Reforma tributária terá comissão em fevereiro, diz Maia

Tatiane Lima
Jornalista, redatora sênior. Tecnóloga em Recursos Humanos e MBA em Comunicação e Marketing. Apaixonada por empreendedorismo criativo. Atuei nos três setores, com hard news, jornalismo on, off e redação publicitária.
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Crédito: Tomaz Silva/ Agência Brasil

Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a pauta da reforma tributária deverá contar com a instalação da comissão mista na primeira semana de fevereiro. Para ele, o tema da tributária, juntamente com a discussão da proposta de reforma administrativa, deve ser priorizado pela Casa. Assim, o prazo para a abertura dos trabalhos contempla o retorno dos deputados do recesso, no início do próximo mês.

Após encontro com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na noite de quarta-feira (22), Maia confirmou a agenda à imprensa. A reunião com Campos Neto ocorreu na residência oficial do líder da Câmara. Porém, ao ser questionado sobre os outros 15 projetos em tramitação, que prevalecem aos interesses do governo, preferiu não comentar. O posicionamento de Maia é uma reação à lista organizada pelo ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. Isso porque quase metade dos assuntos prioritários para a gestão do presidente Jair Bolsonaro, 15 de 32, estão na Câmara.

A nova comissão mista da reforma tributária

Além disso, Maia contou que também espera pela volta do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Com o retorno, ambos poderão discutir e definir os detalhes para o estabelecimento da comissão da reforma tributária. Antes do encerramento das atividades, Alcolumbre apresentou a composição da comissão mista, formada por 15 deputados e 15 senadores. O objetivo da mescla entre os parlamentares é a conciliação entre as propostas do Senado, Câmara e governo. Sendo que os projetos governamentais ainda não foram enviados para o Congresso.

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Portanto, a expectativa é de que a nova comissão possa agilizar o andamento dos trabalhos do Senado e da Câmara. A fim de que a tramitação da proposta seja viabilizada. Apesar da nova frente, a Comissão Especial da Reforma Tributária já existente na Câmara poderá continuar operando sem prejuízo.