Reforma trabalhista faz arrecadação de sindicatos cair 88% em quatro meses

Patrícia Auth
Patrícia Auth é jornalista formada pela Univali de Itajaí/SC. Trabalhou em impressos, como o Jornal de Santa Catarina, e também, como repórter na Rede Record e RBS TV. É casada, mãe da Lívia e adoradora de boa música e gastronomia.Na equipe EuQueroInvestir, é responsável pela produção de vídeos, e também escreve e edita artigos para o site.Entre em contato com a Patrícia pelo e-mail: patricia.auth@euqueroinvestir.com

Fragilidade é a palavra que define a atual situação dos sindicatos brasileiros. Nos quatro primeiros meses de 2018, a arrecadação caiu 88%, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O motivo da crise é fácil de ser explicado: reforma trabalhista.

[box type=”info” align=”” class=”” width=””]Com a nova legislação, que entrou em vigor em novembro do ano passado, a cessão obrigatória do equivalente a um dia de trabalho foi extinta. Antes, o valor era repassado para os sindicatos, centrais e federações que representam cada categoria. Agora, a contribuição é voluntária. Ou seja, a empresa só pode descontar se o funcionário fizer uma autorização por escrito. [/box]

O MTE divulgou que, em abril de 2018, o total arrecadado foi de R$102,5 milhões. O valor representa 90% a menos do que em abril de 2017.

Para driblar a crise, lideranças sindicais têm tentado ser mais atuantes para conquistar novos associados, e por consequência, arrecadar mais recursos. Depois da reforma trabalhista, é comum ver mobilizações sindicais em portas de fábrica, por exemplo.

Luta pela sobrevivência

Sem dinheiro, sindicatos e federações estão cortando custos em todos os lados: diminuíram quantidade de funcionários, fecharam subsedes, optaram por vender carros e andar de ônibus e passaram a alugar imóveis, ao invés de comprar.

O lado bom da crise é que com a atuação maior dos sindicatos junto aos trabalhadores, aumentou o número de associados. No sindicato que representa a construção civil de São Paulo (Sintracon), por exemplo, o número de filiados em dezembro de 2017 era de 19 mil. Em abril de 2018 passou para 69 mil associados.

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“O trabalho de campo foi ampliado. Nós colocamos parte da equipe para ir até o canteiro de obras, para ouvir as reclamações e reivindicações da categoria”, explica Antonio de Sousa Ramalho, presidente do Sintracon.

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