Radar traz Aura (AURA33), Vibra (VBBR3), Marisa (AMAR3), Equatorial (EQTL3) e outras cias

Osni Alves
Jornalista desde 2007. Passou por redações e empresas de comunicação em SC, RJ e MG. E-mail: oalvesj@gmail.com.
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O Radar Corporativo desta quinta informa que a Aura Minerals (AURA33) lançou a pedra fundamental do Projeto Almas, em Tocantins.

Também destaca que a Vibra Energia (VBBR3) vai pagar a segunda parcela do juros sobre capital próprio (JCP) dia 20 de dezembro.

E elenca que a Lojas Marisa (AMAR3) aprovou aumento de capital.

Já a Equatorial (EQTL3) aprovou a distribuição de dividendos no valor de R$ 0,72 por ação, perfazendo o total R$ 707,1 milhões.

A Copel (CPLE6), por sua vez, aprovou o pagamento de Juros sobre o Próprio Capital (JCP) com um valor total de R$ 283,1 milhões.

O Nubank fixou o preço de US$ 9 por ação em seu IPO na Nyse. O valor ficou no ponto máximo da faixa indicativa, que iniciava em US$ 8. O banco digital vai chegar ao mercado avaliado em mais de US$ 41,5 bilhões.

Enquanto isso, o processo de privatização da Eletrobras (ELET3;ELET6) avança mais uma etapa. O presidente da estatal, Rodrigo Limp, agendou uma Audiência Pública do Processo de Desestatização para o dia 22 de dezembro.

Veja mais destaques do radar corporativo:

Cia Aberta

Aura Minerals (AURA33) lança pedra fundamental do Projeto Almas em Tocantins

A Aura Minerals (AURA33) lançou a pedra fundamental do Projeto Almas em Tocantins. Isso porque o acordo com proprietário dos direitos da superfície do projeto foi concluído e a licença de instalação foi obtida.

Assim, pode-se iniciar imediatamente a construção do referido projeto, que deve gerar mais de três mil empregos diretos e indiretos em sua fase de operação, a partir de 2023, além de impostos diretos e indiretos, para o município, Estado e União.

O Projeto Almas possui TIR desalavancada de 57% ao ano por 17 anos, considerando preços de ouro a US$ 1,800 por onça, e que contribuirá de forma significativa para a Aura alcançar seu objetivo de crescimento até 2024.

Os recursos necessários para o investimento do Projeto Almas são provenientes da emissão de Debêntures de Aura Almas no valor de aproximadamente US$ 77 milhões, concluída em Julho de 2021 e com dois anos de carência e prazo de pagamento de até 5 anos.

Lojas Marisa (AMAR3) aprova aumento de capital

A Lojas Marisa (AMAR3) aprovou o aumento do capital social com atribuição adicional de bônus de subscrição aos acionistas.

Conforme a empresa, o Aumento de Capital proposto será no montante mínimo de R$ 89.999.999,32 e máximo de até R$ 249.999.999,48, mediante a emissão para subscrição particular de até 81.168.831 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, a um preço por ação de R$ 3,08.

Os bônus de subscrição serão emitidos em uma única série e cada bônus de subscrição conferirá a seu titular o direito de subscrever 0,850828725129724 ação ordinária, ao preço de exercício de R$ 3,62.

Engie (EGIE3) assina contrato de financiamento junto ao BNDES no valor de R$ 1,473 bi

A Engie (EGIE3) divulgou a assinatura de contrato junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) para fazer um financiamento, com o valor de R$ 1,473 bilhões, para implementar o Conjunto Eólico Santo Agostinho – Fase I “Santo Agostinho”.

Santo Agostinho está sendo implantado nas cidades de Lajes e Pedro Avelino, no Rio Grande do Norte, tendo sido viabilizado no Ambiente de Contratação Livre (ACL). O conjunto eólico contará com capacidade instalada de 434MW. 

O financiamento tem um prazo de amortização de 263 meses, que representa  cerca  de 64% dos investimentos a serem realizados no projeto. A entrada em operação completa está prevista para o início de 2023.

Eletrobras (ELET3;ELET6) informa data de audiência pública sobre processo de privatização

Avança mais uma etapa para o processo de privatização da Eletrobras (ELET3;ELET6). O presidente da estatal, Rodrigo Limp, agendou uma Audiência Pública do Processo de Desestatização para o dia 22 de dezembro. 

A audiência tem o objetivo de atualizar as movimentações internas para realizar a privatização da empresa de energia. 

Vale destacar que o BNDES foi contratado para fazer estudos para agilizar da melhor forma possível a desestatização. 

Brisanet (BRIT3) divulga dados operacionais de novembro

Brisanet (BRIT3) divulgou os dados operacionais de novembro. A empresa registrou um aumento de 18,3 mil novos clientes no mês passado, um pouco abaixo do número previsto. Contudo, em 2021, a companhia registrou um crescimento de 32% de novos clientes no Nordeste, com mais de 824 mil novos assinantes.

Mesmo com números interessantes, a Brisanet aponta, em seu relatório, que a economia brasileira, em um cenário de recessão e inflação, impactou negativamente os resultados de 2021. Uma vez que o público-alvo da companhia são os consumidores das classes C, D e E que são os afetados pela crise econômica.

Enauta (ENAT3) tem queda de 0,4% na produção de novembro

A produção total da companhia no período atingiu 694,2 mil barris de óleo equivalente (boe), ou produção média diária de 23,1 mil boe no mês de novembro, recuo de 0,4% em relação ao mês imediatamente anterior.

Fleury (FLRY3) cria Comissão de Cultura Médica

O Fleury (FLRY3) aprovou hoje (8) a criação da Comissão de Cultura Médica do Grupo Fleury. Essa comissão terá como principal missão promover, difundir e aprimorar a cultura médica e de saúde da companhia para assegurar a excelência no atendimento e segurança dos pacientes.

Randon (RAPT4) Daniel Raul Randon passará a exercer somente a função de diretor presidente

Conselho decide que o diretor-presidente e CEO, Daniel Raul Randon, passará a exercer exclusivamente, a partir de 1º de janeiro de 2022, a função de diretor-presidente.

As funções de CEO serão de responsabilidade do diretor vice-presidente Sérgio Lisbão Moreira de Carvalho.

Proventos

Vibra (VBBR3) vai pagar 2ª parcela do JCP dia 20

A Vibra Energia (VBBR3) vai pagar a segunda parcela dos juros sobre capital próprio (JCP). Serão R$ 143.097.156,94 que correspondem a R$ 0,12665821282 por ação, considerando apenas o número de ações em circulação de 1.129.789.800 em virtude da existência de ações em tesouraria.

Assim, como saldo remanescente relativo ao valor da primeira parcela dos JCPS, em decorrência das ações em tesouraria naquele período, a companhia fará o pagamento de R$ 5.450.378,50, correspondendo a 0,0048242412 por ação.

A data do pagamento ficou estabelecida em 20 de dezembro de 2021, e o valor total alcança R$ 148.547.535,44, correspondendo a R$ 0,13148245401.

Equatorial (EQTL3) aprova pagamento de R$ 707,1 milhões em dividendos

A Equatorial aprovou a distribuição de dividendos no valor de R$ 0,72 por ação, perfazendo o total R$ 707,1 milhões.

O pagamento será em 29 de dezembro de 2021.

Copel (CPLE6) aprova a distribuição de JCP no valor de R$ 283,1 milhões

Nesta quarta-feira (08), a Copel (CPLE6) aprovou o pagamento de Juros sobre o Próprio Capital (JCP) com um valor total de R$ 283,1 milhões, sendo R$ R$ 0,0974 por ação ON; R$ 0,1072 por ação PNA e PNB e R$ 0,5264 por ação Unit.

Para ter direito ao JCP, o acionista deve ter a posse da ação até o dia 30 de dezembro. Em que os ativos adquiridos após 03 de janeiro já serão considerados ex-proventos. Entretanto, a empresa paranaense ainda não definiu a data para o pagamento do recurso. 

Copel (CPLE6) estima CAPEX de R$ 2,1 bilhões

Além do anúncio sobre o pagamento de JCP, a Copel estima um Capex, despesas ou investimento em bens de capital, de R$ 2,1 bilhões em 2022. Mais da metade dos recursos são originários da distribuição de energia, com um valor de R$ 1,6 bilhão. 

Outro destaque da Capex é em relação a geração e transmissão da Copel, que tem um valor previsto de R$ 406 milhões, sendo R$ 237 milhões para geração e R$ 87,5 milhões em transmissão. 

De acordo com a Copel, a maior parte dos investimentos previstos para 2022 são destinados para o aprimoramento da eficiência operacional. Além disso, a companhia terá uma redução de custos por meio do avanço de importantes projetos, destacando-se a continuidade da execução dos programas Paraná Trifásico e Smart Grid já iniciados em 2021.

Aquisições e fusões

Equatorial (EQTL3) conclui a aquisição da participação acionária restante na Solenergias 

A Equatorial (EQTL3) concluiu a aquisição da participação acionária da Solenergias e da Helios por meio da sua subsidiária, a Equatorial Serviços. A empresa realizou o pagamento de R$ 42,2 milhões para a Quasar Consultoria.

Segundo a companhia, a operação faz parte da estratégia de crescimento da empresa. Ademais, isso permite uma maior flexibilidade e geração de valor com o aumento da gama de produtos soluções de energia para o mercado. 

Athena Saúde (ATEA3) informa incorporação da Giardino Participações

A Athena Saúde (ATEA3) anunciou que a Assembleia Geral Extraordinária aprovou a incorporação da Giardino Participações. Com isso, a empresa destaca que houve um aumento no montante de capital de R$ 2,1 milhão.

Com a incorporação, a companhia absorveu todo o patrimônio da Giardino e passou a suceder todos os direitos e obrigações da incorporada.

Cury (CURY3) aliena controlada por R$ 135 milhões

A Cury (CURY3) informou o fechamento da transação pela qual a Companhia alienou a uma empresa do ramo imobiliário a totalidade das quotas sociais de emissão de sua controlada CCISA 123 Incorporadora.

A CCISA 123 é proprietária do imóvel situado na cidade de São Paulo/SP, na Avenida Presidente Wilson, 274, no 16º Subdistrito Mooca, com área de aproximadamente 89 mil m².Nos termos do Contrato, a Operação prevê o pagamento de um montante total de R$ 135 milhões.

IPO

Nubank estreia em NY nesta quinta, com BDRs negociadas no Brasil

O Nubank fixou hoje (8) o preço de US$ 9 por ação em seu IPO na Nyse. O valor ficou no ponto máximo da faixa indicativa, que iniciava em US$ 8. O banco digital vai chegar ao mercado avaliado em mais de US$ 41,5 bilhões, cravando o maior valor de mercado entre os bancos listados da América Latina.

Amanhã (9), as ações estreiam na Bolsa de Valores de Nova York, com BDRs negociados na B3, a bolsa brasileira.