Radar traz Petrobras (PETR4), IRB (IRBR3), Magalu (MGLU3) e mais balanços

Felipe Moreira
Editor na EuQueroInvestir, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional.
1

O Radar Corporativo desta sexta-feira (14) destaca a enxurrada de balanços da safra do primeiro trimestre deste ano.

A Petrobras (PETR3 PETR4) registrou lucro líquido de R$ 1,167 bilhão no balanço do primeiro trimestre de 2021, revertendo prejuízo de R$ 48,523 bilhões de um ano antes. O resultado veio em linha com o consenso.

Praticidade e precisão, saiba quais melhores investimentos e como melhorar rentabilidade de suas ações

Já a Lojas Renner (LREN3) reportou prejuízo líquido de R$ 147,7 milhões, revertendo lucro de R$ 7,1 milhões e com desempenho abaixo do consenso.

Por sua vez, a Magazine Luiza (MGLU3) registrou um lucro líquido de R$ 258,6 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 739,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

A Sanepar (SAPR4) registrou lucro líquido de R$ 246,5 milhões no balanço do primeiro trimestre, uma queda de de 3,7%, mas em linha com o consenso.

Além disso, o IRB (IRBR3) registrou lucro líquido de R$ 50,8 milhões, crescimento de 44,9% em relação ao mesmo período do ano passado e abaixo do consenso.

Veja agora o Radar na íntegra:

O que você verá neste artigo:

Balanços

Petrobras (PETR3 PETR4) reverte prejuízo e lucra R$ 1,4 bi

A Petrobras (PETR3 PETR4) registrou lucro líquido de R$ 1,167 bilhão no balanço do primeiro trimestre de 2021, revertendo prejuízo de R$ 48,523 bilhões de um ano antes. O resultado veio em linha com o consenso.

Em relação ao quarto trimestre, a Petrobras (PETR3 PETR4) registrou retração de 98,1% no lucro, que havia sido de R$ 59,890 bilhões.

Lojas Renner (LREN3) reverte lucro em prejuízo de R$ 147,7 mi 

A Lojas Renner (LREN3) reportou prejuízo líquido de R$ 147,7 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Um ano antes, a companhia havia registrado lucro líquido de R$ 7,1 milhões.

Magazine Luiza (MGLU3): lucro cresce 8 vezes

A Magazine Luiza (MGLU3) registrou um lucro líquido de R$ 258,6 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 739,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

C&A Modas (CEAB3) tem prejuízo 150% maior 

A C&A Modas (CEAB3) teve prejuízo de R$ 138,5 milhões no no balanço do primeiro trimestre (1TRI21), perdas 150% superiores às reportadas no mesmo período do ano passado.

O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado ficou negativo em R$ 133,8 milhoes, revertendo resultado positivo de R$ 4,2 milhões de um ano antes.

Sanepar (SAPR4) lucra 3,7% menos 

A Sanepar (SAPR4) registrou lucro líquido de R$ 246,5 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Os números refletem uma queda de 3,7% sobre o lucro do 1TRI20, com 256 milhões.

Grupo SBF (SBFG3) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 36,1 mi 

O Grupo SBF (SBFG3), controlador das lojas Centauro,  registrou prejuízo líquido de R$ 36,164 milhões no primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), revertendo lucro de R$ 8,140 milhões do mesmo período do ano passado.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda na sigla em inglês) somou R$ 33,152 milhões, queda de 27,7%, com margem de 4,1% (-5 p.p.).

Unipar (UNIP6) reverte prejuízo e lucra 280,8 mi 

A Unipar (UNIP6) registrou lucro líquido consolidado de R$ 280,8 milhões no primeiro trimestre de 2021. O resultado reverte o prejuízo de R$ 94,3 milhões no mesmo período do ano anterior.

Even (EVEN3) tem lucro 2,3 vezes maior 

A Even (EVEN3) registrou lucro líquido 2,3 vezes maior no balanço do primeiro trimestre de 2021 em comparação com o mesmo período de 2020.

A alta foi de 130% se comparada com o 1TRI20.

Rumo (RAIL3) reverte prejuízo e lucra R$ 175 mi

A Rumo (RAIL3) registrou lucro líquido de R$ 175 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo líquido de R$ 274 milhões.

Light (LIGT3) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 41 mi 

A Light (LIGT3) reverteu o lucro do primeiro trimestre de 2020 e registrou prejuízo líquido de R$ 41,8 milhões nos três primeiros meses de 2021.

O lucro líquido do 1TRI20 havia sido de R$ 166,7 milhões.

CCR (CCRO3) lucra 2,38 vezes a mais 

A CCR (CCRO3) registrou lucro líquido de R$ 688,9 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Os números refletem uma alta de 2,38 vezes mais que o lucro do 1TRI20, com R$ 289,7 milhões.

Randon (RAPT4) teve lucro 44,7 vezes maior 

A Randon (RAPT4) registrou lucro líquido de R$ 134 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021. Esse valor corresponde a 44,7 vezes o resultado do mesmo período do ano passado.

CPFL Energia (CPFE3) lucra 6,3% a mais no balanço 

A CPFL Energia (CPFE3) registrou lucro líquido de R$ 961 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Os números refletem uma alta de 6,3% sobre o lucro do 1TRI20, com 904 milhões.

EzTec ( EZTC3) tem lucro 6% menor 

A EzTec ( EZTC3) reportou lucro de R$ 72,910 milhões no primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), desempenho 6% inferior ao reportado no mesmo período do ano passado.

Ferbasa (FESA4) lucra 57,3% a mais 

A Ferbasa (FESA4) reportou lucro líquido de R$ 59,0 milhões no primeiro trimestre de 2021. O montante é 57,3% maior do que os R$ 37,5 milhões aferidos no quarto trimestre de 2020. No mesmo período de 2019, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 600 mil.

Cyrela (CYRE3) tem lucro 6,8 maior 

A Cyrela (CYRE3) registrou lucro líquido 6,8 maior no primeiro trimestre de 2021 no comparativo com o mesmo período de 2020.

O indicador foi de R$ 192 milhões no 1TRI21 contra R$ 28 milhões no 1TRI20.

IRB (IRBR3): lucro líquido cresce 44,9% 

O IRB (IRBR3) registrou lucro líquido de R$ 50,8 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 44,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Qualicorp (QUAL3): lucro líquido avança 67,9% 

A Qualicorp (QUAL3) registrou um lucro líquido de R$ 114,5 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 67,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Energisa (ENGI11) lucra 53,3% a mais 

Energisa (ENGI11) registrou um lucro líquido de R$ 873,3 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 50,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

Ebitda ajustado sobe 53,3% em um ano, a R$ 1,424 bilhão.

Sabesp (SBSP3) reverte prejuízo e lucra R$ 496,9 mi 

A Sabesp (SBSP3) registrou um lucro líquido de R$ 496,9 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), revertendo prejuízo do mesmo período do ano passado.

Dasa (DASA3) sai de prejuízo para lucro de R$ 224,9 mi 

A Dasa (DASA3) registrou um lucro líquido de R$ 224,9 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), revertendo prejuízo do mesmo período do ano passado.

Mills (MILS3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 7,3 mi 

A Mills (MILS3) registrou um lucro líquido de R$ 7,3 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), revertendo prejuízo do mesmo período do ano passado.

Tecnisa (TCSA3) reduz prejuízo em 54,9%  

A Tecnisa (TCSA3) registrou um prejuízo de R$ 26,3 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), redução de 54,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Helbor (HBOR3): lucro líquido salta 402% 

A Helbor (HBOR3) registrou um lucro líquido de R$ 27,3 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 402% em relação ao mesmo período do ano passado.

Wiz (WIZS3) tem alta de 24,5% no lucro 

A Wiz (WIZS3) registrou um lucro líquido de R$ 61,7 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 24,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

Track & Field (TFCO4) sai de prejuízo para lucro de R$ 7,22 mi 

A Track & Field (TFCO4) registrou um lucro líquido de R$ 7,22 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), revertendo prejuízo do mesmo período do ano passado.

Springs Global (SGPS3) tem prejuízo de R$ 28 mi 

Springs Global (SGPS3) registrou um prejuízo líquido de R$ 28 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), contra R$ 202 milhões do mesmo período do ano passado.

Triunfo (TPIS3) tem alta de 228,1% no prejuízo

A Triunfo (TPIS3) registrou um prejuízo líquido de R$ 49 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 228,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

Viver (VIVR3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 100 mil 

A Viver (VIVR3) registrou um lucro líquido de R$ 0,1 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), revertendo prejuízo do mesmo período do ano passado.

T4F (SHOW3) tem alta de 18% no prejuízo 

A T4F (SHOW3) registrou um lucro líquido de R$ 14,1 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.

Ânima (ANIM3) reverte prejuízo e lucra R$ 52,1 mi 

A Ânima (ANIM3) registrou um lucro líquido de R$ 52,1 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), revertendo prejuízo do mesmo período do ano passado. Ebitda soma R$ 137,7 milhões, alta de 161,7%

Ser Educacional (SEER3) tem alta de 79,3% no lucro

A Ser Educacional registrou um lucro líquido de R$ 30 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 79,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Arezzo (ARZZ3): lucro sobe 15% 

A Arezzo (ARZZ3) registrou um lucro líquido de R$ 29,8 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado.

A receita líquida cresceu 33%, para R$ 499,9 milhões

Grupo Soma (SOMA3) reverte prejuízo e lucra R$ 14,9 mi

O Grupo Soma registrou um lucro líquido de R$ 14,9 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), revertendo prejuízo mesmo período do ano passado.

Ecorodovias (ECOR3) tem baixa de 11,9% no lucro

A empresa registrou um lucro líquido de R$ 88 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), redução de 11,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Cury (CURY3); lucro líquido salta 669% 

A empresa registrou um lucro líquido de R$ 50 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 669% em relação ao mesmo período do ano passado.

Melnick (MELK3) registra lucro líquido de R$ 14,61 mi 

A empresa registrou um lucro líquido de R$ 14,6 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 380% em relação ao mesmo período do ano passado.

Alliar (AALR3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 12,5 mi

A empresa registrou um lucro líquido de R$ 12,5 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), revertendo prejuízo mesmo período do ano passado.

Bemobi (BMOB3) tem alta de 12% no lucro 

A empresa registrou um lucro líquido de R$ 13,9 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 12% em relação ao mesmo período do ano passado.

Plano&Plano (PLPL3) tem alta de 145,2% no lucro

A empresa registrou um lucro líquido de R$ 50 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 145,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Eletromidia (ELMD3) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 16,2 mi 

A empresa registrou um prejuízo líquido de R$ 16,2 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), revertendo lucro do mesmo período do ano passado.

Mater Dei (MATD3) tem alta de 71,8% no lucro 

A empresa registrou um lucro líquido de R$ 26,4 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 71,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Oceanpact (OPCT3) tem alta de 242% no prejuízo

A empresa registrou um lucro líquido de R$ 20,2 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 242% em relação ao mesmo período do ano passado.

Hidrovias do Brasil (HBSA3) tem alta de 40,3% no prejuízo

A empresa registrou um prejuízo líquido de R$ 173,8 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 40,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Algar Telecom tem alta de 29,6% no lucro

A empresa registrou um lucro líquido de R$ 58,3 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 29,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Cias Abertas

Vale (VALE3) terá 1º navio com velas rotativas para transportar minério de ferro

A Vale (VALE3) informa que o primeiro navio, o Guaibamax, equipado com o sistema de velas rotativas (rotor sails) a serviço da companhia iniciará viagem nos próximos dias.

Segundo a Vale, a embarcação, que possui capacidade de transporte de 325 mil toneladas de minério de ferro e pelotas, contará com cinco velas rotativas instaladas ao longo da embarcação que permitirão um ganho de eficiência de até 8% e uma consequente redução de emissão de até 3,4 mil toneladas de CO2 equivalente por navio por ano.

Qualicorp (QUAL3) anuncia parceria e compra de participação na Escale por R$ 132,6 mi

A Qualicorp (QUAL3) anunciou nesta quinta (13) que firmou contratos definitivos para a aquisição de  ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal equivalentes a 35% do capital social total e votante da Escale Health Seguros e Corretagem.

Os contratos incluem ainda a compra de units preferenciais da Série C-3, equivalente a 5% do capital social da Quinhentos, sociedade americana que é controladora direta de 100% da Escale Tech — que, por sua vez, é a controladora e única acionista da Escale Health.

O investimento na Escale Health, segundo a Qualicorp, será realizado exclusivamente via subscrição de novas ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, a serem emitidas pela Escale Health em valor total equivalente a R$ 84.248.100,00.

3R Petroleum (RRRP3) está na fase final de negociação por Papa-Terra

A 3R Petroleum está em fase final de negociação com a Petrobras para a aquisição de Papa-Terra, campo situado em águas profundas na Bacia de Campos, e onde a estatal é operadora com 62,5% de participação. No fim de 2020, a Starboard, gestora de fundos com participação relevante na 3R, fez oferta de US$ 90 milhões pela fatia da estatal, conforme informou o jornal Valor.

“Em Papa-Terra a gente está em negociação final com a Petrobras, ainda estamos em fase de aprovação do contrato”, disse Ricardo Savini, presidente da 3R.

Deterioração nos resultados da Oi pode afetar venda do segmento de telefonia móvel

A piora nos resultados da Oi Móvel acendeu o sinal de alerta entre investidores – e a concorrência. Isso
porque o acordo de venda da operadora para o consórcio formado por Vivo, TIM e Claro, por R$ 16,5 bilhões,
prevê a manutenção de seu desempenho operacional e financeiro no segmento de telefonia e dados móveis, até
que a transação seja concluída.

Caso contrário, o valor do negócio, amarrado em dezembro, será revisto para baixo. Porém, a Oi Móvel começou o ano com dificuldades. O investimento em redes móveis foi cortado em 29%, enquanto o aporte total do grupo cresceu 4% (com prioridade em fibra ótica, a nova aposta da companhia).

Azul (AZUL4) divulga aumento de capital para R$ 22,3 mi

O capital social da Azul (AZUL4) foi aumentado no montante de R$ 22,3 milhões.

Consequentemente, o capital social da Companhia passará de R$ 2.266.992.004,64 para R$ 2.289.312.496,83.

Méliuz (CASH3) adquire o Melhor Plano Internet por R$ 10,3 milhões

A Méliuz (CASH3) comprou a empresa Melhor Plano Internet pelo valor de R$ 10,3 milhões.

Emissões e dívida 

Minerva (BEEF3) informa sobre bônus de subscrição e aumento de capital

A Minerva (BEEF3) homologou hoje o aumento de seu capital social, passando dos atuais cerca de R$ 1,371,386 bilhão, divididos em 549.627.719 ações ordinárias, para R$ 1,371.393 bilhão divididos em 549.629.035 ações ordinárias.

Ou seja, um aumento no valor de R$ 7.093,24, mediante a emissão 1.316 novas ações ordinárias, com preço de R$ 5,39.

O aumento do capital social decorre do exercício dos Bônus de Subscrição.

Log-in (LOGN3) conclui emissão de debêntures

A Log-In (LOGN3) concluiu a quarta emissão de debêntures nesta quinta-feira (13).

A emissão foi no montante de R$ 340 milhões, com vencimento em 6 anos e remuneração correspondente à atualização monetária pela variação do CDI –Certificado de Depósito Interbancário de um dia, expressa na forma percentual ao ano, acrescida exponencialmente de uma sobretaxa (spread) de 4% ao ano.

Os recursos obtidos pela companhia foram destinados ao pagamento integral, incluindo principal, juros e demais encargos relacionados a financiamentos que tinham seus vencimentos programados para 2023, bem como os de sua controlada TVV (Terminal Vila Velha), alongando o prazo da dívida até 2027.

Proventos

Itaú Unibanco (ITUB3, ITUB4) informa sobre dividendos

O Itaú Unibanco (ITUB3, ITUB4) aprovou nesta quinta-feira (13) o pagamento até 31 de dezembro deste ano juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 0,04874 por ação (R$ 0,041429 no valor líquido).

O cálculo se baseia na posição acionária registrada no dia 24 de maio de 2021.

A declaração dos juros sobre capital próprio feita hoje data é, de acordo com o Itaú, “uma antecipação parcial aos dividendos e JCP totais referentes ao resultado do exercício de 2021 e, portanto, complementarão os dividendos e juros sobre o capital próprio eventualmente declarados até a divulgação dos resultados anuais”.

Recentemente, o Itaú Unibanco reportou alta de 63,6% no lucro do seu primeiro trimestre de 2021.

Taesa (TAEE11) aprova dividendos intervalares

O Conselho de Administração da Taesa (TAEE11) aprovou a distribuição de aproximadamente R$ 401,572 milhões, a título de Dividendos Intercalares, e de cerca de R$ 65,003 milhões, a título JCP, ambos com base nas demonstrações financeiras intermediárias levantadas em 31 de março de 2021. O total fica perto dos R$ 466,576 milhões.

O valor por ação TAEE3 e TAEE4 dos Dividendos Intercalares é de R$ 0,38855745153. Por unit (TAEE11), R$ 1,16567235459.

Já o valor do JCP por ação TAEE3 e TAEE4 é de R$ 0,06289709507. Por unit, R$ 0,18869128521.

O pagamento dos dividendos intercalares e JCP ocorrerá até o dia 31 de maio próximo, com base na posição acionária do dia 18 de maio de 2021.

IPO

GetNinjas e a G2D concluem processo de IPO; Dotz interrompe operação

A GetNinjas e a G2D, subsidiária da GP Investimentos, concretizaram IPOs (ofertas públicas iniciais de ações) ontem, apesar dos dias ainda difíceis no mercado de capitais. Ambas enfrentaram volatilidade e pouco interesse de investidores, mas fizeram ajustes nas ofertas e vão chegar à bolsa no dia 17.

Por outro lado, a Dotz decidiu suspender o IPO devido a falta de demanda por suas ações.

MUDANÇA ACIONÁRIA

PetroRecôncavo (RECV3) tem alteração acionária

A PetroRecôncavo (RECV3) foi notificada pela Opportunity informando sobre aquisição, em bolsa, dia 4 de maio último, 14 milhões de ações RECV3, de modo que a investidora passou a deter 62.107.538 ações da PetroRecôncavo, o que corresponde a 26,11% do total emitido.

Esse total já considera as 10.500.000 ações que os investidores deram em empréstimo no âmbito da oferta pública inicial de ações e os efeitos da diluição da posição dos investidores na referida oferta.

(Com Marco Antonio Lopes, Claudia Zucare, Rodrigo Petry e Redação)

Vem ai! Money Week

Aprenda a investir com quem realmente entende do mercado