Raízen contrata bancos para fazer IPO

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Raízen /Divulgação

A Raízen, joint venture entre Cosan e Shell, contratou bancos para coordenar seu IPO (Oferta Pública Inicial), de acordo com a agência Reuters.

Foram contratados BTG Pactual, Bank of America, Citi e Credit Suisse.

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A empresa, que faturou R$ 120 bilhões no exercício fiscal de 2020, havia começado a prospectar os potenciais coordenadores no início de março.

Na abertura de capital a expectativa é de levantar em torno de R$ 13 bilhões.

Fontes disseram à agência que a Raízen pode sair do IPO avaliada em mais de R$ 100 bilhões.

Outros bancos ainda podem entrar na coordenação do negócio, que deve ser um dos maiores do ano.

Oi (OIBR4) começa a operar fibra óptica em São Paulo

A Oi (OIBR4) anunciou na segunda-feira (29) o lançamento do seu serviço de FTTH (sigla em inglês para fibra óptica até a casa do cliente) no Estado de São Paulo no segundo trimestre deste ano, tanto para clientes residenciais quanto para empresas, segundo o Valor Econômico.

Assim, a Oi vai enfrentar diretamente sua principal concorrente no segmento, a Telefônica Brasil (VIVT4).

A rede óptica da Oi em São Paulo tem 5,2 mil quilômetros. Ela foi formada a partir da incorporação de redes de Pegasus Telecom e Metrored e está voltada para o atendimento a clientes corporativos.

A Oi tem quer alcançar ainda este ano 400 mil domicílios cobertos (com serviço de FTTH disponível para contratação).

A operadora estima que possa ampliar essa cobertura para dois milhões de lares em 2022.

BB (BBAS3): governo troca quatro conselheiros

Quatro membros do conselho de administração do Banco do Brasil (BBAS3) não serão reconduzidos ao cargo, de acordo com decisão do governo federal.

O movimento, que vem após a substituição de André Brandão do comando do banco, teve como objetivo evitar um novo desgaste, já que alguns conselheiros haviam indicado que

renunciariam em sinal de descontentamento. Mas a manobra pode não surtir efeito.

O Valor apurou que o conselho pode sofrer baixas nos próximos dias. Ou seja, antes mesmo que os conselheiros esperem a eleição dos substitutos na assembleia marcada para 28 de abril.

Há ainda a possibilidade de divulgarem novo manifesto com críticas à sucessão de Brandão.

De acordo com a proposta apresentada ontem, o presidente do conselho de administração do BB, Hélio Magalhães, não será reconduzido. O executivo havia sido indicado ao cargo no início do governo de Jair Bolsonaro.

José Guimarães Monforte, Fábio Barbosa (exvice-presidente do banco) e o próprio Bandão também serão substituídos.

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