Radar traz Taesa (TAEE11), Braskem (BRKM5) e Ser Educacional (SEER3)

Osni Alves
Jornalista desde 2007. Passou por redações e empresas de comunicação em SC, RJ e MG. E-mail: oalvesj@gmail.com.
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Crédito: Crédito da imagem: Reprodução/Internet

O Radar Corporativo informa que a Taesa (TAEE11) vai pagar R$ 523 mi entre dividendos intercalares e JCP.

Já a Braskem (BRKM5) pode ser alienada pela Novonor via follow-on.

A Ser Educacional (SEER3) informou a aquisição da Delinea Tecnologia Educacional por R$ 20 milhões.

O Fundo Alaska atingiu 15,15% de participação na Celesc (CLSC3), e a companhia destrinchou seu capex em comunicado.

A MRV (MRVE3) aprovou o pagamento de R$ 78,39 milhões em dividendos, sendo R$ 0,16 por cada ação.

A Cury (CURY3) realizará o pagamento de proventos para os seus acionistas, com um valor total de R$ 50 milhões.

Enquanto isso, a São Carlos (SCAR3) informou que adquiriu o edifício Alameda Santos 2.477, antigo Edifício Henrique Waksman, em São Paulo/SP, por R$ 46,8 milhões.

Veja mais destaques do radar corporativo:

Cias Abertas

Hidrovias do Brasil (HBSA3) retoma navegação em Corumbá

A Hidrovias do Brasil (HBSA3) informou que retomou de forma parcial e restritiva a operação na região de Corumbá, no Corredor Sul. Este estava com a navegação interrompida no mês passado.

A concessionária informou que a situação dos rios permanece considerada atípica, com nível de calado abaixo das médias históricas.

Braskem (BRKM5) pode ser vendida pela Novonor via follow-on

A Braskem (BRKM5) pode ser alienada pela Novonor via follow-on, ou seja, por meio de oferta pública secundária de ações.

A companhia recebeu correspondência de sua controladora – a Novonor – em que destaca os esforços para alienação da indústria química. Porém, o documento elenca que não há, ainda, definição acerca do procedimento.

A Braskem, por sua vez, apoiará a iniciativa escolhida pelo controlador, seja ela qual for, diz o documento.

Fundo Alaska atinge 15,15% de participação na Celesc (CLSC3)

O Fundo Alaska atingiu 15,15% de participação na Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc, CLSC3), ao obter 3.492.500 ações preferenciais da companhia.

A elevação teve motivação exclusiva de operações financeiras,  não  visando  alteração  do  controle  acionário.

Em outro comunicado, tratando do capex, a Celesc elencou que dos R$ 863,0 milhões a serem investidos na rede de distribuição de energia, R$ 767,88 milhões serão utilizados pela área técnica para viabilizar obras de ampliação e melhoria do sistema, e R$ 95,12 milhões serão investidos pela área comercial, principalmente na instalação e modernização de equipamentos de medição.

A companhia especificou ainda mais: serão R$ 88,67milhões em aquisição de hardware e software para rede corporativa, R$ 35,82 milhões em Veículos, e R$ 0,51 milhão em Equipamentos, Ferramentase Mobiliários Diversos.

Do montante de R$ 54,6 milhões aprovados para 2022, serão investidos R$ 27,3 milhões em Novos Negócios e R$ 25,44 milhões na ampliação e melhorias das Usinas, R$ 0,5 milhão em previsão de aporte de capital nas participadas e R$ 1,36milhão em veículos, TI e Equipamentos Diversos.

Dos valores orçados para as subsidiárias integrais, estão previstos outros R$ 0,01 milhão a ser investido pela controladora em novos negócios. Desta  forma, incluindo  a  apropriação  de  mão  de  obra,  no  valor  de R$ 74,1milhões, o orçamento  de  investimento  consolidado da companhia para 2022 totaliza o valor de R$ 1.116,71 milhões.

Renova (RNEW3) conclui venda UPI Brasil PCH

A Renova Energia (RNEW3) concluiu a venda da UPI Brasil PCH pelo valor de R$ 1,1 bilhão, com a transferência de todas as ações para as demais acionistas da Brasil PCH, a BSB Energética e a Eletroriver. 

Com o dinheiro ganho da operação, a empresa divulgou a antecipação do pagamento do empréstimo realizado pela sua subsidiária, a Chipley SP Participações, com a Quadra Capital. 

Além disso, a Renova destaca que realizou a quitação de dívidas trabalhistas, obrigações financeiras com o Plano de Recuperação Judicial, além da conclusão do Complexo Eólico Alto Sertão III –Fase A.

Proventos

Taesa (TAEE11) vai pagar R$ 523 mi entre dividendos intercalares e JCP

A Taesa (TAEE11) vai pagar R$ 523 milhões entre dividendos intercalares e juros sobre capital próprio (JCP).

Serão R$ 320,9 milhões em dividendos intercalares e outros R$ 202 milhões em JCP. O primeiro tem por base as demonstrações financeiras intermediárias levantadas em 30 de setembro de 2021, e o segundo tem por base o balancete de novembro de 2021.

O pagamento dos proventos ocorrerá dia 29 de dezembro 2021, com base na posição acionária do dia 6 de dezembro 2021.

A partir do dia 7 de dezembro 2021, as ações e units passarão a ser negociadas “ex-dividendos e JCP” na B3.

MRV (MRVE3) paga dividendos no valor de R$ 0,16 por cada ação

A MRV divulgou o pagamento de R$ 78,39 milhões em dividendos, sendo R$ 0,16 por cada ação. Para ter direito ao benefício, o acionista deve ter a posse do ativo até o dia 06 de dezembro, em que o recurso será disponibilizado em 16 de dezembro.

Cury (CURY3) aprova pagamento de proventos

A Cury também realizará o pagamento de proventos para os seus acionistas, com um valor total de R$ 50 milhões, sendo R$ 33 milhões em títulos intermediários e R$ 17 milhões em intercalares. Segundo a incorporadora, cada ação receberá R$ 0,11 e R$ 0,05, respectivamente.

Para receber o pagamento, o acionista deve ter o ativo até o dia 07 de dezembro, com o dinheiro depositado em 16 de dezembro. 

Unifique (FIQE3) paga proventos

O Conselho de Administração da Unifique aprovou o pagamento dos juros sobre o próprio capital e dividendos. A companhia de telecomunicações liberou R$ 14,22 milhões de JCP, sendo R$ 0,03 por cada ação. Enquanto que os dividendos contam com um valor total de R$ 15,77 milhões, sendo R$ 0,04 por ativo.

Para ter direito aos recursos, o acionista deve ter a posse da ação até o dia 06 de dezembro, sendo que o dinheiro será liberado em 17 de dezembro.

Aquisições

Ser Educacional (SEER3) adquire edtech de educação

A Ser Educacional (SEER3) informou a aquisição da Delinea Tecnologia Educacional por R$ 20 milhões. Deste montante, R$ 18 milhões será pago à vista, na data do fechamento da transação; e o restante até o sexto aniversário da data da conclusão da operação. Porém, as sócias fundadoras da edtech permanecerão à frente da empresa.

A Delinea é uma edtech voltada par o setor de educação. Produz conteúdos acadêmicos digitais para ensino superior.

Modal (MODL11) adquire W2D

O Banco Modal (MODL11) assinou contrato de Compra e Venda para aquisição da totalidade das quotas de emissão da W2D Tecnologia e Soluções.

São Carlos (SCAR3) adquire edifício Alameda Santos

A São Carlos (SCAR3) informou que adquiriu o edifício Alameda Santos 2.477, antigo Edifício Henrique Waksman, em São Paulo/SP, por R$ 46,8 milhões. Inclusive, o imóvel já foi pago hoje (01). Ademais, a empresa assinou um contrato de locação de parte do imóvel, cerca de 53% da área dele, pelo prazo de cinco anos.

O imóvel é um edifício de escritório com 4.916 m² de área bruta locável, incluindo 11 pavimentos-tipo de 469 m² e dois subsolos de garagem, localizado na Alameda Santos, n° 2.477, na região da Av. Paulista, em São Paulo.

Segundo a São Carlos, a estratégia da operação é desenvolver um retrofit completo no imóvel, com prazo de 11 meses de execução. O cap rate estimado dessa aquisição, após os investimentos de retrofit, é de 9,6% mais inflação. 

Viveo (VVEO3) conclui aquisições

A Viveo (VVEO3) anunciou a conclusão da aquisição da Apijã e da Macromed. Desta forma, a partir de hoje essas empresas pertencem ao ecossistema da companhia de saúde. 

Além delas, a Viveo também divulgou a compra da Medcare e da BEMK. Ambas as empresas atuam  na importação e distribuição de materiais para uso médico, hospitalar, cirúrgico e laboratórios por meio de contratos com fabricantes dos setores de  controle  de  infecção,  centro  cirúrgico,  anestesia,  exames point  of  care,  entre  outros.  O enterprise value dessas aquisições foi de R$ 7 milhões.

De acordo com a Viveo, as incorporações tiveram o objetivo de agregar  mais  valor  ao negócio,  aumentar  o  número  de  fornecedores,  além  de  ampliar  o  portfólio  da  empresa  e  a sua presença geográfica em todo o Brasil.

Banco Pan (BPAN4): AGE aprova incorporação da Mosaico (MOSI3)

O Banco Pan (BPAN4) divulgou que as assembleias gerais extraordinárias do banco e da Mosaico (MOSI3) aprovaram os termos e condições para a incorporação, pelo Pan, da totalidade de emissão de ações da Mosaico. Desta forma, a Mosaico se tornará uma subsidiária integral do Banco Pan. 

Segundo o fato relevante publicado pelas empresas, os acionistas do Banco Pan que votaram contra a incorporação da empresa de tecnologia, ou se abstiveram ou até não compareceram à assembleia, terão o direito de recesso das ações. Ou seja, os acionistas podem receber o valor das ações de sua propriedade com preço de mercado.

Os acionistas dissidentes terão direito ao reembolso no valor de R$ 0,87 por ação da Mosaico emitida pelo Pan, seja preferencial ou ordinária, correspondente ao patrimônio líquido em 31 de dezembro de 2021, como foram aprovadas na AGE em abril deste ano.

Emissões

Fogo de Chão fará IPO

O restaurante Fogo de Chão fará IPO para voltar a listar ações nos EUA, desta vez na Nyse. A empresa espera levantar US$ 100 milhões.