Radar traz Azul (AZUL4), Petrobras (PETR4), Lojas Americanas (LAME4) e Vale (VALE3)

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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O Radar Corporativo destaca que a Azul (AZUL4) anunciou um plano de expansão regional no Amazonas. A empresa planeja adicionar à sua malha aérea oito novos destinos no estado ainda no segundo semestre deste ano.

Segundo o Estadão, a empresa será investigada pela Comissão de Valores Mobiliários. A CVM quer saber se a Azul manipulou o mercado ao divulgar que contratou consultores para avaliar “oportunidades de consolidação da indústria” no Brasil, o que incluiria a aquisição da Latam Brasil.

Atingir um patrimônio de R$ 100 mil é para poucos, saiba quais são as melhores atitudes e aplicações para multiplicá-lo

A Petrobras (PETR4) informou que a venda da integralidade de sua participação remanescente de 37,5% no capital social da BR Distribuidora (BRDT3) será mantida e realizada por meio de uma oferta pública secundária de ações (follow-on).

A barragem da Vale (VALE3) chamada Xingu, em Mariana (MG), corre “grave e iminente risco de ruptura por liquefação”, afirmou a Superintendência Regional do Trabalho de Minas Gerais. A empresa nega o risco. 

A Justiça do Trabalho condenou a Vale a pagar R$ 1 milhão a cada empregado morto no rompimento da barragem de Brumadinho. 

A Embraer (EMBR3) valorizou R$ 2 bilhões em valor de mercado ontem (10), depois de confirmar tratativas para fusão da Eve com a Spac, da americana Zanite Acquisition.

O Conselho de Administração da Lojas Americanas (LAME4) aprovou parte da diretoria da nova empresa que surgirá depois da fusão com B2W (BTOW3).

A Ambipar (AMBP3) informou hoje a aquisição de 100% da Metal Ar Engenharia, através de sua controlada direta, Environmental Participações.

Veja a cobertura completa do Radar Corporativo:

O que você verá neste artigo:

CIAS ABERTAS 

Azul (AZUL4) divulga plano de expansão operacional no Amazonas

A Azul (AZUL4) anunciou nesta quinta (10) um plano de expansão regional no Amazonas. A empresa planeja adicionar à sua malha aérea oito novos destinos no estado ainda no segundo semestre deste ano.

As novas operações para São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Apuí, Eirunepé, Itacoatiara, Humaitá, Borba e Novo Aripuanã terão, segundo a Azul, início após a conclusão dos investimentos em infraestrutura aeroportuária.

Azul: 27 voos diários a partir de Manaus e 23 destinos

Com os novos destinos e a reativação de cidades, a Azul diz que pretende ter no Amazonas uma operação que utilizará todos os tipos de aeronaves da frota, de nove a até 300 assentos, operando cerca de 27 voos diários a partir de Manaus e atendendo 23 destinos diretos desde a capital amazonense.

“Nosso acordo com o governo do Amazonas e a administração federal permitirá que, pela primeira vez em sua história mais recente, o Amazonas tenha uma grande quantidade de cidades servidas por uma companhia aérea de expressão nacional e internacional”,  diz John Rodgerson, presidente da Azul.

Azul (AZUL4) será investigada de manipulação de mercado

Após de receber a reclamação de um investidor, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) vai investigar se a Azul manipulou o mercado ao divulgar que contratou consultores para avaliar “oportunidades de consolidação da indústria” no Brasil, o que seria a aquisição da Latam Brasil, de acordo com reportagem do Estadão.

Petrobras (PETR4): Cade aprova a venda de três termelétricas no Polo Camaçari (BA) para a SFE

No início de maio a Petrobras (PETR4) informou que foi assinado contrato com a São Francisco Energia, subsidiária da Global Participações em Energia. para a venda das três usinas termelétricas, em Camaçari, no estado da Bahia, no Polo Camaçari. Essa transação precisava do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Nesta quinta (10), a Superintendência-Geral do órgão aprovou sem restrições a operação — decisão publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU).

O valor da venda foi de R$ 95 milhões e, de acordo com a estatal, não considera os ajustes previstos em contrato até o fechamento da transação.

Petrobras (PETR4): venda de participação na BR (BRDT3) será mantida

A Petrobras (PETR4) informou que a venda da integralidade de sua participação remanescente de 37,5% no capital social da BR Distribuidora (BRDT3) será mantida e realizada por meio de uma oferta pública secundária de ações (follow-on).

Diz a Petrobras: “O Conselho de Administração da companhia aprovou, em comunicado ao mercado no dia 26 de agosto de 2020, a operação. Não é correta a informação de que a venda será realizada por meio de leilão.”

A nota da estatal se refere a notícias divulgadas na mídia sobre um suposto leilão que teria sido aprovado sob a gestão do novo presidente da companhia, Joaquim Silva e Luna. O montante a ser arrecadado com a oferta pública dependerá do resultado da precificação da transação.

Petrobras (PETR4) disputa com 10 empresas mercado de gás no Centro-Sul

A Petrobras está concorrendo contra dez empresas pelo mercado de gás natural do Centro-Sul, conforme informou o jornal Valor.

As distribuidoras de gás canalizado MSGás (MS), GasBrasiliano (SP), Compagas (PR), SCGás (SC) e Sulgás (RS) esperam receber nos próximos meses propostas vinculantes dos onze supridores que avançaram para a fase de negociações finais da chamada pública conjunta, aberta pelas concessionárias, para contratação de gás.

Vale (VALE3): barragem desativada tem risco de ruptura, diz órgão trabalhista

A barragem da Vale (VALE3) chamada Xingu, na mina Alegria, em Mariana (MG), corre “grave e iminente risco de ruptura por liquefação”, afirmou nesta quarta-feira a Superintendência Regional do Trabalho de Minas Gerais, responsável por interditar atividades da empresa no local.

A barragem, interditada desde março de 2020 pela Agência Nacional de Mineração (ANM), não recebe rejeitos de minério de ferro há mais de 20 anos, mas alguns trabalhadores ainda executam atividades no local, o que motivou a ação dos fiscais trabalhistas.

Procurada, a Vale reafirmou nesta quarta-feira que “não existe risco iminente de ruptura da barragem de Xingu e que não houve alteração nas condições ou nível de segurança da barragem, que permanece em nível 2”, do Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM).

Vale (VALE3) terá de pagar R$ 1 mi para herdeiros de cada empregado morto em Brumadinho

A Justiça do Trabalho condenou a Vale a pagar R$ 1 milhão por danos morais para cada empregado da mineradora que morreu no rompimento da barragem ocorrido na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG). Os valores deverão ser destinados aos espólios das vítimas e a seus herdeiros.

A decisão foi tomada na última segunda-feira (7) no âmbito de uma ação civil pública movida em janeiro pelo Sindicato Metabase Brumadinho. É uma sentença inédita em ações judiciais envolvendo a tragédia. Até então, a Justiça já havia, em diferentes processos, estipulado valores para reparar danos morais causados aos familiares dos mortos.

Embraer (EMBR3) valoriza R$ 2 bilhões graças a controlada

A Embraer ganhou R$ 2 bilhões em valor de mercado ontem, depois de confirmar tratativas que podem culminar na fusão entre sua startup de mobilidade aérea urbana, a Eve, e a Spac da americana Zanite Acquisition.

Banco do Brasil (BBAS3) faz a ponte entre startups e grandes empresas

O Banco do Brasil convidou lideranças dos maiores grupos empresariais que têm em sua carteira de clientes para que conhecessem a experiência do banco com startups.

Nesse encontro se surpreendeu com o número de 700 empresários presentes e, sobretudo, com a curiosidade deles em relação ao tema. O BB iniciou investimentos em empresas nascentes de tecnologia para atender a demanda e a tendência de digitalização em produtos e serviços do banco e recentemente destinou R$ 40 milhões para um fundo de venture capital com foco em internet das coisas (IoT).

De acordo com o diretor de corporate e investment banking do Banco do Brasil, Francisco Lassalvia, o banco percebeu que as companhias não sabem exatamente quais mecanismos devem usar para chegar às startups
que fazem sentido às estratégias que buscam em seus negócios e decidiu apoiar esses empresários.

Lojas Americanas (LAME4) mantém parte da diretoria após fusão com B2W (BTOW3)

O Conselho de Administração da Lojas Americanas (LAME4) aprovou parte da diretoria da nova empresa que surgirá depois da fusão com B2W (BTOW3).

Os conselheiros decidiram, sem ressalvas, conduzir Miguel Gomes Pereira Sarmiento Gutierrez à função de Diretor Presidente da Companhia. Anna Christina Ramos Saicali, José Timotheo de Barros e Marcio Cruz Meirelles serão diretores sem designação ainda especificada.

O cargo de Diretor de Relações com Investidores passará a ser acumulada pelo Diretor Presidente, Miguel Gomes Pereira Sarmiento Gutierrez.

Carlos Eduardo Rosalba Padilha, Celso Alves Ferreira Louro, João Guerra Duarte Neto, Marcelo Pinto, Maria Christina Ferreira Nascimento, Milena de Andrade Sacramento e Welington de Almeida Souza foram destituídos de seus cargos na Diretoria Estatutária da companhia.

Lojas Americanas: aprovada alteração da denominação social da B2W

Na assembleia geral extraordinária de 10 de junho de 2021 da americanas foi aprovada, ainda, a alteração de sua denominação social de B2W –Companhia Digital para americanas s.a..

A partir do dia 19 de julho de 2021, as ações da americanas s.a. (antiga B2W) passarão a ser negociadas com o nome de pregão “americanas sa” e com o novo código dede negociação “AMER3″.

Lojas Americanas (LAME4) informa sobre direito de retirada

A Americanas, nova denominação da B2W (BTOW3) após a combinação com a empresa, vai assegurar o direito ao resgate antecipado aos portadores de debêntures e ações ordinárias da LASA.

Ecorodovias (ECOR3) aprova oferta restrita

A Ecorodovias (ECOR3) aprovou a realização de oferta primária e secundária de ações, com esforços restritos.

Na oferta primária serão emitidas 137.635.144 ações e na secundária até 34.408.786 ações.

Os recursos serão utilizados para reforço do caixa e em aportes a serem realizados em algumas de suas controladas para manutenção e expansão das concessões atuais e/ou novas–investimentos greenfield ou brownfield.

BB Seguridade (BBSE3): conselho elege Diretor Comercial, Marketing e Clientes

A BB Seguridade (BBSE3) comunica que o seu Conselho de Administração Banco do Brasil elegeu Marcelo Lopes Lourenço para ocupar o cargo de Diretor Comercial, Marketing e Clientes, para cumprir o mandato 2021-2023.

Marcelo Lopes Lourenço, 40 anos, é graduado em Direito pela Universidade Salgado de Oliveira, com MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela Fundação Getúlio Vargas, MBA em Gestão de Negócios pelo IBMEC, MBA em Negócios Imobiliários pela PUC Rio e curso de extensão pela Columbia Business School em Alinhamento Estratégico e Transformação Cultural.

Unipar (UNIP6) converte ações preferenciais PNA em PNB

A Unipar (UNIP6) informou que foram convertidas 90.610 ações preferenciais classe “A” em igual número de ações preferenciais classe “B”. As conversões modificaram a composição do capital social, como mostram as tabelas a seguir:

Copel (CPLE6): Fitch eleva rating para AAA(bra)

A Copel (CPLE6) comunica que a agência de risco Fitch elevou de ‘AA+(bra)’ para ‘AAA(bra)’ o rating nacional de longo prazo da companhia, suas subsidiárias integrais Copel GeT e Copel Dis, além de de suas respectivas emissões de debêntures.

Ao mesmo tempo, a perspectiva dos ratings corporativos foi revisada para estável.

A companhia diz que a elevação da nota de crédito e o atingimento da nota máxima do rating é “mais uma conquista relevante na agenda estratégica e se soma aos avanços recentes na governança, como a criação do comitê de investimentos e inovação, do comitê de desenvolvimento sustentável, o aumento da representatividade dos minoritários no Conselho de Administração, o Programa de UNITs, a nova Política de Dividendos e a Política de Investimentos.”

CCR (CCRO3) celebra termo aditivo junto ao governo federal de prorrogação da concessão da BR-163

A CCR (CCRO3) informou hoje que sua controlada direta, a Concessionária de Rodovias Sul-Matogrossense (MSVia), firmou aditivo de contrato com a União, por meio da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para o trecho da BR-163/MS.

Este trecho se localiza na divisa entre o Mato Grosso do Sul e o Paraná.

“Após a assinatura do aditivo, haverá diversas etapas para a efetiva conclusão da relicitação, período em que a MSVia permanecerá operando o trecho concedido e garantindo a continuidade e a segurança dos serviços essenciais aos usuários”, salientou a CCR.

AQUISIÇÕES

Ambipar (AMBP3) anuncia aquisição da Metal Ar Engenharia

A Ambipar (AMBP3) informou hoje a aquisição de 100% da Metal Ar Engenharia, através de sua controlada direta, Environmental Participações.

“A Metal Ar atua há 54 anos no gerenciamento, movimentação e tratamento de resíduos, coprocessamento, valorização de recicláveis, perfuração, carregamento e transporte de rocha com foco principal no setor de mineração”, sublinhou a Ambipar.

E seguiu: “possui sistema próprio de gerenciamento de mina, equipamentos com tecnologias especificas que garantem a eficiência, segurança e qualidade nos serviços prestados nas operações em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Alagoas. Em 2020 apresentou uma receita líquida de R$ 114 milhões”.

Ambipar (AMBP3) ainda busca espaço na Bolsa

A Ambipar tem sido bem avaliada pelos analistas de investimentos, com recomendações de compra e expectativa de valorização do preço das ações no curto prazo, conforme informou o jornal Estadão. A ação, entretanto, ainda não conseguiu entregar completamente a expectativa sobre a companhia, mas os negócios recentes e os últimos resultados apontam para um ambiente favorável.

Equatorial (EQTL3) anuncia aquisição da E-Nova por R$ 7,5 milhões

A Equatorial (EQTL3) realizou a aquisição de 100% das quotas da E-Nova, pelo valor aproximado de R$ 7,5 milhões.

Segundo a empresa, “a operação contribuirá para acelerar a atuação da Equatorial em um novo segmento de mercado, com foco em oferecer soluções técnicas em eficiência energética e geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis, inclusive por meio da geração distribuída, o que permitirá a Companhia avançar em sua estratégia de criação de valor”.

EMISSÕES/DÍVIDAS

Petrobras (PETR4) conclui emissão de US$ 1,5 bilhão em títulos globais

A Petrobras (PETR3 PETR4) concluiu nesta quinta-feira (10), por meio da sua subsidiária integral Petrobras Global Finance (PGF), a oferta de títulos no mercado de capitais internacional, no valor de US$ 1,5 bilhão.

O oferta de global notes acontece através da emissão dos títulos PGF 5,50% com vencimento em 10 de junho de 2051. O rendimento ao investidor é de 5,75% ao ano.

Azul (AZUL4) precifica oferta pública de US$ 600 milhões em Notes

A Azul (AZUL4) informou que sua controlada, Azul Investments, precificou a oferta no exterior no valor total de US$ 600 milhões em Senior Notes, com vencimento em 2026 e remuneração de 7,250% por ano.

A oferta é destinada à colocação no mercado internacional. “A Azul Investments acredita que emitirá as Notes em 15 de junho de 2021”, detalha a companhia, em nota.

Sequoia (SEQL3) aprova aumento de capital

A Sequoia (SEQL3) aprovou aumento de capital após exercícios de opções de compra de ações, por subscrição particular. O aumento será feito com a emissão de 830.699 ações ordinárias, ao preço atualizado de R$ 2,16660 por ação, fixado de acordo com o Primeiro Plano.

Com a aprovação, o capital social da companhia passará dos atuais R$ 649.740.933,86 para R$ 651.540.726,31, dividido em 138.364.247 ações ordinárias.

Ambev (ABEV3) aumenta capital

A Ambev (ABEV3) detalhou nesta quinta-feira (10) o aumento de capital social fruto da emissão de novas ações a serem entregues a beneficiários dos programas de opções de compra de ações da companhia que exerçam suas respectivas opções.

Tendo em vista os exercícios de opções ocorridos entre 12 de maio e 1º de junho de 2021, houve a emissão total de 284.552 novas ações ordinárias, pelo valor aproximado R$ 3,581 milhões. Assim, o capital social passa de R$ 57.973.874.024,26 para R$ 57.977.455.079,06.

O capital social da Ambev também passou a ser dividido em 15.739.527.854 ações ordinárias (ABEV3).

Sabesp (SBSP3) emitirá debêntures de até R$ 1,2 bilhão

A Sabesp (SBSP3) informou hoje a 28ª emissão de debêntures simples, em até três séries. O valor total da Emissão será de até R$ 1,2 bilhão.

A emissão será realizada em até três séries, com alocação no sistema de vasos comunicantes, observado que a quantidade de debêntures de quaisquer séries deverá ser diminuída da quantidade total de debêntures, limitando, portanto, a quantidade a ser alocada nas demais séries. Serão emitidas, no máximo, 300.000 debêntures da Primeira Série. No total, entre as três, até 1,2 milhão de debêntures. A data da emissão será 15 de julho de 2021.

PROVENTOS

Hermes Pardini (PARD3) aprova pagamento de JCP no valor bruto de R$ 8,6 milhões

A Hermes Pardini (PARD3) aprovou a declaração e o pagamento a os acionistas de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto total de cerca de R$ 8,636 milhões.

Tal montante é equivalente a R$ 0,0680869345 por ação. O valor líquido do JCP será imputado aos dividendos mínimos obrigatórios devidos aos acionistas da companhia.

O pagamento será realizado no dia 30 de junho de 2021, na proporção da participação de cada acionista, na base aferia em 16 de junho de 2021.

MUDANÇA ACIONÁRIA

Eternit (ETER3) tem aumento de participação acionária relevante

A Eternit (ETER3) informou hoje ao mercado que a Morgan Stanley Uruguay aumentou a participação no capital social da empresa brasileira para 5,02%.

“A companhia ainda aguarda a comunicação formal do acionista, para que possam ser completadas as informações referentes à transação.

A Eternit está em processo de recuperação judicial.

Unipar Carbocloro (UNIP6) tem alteração acionária

A Unipar (UNIP3 UNIP5 UNIP6) recebeu hoje comunicado de Maria Soares de Sampaio Geyer, acionista membro do bloco de controle, de que ela alienou 744.700 ações ordinárias (UNIP3) em operações na B3 (B3SA3).

A movimentação fez com que a acionista reduzisse sua participação direta e indireta na Unipar Carbocloro para 18,93%.

“A alienação de ações teve por objetivo a mera realização de operações financeiras, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, informou a acionista.

Cemig (CMIG4): fundo FIA Dinâmica Energia eleva participação para 12%

A Cemig (CMIG4) recebeu correspondência do Banco Clássico informando que no último dia 9 de junho, por meio do seu fundo exclusivo FIA Dinâmica Energia, adquiriu o montante de 2.000.000 de ações preferenciais da empresa mineira.

Assim, o FIA Dinâmica Energia passou a deter 12% de participação no capital da companhia, sendo 146.668.528 (25,91%) de ações ON e 56.560.257 (5,01%) de ações PN.

Antes da operação, o Banco Clássico informou que detinha 10,47% do capital total da Cemig, sendo 25,15% das ações ON e 3,09% das ações PN.

Gerdau (GGBR4) tem alteração acionária

A Gerdau (GGBR4) recebeu hoje comunicado que a Schroders Investment alienou 6.731.373 ações da empresa gaúcha.

Com a alienação, o Grupo Schroders detêm 53.675.127 ações preferenciais (GGBR4), que representam 4,68% do total desse tipo de ações.

O investidores ainda ressaltaram que “não há contratos celebrados pelo Grupo Schroders contendo disposições relativas a direitos de voto ou compra e venda de valores mobiliários emitidos pela Gerdau”.

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