Receita: arrecadação federal acelera e atinge R$ 138 bilhões em março

Paulo Amaral
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Receita Federal informou nesta terça (20) que a arrecadação de impostos, contribuições e outras receitas federais “explodiu” em março.

De acordo com o órgão, a soma total das contribuições chegou a R$ 137,932 bilhões, valor recorde para o mês, e bem maior do que a do mesmo período de 2020: R$ 116,410 bilhões.

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Descontada a inflação, o total registrou aumento real de 18,49%. Os valores foram corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Sem impacto da segunda onda

A arrecadação federal registrou recorde para o mês porque não foi impactada pela segunda onda do coronavírus.

Como a pandemia começou a afetar mais dramaticamente a economia em fevereiro, os possíveis reflexos serão sentidos somente em abril.

De acordo com a Receita Federal, os valores foram influenciados por “recolhimentos atípicos”. Entre eles, que somaram quase R$ 4 bi, estão Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL).

Receita diz que arrecadação no ano está perto de R$ 450 bi

De janeiro a março a soma da arrecadação federal se aproximou dos R$ 450 bilhões.

Segundo a receita federal, nos três primeiros meses o total somou R$ 445,900 bilhões, com alta real de 5,64% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Para o ministro Paulo Guedes, isso é prova de que a economia do País está se recuperando.

“Estamos observando que os índices de atividades econômica do BC vieram bem acima do esperado, mostrando recuperação em todos setores, até mesmo o comércio superando a fase pré-pandemia. E índices de emprego formal mostram que o Brasil se levantou. Foi derrubado pela pandemia, mas se recuperou”.

O ministro da Economia voltou a afirmar que o aumento do ritmo de vacinação vai permitir um retorno seguro ao trabalho.

“A melhor política fiscal [para as contas públicas] é vacina, vacina e vacina. Porque temos de garantir o retorno seguro ao trabalho da população brasileira. É possível que haja um impacto da segunda onda”, concluiu.

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