FII Rio Bravo (RCRB11) adquire imóvel na Avenida Paulista

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O fundo imobiliário Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) comprou imóvel na Avenida Paulista, no valor de R$ 67 milhões e o pagamento será realizado em 3 parcelas. A gestora estima que os rendimentos sejam mantidos em R$ 0,72 por cota até a conclusão da emissão de cotas.

Ontem (17), foi realizado o pagamento da primeira parcela no total de R$ 22.333.334,00. Os demais pagamentos serão efetuados no dia 03 de março e 03 de abril, no valor de R$ 22.333.333.

Segundo comunicado, “A Rio Bravo deverá propor aos cotistas do Fundo a realização de nova emissão de cotas para a realização do pagamento do Imóvel e do posterior retrofit”.

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O imóvel está totalmente vago e passará por processo de modernização para ganhar competitividade e oferecer maior comodidade aos locatários, o que dever ser refletido em alugueis mais caros e condizentes com a região.

Segundo a Rio Bravo, a reforma será realizada pela Etoile Negócios Imobiliários, “empresa com expertise e qualidade reconhecida nas áreas de incorporação imobiliária e venda de imóveis”. A reforma do imóvel deve ser concluída até o final deste ano.

Com isso, a administração do fundo espera obter o ganho de capital no longo prazo com a modernização e valorização do imóvel.

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A compra vai de encontro com a estratégia de investimento do fundo em se expor mais a cidade de São Paulo, em regiões nobres e performadas, com alto padrão construtivo e inquilinos de primeira linha.

O fundo passou “a ser proprietário de 37.517,06 m² de ABL e a ter 92,6% de exposição do portfólio no eixo Vila Madalena/Paulista/Faria Lima/Vila Olímpia/Berrini, que são regiões consolidadas no mercado corporativo de São Paulo e apresentam baixos índices de vacância, o que possibilita maior poder de barganha ao Fundo e mais resiliência em períodos de crise”.