Rumo (RAIL3) entra na carteira de julho da Terra

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Divulgação/ Rumo

A Terra Investimentos propôs apenas uma troca em sua carteira mensal para julho, em relação a junho. Sai Pão de Açúcar (PCAR3) e entra Rumo (RAIL3). Os outro nove ativos seguem os mesmos: B3 (B3SA3), Bradesco (BBDC4), Gerdau (GGBR4), JBS (JBSS3), Magazine Luiza (MGLU3), Petrobras (PETR4), telefonica (VIVT4), Klabin (KLBN11) e Vale (VALE3).

De todos os ativos, apenas o da JBS (JBSS3) teve desempenho negativo em junho, com menos 3,73%. Pão de Açúcar (PCAR3), que saiu, conseguiu mais 12,70%.

O grande vencedor do mês foi o papel da B3 (B3SA3), com mais 20,95%.

Ferramenta ajuda na escolha de suas ações de acordo com balanços

Assim, a carteira mensal da Terra conseguiu alta de 8,53%.

Entretanto, ficou abaixo dos 8,76% do Ibovespa no período.

Na comparação anual, o índice de referência, apesar de depreciado, também vence da Terra, com menos 17,80% contra menos 25,17%.

Porém, nos 12 meses anteriores, a Terra tem menos 2,79%, ficando com performance melhor do que o Ibovespa, que caiu 5,85%.

Terra justifica entrada da Rumo

Para a saída do Pão de Açúcar (PCAR3), os analistas argumentaram que ainda visualizam “bons números para a companhia, entretanto, optamos em retirar de nossa carteira recomendada do mês de julho, por suas ações já terem apresentado forte crescimento”.

O preço alvo é de R$ 100,00 por ação para 12 meses.

Já a entrada da Rumo (RAIL3), vale “por acreditar que suas ações estão demasiadamente depreciados, haja vista que o cenário aponta para a contínua melhora para o setor agrícola, que é o principal produto transportado pela companhia”.

“Vale destacar”, de acordo com a Terra, “que as colheitas por grãos continuam surpreendendo e a perspectiva para o ano que vem é de recordes, além disso, com o real depreciado acaba estimulando os produtores a exportarem”.

O preço alvo é de R$ 29,00 por ação para 12 meses.

Small Caps

Na carteira de Small Caps, a Terra manteve os dez ativos de junho.

“Acreditamos que a diversificação é bastante valiosa, principalmente nesse momento de incerteza e grande volatilidade”, diz a empresa. “Vale salientar que investimento em ações são para investidores com perfil de maior risco, principalmente em empresas menores”.

Fazem parte da carteira a AES Tietê (TEIT11), Alupar (ALUP11), Fleury (FLRY3), Hermes Pardini (PARD3), Linx (LINX3), Minerva (BEEF3), Movida (MOVI3), Sanepar (SAPR11), SLC (SLCE3) e Trisul (TRIS3).

No comparativo com índices de referência, a carteira de Small Caps da Terra rendeu 13,21% no mês, contra os 14,43% do SMLL.

No ano, a perda dos sugeridos pela Terra é de 26,18%, contra perdas de 14,54% do íncide SMLL.