Robô no comando: fundo gerido por algoritmos quer ser opção para êxodo da poupança

Juliana Gusmão
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Crédito: Imagem/reprodução/dumoney

Entre as novidades para atrair o investidor atordoado com a perda de investimentos após a queda da taxa básica de juros, a Selic (5%), estão os fundos controlados por algoritmos, também conhecidos como fundos quantitativos.

Nessa modalidade, quem assume a gestão são os robôs. Portanto, o  objetivo seria permitir decisões amparadas em um volume maior de informações, e em modelos matemáticos, afastando erros e vieses humanos nas escolhas de ativos.

Além de outras vantagens como a possibilidade de testar as teses de investimentos em cenários passados e a descorrelação frente a outros fundos de investimento. Foi o que explicou Alexandre Bossi, para o Valor Investe. Bossi  é um dos sócios-fundadores da gestora paulistana Pandhora.

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Pandhora FIC FIM

Em 2016 a empresa criou o Pandhora FIC FIM., distribuído por BTG Pactual, Órama, Genial, Banco Inter e SulAmérica. Porém, em breve, será lançada uma plataforma digital pela própria Pandhora.

O carro-chefe da empresa especializada em fundos quantitativos, ou sistemáticos, como são chamados, é um alimentador de um fundo no exterior e tem dois diferenciais.

Embora seja um produto de renda variável, tem como referência superar um índice de renda fixa, o CDI. Ele acompanha de perto o desempenho da taxa Selic.