Radar traz troca de CEO do BB (BBAS3) e mais balanços da safra de resultados

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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No Radar Corporativo desta sexta-feira (19) destaque para o Banco do Brasil (BBAS3), por conta do anúncio de renúncia do seu presidente, André Brandão, oficializado por meio de fato relevante.

Assume o BB o executivo Fausto Ribeiro, atual presidente da BB Administradora de Consórcios. Brandão deixa o cargo em meio à crescente pressão política, que mês passado gerou a saída de Roberto Castello Branco da presidência da Petrobras (PETR3 PETR4).

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Entre os balanços, segue a temporada de divulgações do quarto trimestre.

A Even (EVEN3) registrou um prejuízo líquido de R$ 89,27 milhões no quarto trimestre de 2020, revertendo lucro líquido de R$ 30,58 milhões de um ano antes e ficando abaixo do consenso.

A Cyrela (CYRE3) atingiu lucro líquido de R$ 261 milhões no quarto trimestre de 2020, 75,1% maior do que os R$ 149 milhões dos últimos meses de 2019.

Enquanto isso, a Cury (CURY3) reportou um lucro líquido de R$ 74,4 milhões, alta de 11,9% sobre o mesmo período de 2019.

Por sua vez, a C&A (CEAB3) apresentou no quarto trimestre de 2020 um lucro líquido pró-forma de R$ 116,3 milhões, redução de 41,9% na comparação anual, mas acima do consenso

A Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido de R$ 94,3 milhões no quarto trimestre de 2020, redução de 55,2% na comparação com o mesmo período de 2019 e desempenho abaixo do consenso.

Já a Tecnisa (TCSA3) reportou um prejuízo líquido de R$ 30,69 milhões no quarto trimestre de 2020, queda de 48,5% sobre o prejuízo de R$ 59,62 milhões do mesmo período de 2019.

E a Light (LIGT3) reportou lucro líquido de R$ 235 milhões no quarto trimestre de 2020, revertendo o prejuízo registrado em igual período de 2019.

Por fim, anuciaram proventos Telefônica Vivo (VIVT3)Itaúsa (ITSA3 ITSA4).

Veja agora a cobertura na íntegra.

O que você verá neste artigo:

Balanços

Embraer (EMBR3) reporta prejuízo líquido de R$ 70,2 mi no 4TRI20

A Embraer (EMBR3) reportou nesta sexta-feira prejuízo líquido de R$ 70,2 milhões no quarto trimestre de 2020. O valor é melhor do que o prejuízo de R$ 383,6 milhões no mesmo período de 2019.

Na base anual, o prejuízo líquido ajustado da empresa subiu de R$ 862,7 milhões em 2019 para R$ 2,37 bilhões em 2020.

Cyrela (CYRE3) tem alta de 75% no lucro líquido do 4TRI20

A Cyrela (CYRE3) atingiu lucro líquido de R$ 261 milhões no quarto trimestre de 2020, 75,1% maior do que os R$ 149 milhões dos últimos meses de 2019.

No ano, o lucro líquido da empresa multiplicou por três vezes: o crescimento foi de 323,3%. Assim, o indicador passou de R$ 416 milhões em 2019 para R$ 1,76 bilhão em 2020.

Companhia suspende lançamentos, mas mantém metas para 2021

A Cyrela irá suspender temporariamente os lançamentos neste pior momento da crise de covid-19. Apesar disso, segundo o diretor financeiro e de relações com investidores, Miguel Mickelberg, as metas do Valor Geral de Vendas (VGV) a ser lançado e comercializado, neste ano, estão mantidas.

Cury (CURY3) registra lucro de R$ 74,4 mi no 4TRI, alta de 11,9%

A Cury (CURY3) reportou um lucro líquido de R$ 74,4 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 11,9% sobre o mesmo período de 2019.

No acumulado de 2020, a companhia registrou um lucro líquido de R$ 190 milhões, queda de 6,9% sobre 2019.

Tecnisa (TCSA3) registra prejuízo de R$ 30,69 milhões no 4TRI

A Tecnisa (TCSA3) reportou um prejuízo líquido de R$ 30,69 milhões no quarto trimestre de 2020. Os números refletem uma queda de 48,5% sobre o prejuízo de R$ 59,62 milhões do mesmo período de 2019.

No acumulado do ano, a companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 164,85 milhões ante um prejuízo de R$ 257,91 milhões em 2019.

C&A (CEAB3) tem queda de 41,9% no lucro líquido do 4TRI20

A C&A (CEAB3) apresentou no quarto trimestre de 2020 um lucro líquido pró-forma de R$ 116,3 milhões, redução de 41,9% em relação ao 4T19.

A margem líquida pró-forma foi 6,7% reduzindo 4,8 p.p.

No ano de 2020, o prejuízo líquido pró-forma da C&A foi de R$ 131 milhões com margem líquida pró-forma negativa de 3,2%.

Hapvida (HAPV3) tem queda de 55,2% no lucro do 4TRI 

A Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido de R$ 94,3 milhões no quarto trimestre de 2020, redução de 55,2% na comparação com o mesmo período de 2019.

O Ebitda avançou 15,2%, para R$ 431,8 milhões.

Valid (VLID3) tem prejuízo atribuível a controlador de R$ 54 mi no 4TRI

A Valid (VLID3) reportou prejuízo de R$ 54 milhões no quarto trimestre de 2020. O Ebitda ajustado somou R$ 50,4 milhões, retração de 37,5% na comparação anual.

Light (LIGT3) reverte prejuízo e lucra R$ 235 mi no 4TRI

A Light (LIGT3) reportou lucro líquido de R$ 235 milhões no quarto trimestre de 2020, revertendo o prejuízo registrado em igual período de 2019.

O Ebitda saltou 109,9% no trimestre, totalizando R$ 974 milhões.

Plano&Plano (PLPL3) lucra R$ 49,459 mi no 4TRI, alta de 40,5%

Plano&Plano (PLPL3) registrou lucro líquido de R$ 49,4 milhões no quarto trimestre de 2020, crescimento de 40,5% em relação ao mesmo trimestre de 2019.

O Ebitda somou R$ 50,255 milhões, avanço de 7,6% na base anual.

Technos (TECN3) lucra R$ 2,9 mi no 4TRI

A Technos (TECN3) registrou lucro líquido de R$ 2,9 milhões no quarto trimestre do ano passado. Já o Ebitda ajustado foi de R$ 24,7 milhões no período, crescimento de 74,7% na comparação anual.

Grupo (SOMA3) tem alta de 3,1% no lucro no 4TRI

O Grupo Soma (SOMA3) registrou lucro líquido de R$ 39,9 milhões no quarto trimestre de 2020, crescimento de 3,1% em relação ao mesmo período de 2019.

O Ebitda da companhia somou R$ 67,9 milhões, aumento de 14,3% na comparação anual

Even (EVEN3) reverte lucro em prejuízo de R$ 89,273 mi no 4TRI

A Even (EVEN3) registrou um prejuízo líquido de R$ 89,27 milhões no quarto trimestre de 2020. Um ano antes a companhia havia registrado lucro líquido de R$ 30,58 milhões.

No acumulado de 2020, a companhia registrou um lucro líquido de R$ 15 milhões ante um lucro de R$ 119 milhões em 2019.

Taurus (TASA4): lucro líquido cresce 12 vezes no 4TRI

Taurus (TASA4) registrou lucro líquido de R$ 279,5 milhões no quarto trimestre de 2020, crescimento de 12 vezes na comparação com igual período de 2019.

Lavvi (LAVV3) registra lucro de 53,42 mi no 4TRI, alta de 203%

A Lavvi (LAVV3) reportou um lucro líquido de R$ 53,42 milhões no quarto trimestre de 2020. A cifra corresponde a um aumento de 203% sobre o mesmo período de 2019, com lucros de R$ 17,64 milhões.

No acumulado para o ano de 2020, a companhia registrou um lucro líquido de R$ 93,52 milhões, alta de 80%.

Lavvi (LAVV3) anuncia programa de recompra

O Conselho de Administração da Lavvi (LAVV3) deliberou sobre o Programa de Recompra de Ações da companhia para aquisição pela Lavvi de suas ações, para manutenção em tesouraria e posterior cancelamento ou alienação.

Assim, fica autorizado a aquisição de até 9.313.943 ações ordinárias, ou 10% do total em circulação. Caberá à diretoria definir a oportunidade e a quantidade de ações a serem efetivamente adquiridas, para “maximizar valor para os acionistas”.

Cias Abertas 

Presidente do BB (BBAS3), Brandão renuncia; governo indica diretor para o cargo

O presidente do Banco do Brasil (BBAS3), André Brandão, renunciou ao cargo nesta quinta-feira (18). O ato foi publicado em fato relevante após o fechamento do mercado.

O novo presidente do Banco do Brasil (BB) será Fausto Ribeiro, atual diretor-presidente da BB Administradora de Consórcios. O Ministério da Economia confirmou a indicação de Ribeiro nesta noite. O nome será submetido à análise do Comitê de Pessoas do banco.

Brandão deixa o cargo em meio à crescente pressão política do presidente Bolsonaro sobre as estatais brasileiras. No mês passado, o chefe do Executivo trocou o presidente da Petrobras (PETR3; PETR4).

Ações do Banco do Brasil devem sentir o impacto nesta sexta

Logo após o comunicado, a Ativa afirmou que a renúncia de Brandão é negativa “e esperamos que as ações do banco devem sentir o impacto da notícia no pregão de amanhã (sexta-feira)”.

“Os rumores de sua demissão juntamente com o evento da demissão de Castelo Branco na Petrobras, já corrigiram o valor das ações de BBAS3, mas a recente demora gerou um sentimento de que havia, para parte dos investidores, possibilidades de Brandão permanecer”, diz a análise.

Petrobras (PETR4) aprova desenvolvimento do bloco BM-C-33 na Bacia de Campos

A Petrobras (PETR3 PETR4) aprovou, em conjunto com a Equinor e a Repsol, o conceito de desenvolvimento do bloco BM-C-33, operado pela Equinor e localizado no pré-sal da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro.

O bloco está distante da costa cerca de 200 quilômetros e tem lâmina d’agua chegando até 2.900 metros. Segundo a Petrobras, no BM-C-33 foram descobertas três acumulações de gás e condensado (óleo leve): Pão de Açúcar, SEAT e Gávea.

Petrobras (PETR4): MME diz desconhecer interferência de Bolsonaro

A Petrobras (PETR4) comunicou, em esclarecimento à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que o acionista controlador, por meio do Ministério das Minas e Energia, ao qual a empresa está vinculada, diz não ter informações sobre notícias de interferência do presidente Jair Bolsonaro.

O comunicado, segundo a companhia, ocorre após divulgação sobre notícias na mídia. A nota da estatal menciona reportagens da Istoé (de 19 de fevereiro de 2021, com o título “Algo vai acontecer na Petrobras”) e da edição online do jornal Valor Econômico (de 23 de fevereiro último, com o título “Bolsonaro diz que ‘tem muita coisa errada’ na Petrobras e que novo presidente vai ‘dar arrumada’”).

Petrobras: indicação de acionistas minoritários

A Petrobras informa que recebeu indicação do candidato Pedro Rodrigues Galvão de Medeiros para o Conselho de Administração da companhia, cuja eleição ocorrerá na Assembleia Geral Extraordinária de 12 de abril de 2021, se adotado o procedimento de voto múltiplo.

O candidato é indicado pelas gestoras Absolute Gestão de Investimentos, AZ Quest Investimentos, Kapitalo Investimentos, Moat Capital, Navi Capital, Oceana Investimentos e Solana Gestora de Recursos.

Petrobras: indicação para o Conselho Fiscal

A Petrobras divulgou, também nesta quinta (18), que recebeu indicação de acionistas detentores de ações ordinárias de candidato spara o Conselho Fiscal, cuja eleição ocorrerá na Assembleia Geral Ordinária de 14 de abril de 2021.

Os candidatos indicados pelos acionistas FIADinâmica EnergiaeBanclass FIA são:

  • Patricia Valente Stierli, para Membro do Conselho Fiscal pelos acionistas detentores de ações ordinárias (titular);
  • Robert Juenemann, para Membro do Conselho Fiscalpelos acionistas detentores de ações ordinárias (suplente)

Biosev (BSEV3) tem aprovação definitiva do Cade

A Biosev (BSEV3) informou nesta quinta-feira (18) que a aprovação sem restrições referente à combinação dos negócios com a Raízen Energia e Raízen Combustíveis foi dada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade. É uma decisão final e definitiva, após o prazo de 15 dias contado da publicação no Diário Oficial da União, em 2 de março de 2021.

A diz que “manterá seus acionistas e o mercado informados a respeito da consumação das demais condições precedentes e fatos subsequentes relacionados à transação”.

Engie (EGIE3) tem projeto no PR suspenso novamente

A Justiça do Paraná suspendeu mais uma vez as obras do projeto de linhas de transmissão Gralha Azul, da Engie (EGIE3), em construção no Estado, segundo reportagem do Valor.

CEO da Cogna (COGN3) diz que repetir a fórmula que levou a empresa até 2017 não levaria ao mesmo sucesso de 10 anos antes

O CEO da Cogna (COGN3), Rodrigo Galindo, disse em entrevista ao Valor que para comandar o processo de transformação digital do grupo foi necessário estudar.

Segundo o executivo, foi quando a empresa percebeu que a fórmula que havia trazido a empresa até 2017, se repetida, não levaria ao mesmo sucesso nos dez anos seguintes.

Yduqs (YDUQ3) deve ter melhora nas margens somente em 2022

Em teleconferência de resultados, o CEO da Yduqs, Eduardo Parente, disse que o período “está sendo bastante
desafiador” para o ensino presencial, mas que a empresa estima um segundo semestre melhor.

De acordo com ele, a tendência do ensino presencial é de crescimento orgânico leve. Os preços do segmento devem ser estáveis e as margens se recuperarão a partir do próximo ano. As informações são do Valor.

Caixa registra resultado forte e pretende avançar no IPOs de controladas

O lucro do ano passado da Caixa teve a maior queda entre as principais instituições financeiras, de 37,5%, a R$ 13,169 bilhões. Apesar da queda, o quarto trimestre foi mais forte e a Caixa pretende avançar com pelos menos dois
IPOs de subsidiárias este ano, conforme informou o Valor.

Neoenergia (NEOE3): irregularidades na Coelba causa prejuízo de R$ 59 mi a acionistas

A Superintendência de Relações com Empresas da CVM concluiu que irregularidades nas operações causaram prejuízo de R$ 59 milhões a acionistas minoritários da Neoenergia (NEOE3) – cifra que, ao mesmo tempo, beneficiou a controladora.

Dezenove administradores da Coelba, entre conselheiros e diretores, são citados no processo. Os executivos propuseram acordo de R$ 8 milhões no ano passado, que não foi aceito pela CVM.

Vale (VALE3) pode não conseguir recomprar debêntures perpétuas

O caminho para a Vale (VALE3) recomprar os títulos de dívida sem vencimento, as chamadas debêntures perpétuas,
pode permanecer fechado, mesmo com a eventual aprovação de alterações na escritura desses títulos por uma
maioria de votos, em assembleia hoje.

Emitidos há mais de 20 anos, na privatização da companhia, essas debêntures remuneram seus detentores em 1,8% sobre as receitas de algumas minas da Vale, principalmente em Carajás. Ou seja, retorno garantido, eterno e que agora pode ser tirado desses debenturistas. As informações são do Valor.

Apesar de não fazer parte da maioria dos R$ 23 bilhões desses papéis, os detentores podem reclamar de que a mudança fere um direito essencial.

SLC (SLCE3) avança nas vendas da próxima safra

A SLC Agrícola acelera as vendas da próxima safra, cerca de 20% da colheita de soja prevista para 2020/21 foi negociada e no caso do milho, o percentual atingiu 40%.

IPOs

Havan retoma IPO e pretende abrir capital no meio do ano

Após suspender o pedido de IPO (Oferta Pública Inicial) aberto no ano passado, a rede varejista Havan, do empresário Luciano Hang, retomou a operação.

Segundo o Estadão, as instituições financeiras contratadas para estruturar a oferta já estão engajadas e a companhia tem o objetivo de buscar um valor de mercado de ao menos R$ 70 bilhões. Antes, a expectativa era de R$ 100 bilhões.

Aquisições

Vamos (VAMO3) adquire Monarca, rede de concessionárias da marca Valtra em MT

A Vamos (VAMO3) celebrou contrato de compra e venda visando à aquisição da Monarca Máquinas e Implementos Agrícolas pela Vamos Máquinas e Equipamentos, subsidiária integral da companhia.

Proventos

Telefônica Vivo (VIVT3) anuncia JCP

O Conselho Fiscal da Telefonica Brasil (VIVT3) aprovou proposta de declaração de juros sobre capital próprio (JCP) com base no balanço patrimonial de 28 de fevereiro de 2021.

O montante bruto é de R$ 270 milhões (ou R$ 229,500 milhões líquidos de imposto de renda na fonte). Os juros equivalem a R$ 0,16009837668 por ação ordinária (R$ 0,13608362017 líquidos de imposto de renda).

Itaúsa (ITSA3) aprova JCP de R$ 0,019 por ação

O Itaúsa (ITSA3 ITSA4) aprovou, por conta do dividendo obrigatório do exercício de 2021, JCP no valor de R$ 0,019080 por ação.

O JCP será pago até 30 setembro de 2021, com base na posição acionária final do dia 25 de março deste ano, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,016218 por ação.

Emissões e dívidas 

Raia Drogasil (RADL3) anuncia alteração de ações em tesouraria

A Raia Drogasil (RADL3) comunicou aos seus acionistas e ao mercado em geral que houve alteração do número de ações em tesouraria em função da transferência de ações no âmbito do programa de incentivo de longo prazo (ILP) aos executivos da companhia.

Dessa forma, o valor bruto final a ser pago por ação na distribuição de JCP passou a ser de R$ 0,026664992.

Patrimar aprova emissão de debêntures

A Patrimar Engenharia aprovou a primeira emissão de debêntures. Serão em série única, no valor total de R$ 100 milhões.

Serão emitidas 100 mil, com valor unitário de R$ 1 mil cada uma.

Ambev (ABEV3) aprova programa de recompra de até 5,7 milhões de ações

O Conselho de Administração da Ambev (ABEV3) anunciou a aprovação do programa de recompra de até 5,7 milhões de ações ordinárias.

O principal objetivo, explica a companhia, é “fazer frente à entrega de ações nos planos de remuneração baseados em ações da Ambev”.

Cosan (CSAN3): leilão de ações remanescentes 

A Cosan (CSAN3) comunicou que fará leilão de ações remanescentes da incorporação da Cosan Logística (RLOG3).

Segundo a Cosan, “os valores auferidos no leilão serão disponibilizados líquidos de taxas aos antigos acionistas da Cosan Logística, titulares das frações, nas devidas proporções”. A data prevista para pagamento é até 26 de março de 2021.

Mudança Acionária 

Lojas Renner (LREN3) tem mudança acionária

A Lojas Renner (LREN3) foi informada pela Vontobel Asset Management que, em 8 de março último, passou a deter 42.639.406 ações ordinárias LREN3, representando 5,36% do total das emitidas pela Lojas Renner.

A Vontobel fica localizada em Nova York, Estados Unidos.

Copel (CPLE6) tem alteração acionária relevante

A Copel (CPLE3 CPLE5 CPLE6) foi informada pela BlackRock que, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de recursos de terceiros, alienou sua participação, “de forma consolidada”, para 71.101.786 ações preferenciais classe B e 15.325.488 American Depositary Receipts (ADRs), representativos do mesmo tipo de ações.

O total foi de 86.427.274 CPLE6, representando aproximadamente 6,73% do total de ações preferenciais classe B emitidas pela Copel.

O movimento, segundo a BlackRock, tem objetivo apenas de investimento.

Smiles (SMLS3) informa alteração acionária

A Smiles (SMLS3) informou que o JP Morgan, gestora de fundos de investimentos que é titular de ações ordinárias da companhia, passam a deter do capital social total e votante.

(Com Marco Antonio Lopes, Claudia Zucare, Rodrigo Petry e Redação)

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