras exauridas e caixa à míngua, principalmente no setor de serviços — que responde por 70% do PIB do país — companhias e especialistas afirmam que, sem o retorno de medidas de socorro, haverá disparada no desemprego e no fechamento de negócios, conforme informou a Folha de S.Paulo.

Consumo de alimentos por mais carentes sobe 8% em 2020

No ano passado, o volume de itens consumidos dentro dos domicílios de todas as faixas de renda aumentou 4% na comparação com 2019. Mas, entre as camadas de menor renda, as classes D e E, a alta foi de 8%, mostra pesquisa exclusiva da consultoria Kantar.

Esse crescimento se deve ao auxílio emergencial implementado em função da pandemia de Covid-19. As informações são do Estadão.

Governadores preparam ‘pacto nacional’ contra vírus

Governadores de pelo menos 22 Estados preparam um “pacto nacional” com medidas conjuntas para enfrentamento da Covid-19 no Brasil. A ideia é promover medidas restritivas idênticas e simultâneas. A iniciativa ocorre em meio a recordes no número de mortes e ao colapso do sistema de saúde em várias regiões.

Os governadores cobram ainda o Ministério da Saúde pela falta de vacinas e tentam forçar Brasília a facilitar negociações diretas entre Estados e laboratórios. As informações são do Valor.

EUA veem em ameaça global em piora da pandemia no Brasil

A imprensa americana caracterizou com uma ameaça para o mundo, a situação atual da pandemia no Brasil, ecoando a preocupação de cientistas, autoridades da área de saúde e do governo americano sobre os efeitos do descontrole da disseminação de uma nova variante do Sars-CoV-2 no País, segundo reportagem do Estadão.

Atualização Covid-19 

O Brasil teve 1.086 óbitos confirmados por Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de vítimas a 265.411. Os novos casos positivados foram 80.508, de um total de 11.019.344 milhões.