Santander (SANB11) paga JCP; Weg (WEGE3) distribui dividendos

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Reprodução/Wikipedia

O Santander (SANB3 SANB4 SANB11) aprovou nesta terça-feira (27) a distribuição de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), no montante bruto de R$ 3,400 bilhões. Após Imposto de Renda, o valor líquido passa a ser de R$ 2,890 bilhões.

O valor líquido por ação ordinária (SANB3) é de R$ 0,36893819697; o valor líquido por preferencial (SANB4), de R$ 0,40583201667;e o por unit (SANB11), R$ 0,77477021364.

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Farão jus aos JCP os acionistas da base acionária no final do dia 4 de agosto de 2021. Dessa forma, a partir do dia seguinte, 5 de agosto de 2021, as ações serão negociadas “Ex-Juros Sobre Capital Próprio”.

Os JCP serão pagos a partir de 3 de setembro de 2021, e imputados integralmente aos dividendos obrigatórios a serem distribuídos referentes ao exercício de 2021, sem nenhuma remuneração a título de atualização monetária.

Santander tem novo presidente do Conselho

O Santander também informou hoje que Sérgio Rial assumirá a presidência do Conselho de Administração, a partir de 1º de janeiro de 2022 e, assim, deixará sua posição de Diretor Presidente da companhia em 31 de dezembro de 2021.

Rial permanece no Conselho do Grupo Santander na Espanha, e mantém sua posição de chairman no Brasil.

O atual presidente do Conselho de Administração, Álvaro de Souza, deixa o cargo e permanece como membro independente do Conselho do Grupo Santander na Espanha.

Na dança das cadeiras, o futuro Diretor Presidente, que sucede Rial, será o atual Vice-Presidente da área de empresas, Mario Roberto Opice Leão. Ele assume a Presidência Executiva também no primeiro dia de 2022. Adicionalmente, Leão será indicado para uma vaga no Conselho de Administração.

Para o Conselho de Administração, serão ainda indicados o atual Vice-Presidente & CFO do Banco, Angel Santodomingo, e Alberto Monteiro, atual Vice-Presidente de Wealth Management, ambos membros do Comitê Executivo do Santander. Suas posições executivas dentro do Comitê Executivo permanecem inalteradas.

Weg (WEGE3) aprova pagamento de dividendos intermediários

O Conselho de Administração da Weg (WEGE3) aprovou pagamento de dividendos intermediários no valor total de aproximadamente R$ 663,691 milhões.

Tal montante corresponde a R$ 0,158175000 por ação, aos titulares de ações em 30 de julho de 2021. De 2 de agosto de 2021 em diante, as ações serão negociadas “ex-dividendos intermediários”.

O pagamento do dividendo intermediário, bem como dos JCP declarados em março e junho de 2021, ocorrerá em 11 de agosto de 2021.

Viveo volta a avaliar a possibilidade de realizar um IPO no Brasil

A CM Hospitalar, ou Viveo, informou hoje que está avaliando a possibilidade de realizar uma oferta pública de distribuição primária e secundária de ações, com esforços restritos de colocação no Brasil.

A empresa ressalta que “a potencial oferta restrita está sujeita, entre outros fatores, à obtenção das aprovações necessárias, incluindo as respectivas aprovações societárias, às condições favoráveis dos mercado de capitais brasileiro e internacional, às condições políticas e macroeconômicas favoráveis, ao interesse de investidores, dentre outros fatores alheios à vontade da companhia”.

Portanto, ainda não há qualquer definição sobre a efetiva realização da oferta, o volume a ser captado, o preço por ação e seus demais termos e condições.

Suzano (SUZB3) conclui resgate de notes

A Suzano (SUZB3) concluiu o resgate da totalidade das 5,250% Notes de sua emissão, com vencimento em 2024. O valor total da operação ficou em US$ 352,793 milhões.

“Com a conclusão do Resgate das Notes 2024”, informa a empresa, “a Suzano segue aprimorando o cronograma de amortização de sua dívida a custo competitivo, em linha com sua estratégia de liability management, tendo utilizado como fonte de recursos para as operações a emissão do Sustainability-linked bond“.

BR Properties (BRPR3) fecha acordo com a BMX no valor de R$ 28 milhões

A BR Properties (BRPR3) celebrou acordo com BMX para a aquisição de três edifícios comerciais destinados à ocupação de varejo (restaurantes e outros serviços), que compõem o Complexo Parque da Cidade, localizado na capital paulista.

A aquisição tem área bruta locável (ABL) de 2.286 metros quadrados, ao preço total de R$ 28 milhões.

A conclusão da aquisição está sujeita a superação de determinadas condições resolutivas, ressalta a BR Properties.

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