Reino Unido limita participação da Huawei em redes móveis 5G no país

Paulo Amaral
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Crédito: Reprodução/AFP

O primeiro-ministro Boris Johnson não cedeu às pressões dos Estados Unidos e permitirá, com limitações, a participação da Huawei nas futuras redes móveis 5G no país.

De acordo com Johnson, os fornecedores de “alto risco” não poderão ter proximidade com áreas sensíveis, como instalações nucleares e bases militares.

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À Agência Reuters, Victor Zhang, vice-presidente da gigante chinesa, admitiu que gostou bastante dos termos do acordo com o Reino Unido.

“A Huawei está tranquilizada pela confirmação do governo do Reino Unido de que podemos continuar trabalhando com nossos clientes para manter o lançamento do 5G nos trilhos”.

O executivo acrescentou ainda que “essa decisão baseada em evidências resultará em uma infra-estrutura de telecomunicações mais avançada, mais segura e com melhor relação custo-benefício, adequada para o futuro. Dá ao Reino Unido acesso à tecnologia líder mundial e garante um mercado competitivo”.

Trump não gostou

Quem não ficou nada feliz com tal decisão foi o presidente norte-americano Donald Trump, que já baniu a Huawei dos Estados Unidos por temer espionagem e por acusar a empresa de ser ligada ao partido comunista da China.

Trump já avisou que, se o Reino Unido permitir a entrada da Huawei, os Estados Unidos poderão reduzir sua cooperação com agências de inteligência.

Nicky Morgan, secretária de Comunicações do governo britânico, não pareceu muito preocupada com a reprovação dos Estados Unidos e afirmou que “esta é uma solução específica do Reino Unido por razões específicas do Reino Unido e a decisão lida com os desafios que enfrentamos no momento”.

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