Pedidos de seguro-desemprego nos EUA ficam em 375 mil, em linha com projeção

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

Os novos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos ficaram em 375 mil, exatamente como previa o mercado, com desaceleração em relação à semana anterior (387 mil revisados de 385 mil). É a terceira semana seguida de queda no indicador.

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Reprodução/Departamento de Trabalho EUA

A média móvel de quatro semanas foi de 396,250 mil, um aumento de 1,750 mil em relação à média revisada da semana anterior.

A taxa de desemprego, ajustada sazonalmente, foi de 2,1% na semana encerrada em 31 de julho, com queda de 0,1% em relação à semana anterior.

Este é o nível mais baixo de pedidos de seguro-desemprego desde 14 de março de 2020.

As informações são do Departamento de Trabalho dos EUA. E se juntam aos bons dados do mercado de trabalho americano revelados pelo payroll e pelo relatório Jolts, ambos com leituras acima da expectativa.

Vale lembrar que a recuperação do mercado de trabalho é item essencial na decisão do Federal Reserve (Fed), banco central americano, para rever sua política monetária de estímulos. O tapering (retirada dos estímulos) é aguardado para os próximos meses e a subida de juros mais cedo do que o inicialmente projetado (2023) é uma aposta do mercado.