Radar traz Petrobras (PETR4), MRV (MRVE3) e Tenda (TEND3)

Felipe Moreira
Editor na EuQueroInvestir, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional.
1

No Radar Corporativo desta sexta-feira (16) destaque à reunião do Conselho de administração da Petrobras (PETR3 PETR4), que deve confirmar Joaquim Silva e Luna como CEO.

Mesmo após rejeitar a proposta da Arezzo (ARZZ3), as ações da Hering (HGTX3) dispararam, o que pode deixar em aberto a possibilidade de sequência nas negociações.

Praticidade e precisão, saiba quais melhores investimentos e como melhorar rentabilidade de suas ações

Entre as prévias operacionais do primeiro trimestre, a MRV Engenharia (MRVE3) informou que as vendas líquidas da empresa caíram 3,2% no 1º trimestre, para R$ 1,62 bilhão.

Já a Tenda (TEND3) reportou que as vendas líquidas aumentaram 60%, a R$ 703,9 milhões.

Enquanto isso, a Lavvi (LAVV3) divulgou vendas líquidas de R$ 86,1 milhões, o que é 217,9% superior ao mesmo trimestre de 2020.

A Movida (MOVI3) anunciou a sexta emissão de debêntures, com valor total de até R$ 700 milhões.

Por fim, a Blau Farmacêutica (BLAU3) concretizou ontem sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), mas com desconto aos investidores.

Veja agora o Radar Corporativo na íntegra:

O que você verá neste artigo:

BALANÇOS

MRV (MRVE3): vendas líquidas caem 3,2%, para R$ 1,62 bi no 1TRI21

A MRV Engenharia (MRVE3) divulgou nesta quinta-feira (15), em sua prévia operacional, que as vendas líquidas da empresa caíram 3,2% no 1TRI21, para R$ 1,62 bilhão.

Apesar disso, com 9.714 unidades vendidas, este foi o segundo melhor primeiro trimestre da história da empresa.

O primeiro trimestre deste ano foi também o maior volume de lançamentos em um primeiro trimestre da história da companhia, totalizando R$ 1,7 bilhão em VGV, 9.996 unidades, o equivalente a um aumento de 58,0% frente ao 1T20.

Momento do mercado imobiliário é excelente, diz MRV

Segundo a MRV, dado o excelente momento do mercado imobiliário, que reafirma a resiliência do segmento de média renda e econômico, a MRV&Co segue empenhada em expandir suas operações em todas suas linhas de negócios, o que pode ser confirmado pelo crescimento de 58,0% dos lançamentos no comparativo com o mesmo período do ano anterior.

Dado o atual cenário de inflação de materiais na construção civil, a MRV optou por antecipar a compra e estocar parte da matéria prima necessária para a construção de suas obras, de modo a garantir o preço e evitar interrupções no fornecimento.

Tenda (TEND3): vendas líquidas crescem 60% na comparação anual

A Tenda (TEND3) divulgou nesta quinta-feira (15) sua prévia operacional do 1TRI21. A empresa registrou vendas líquidas de R$ 703,9 milhões, alta de 60% na comparação anual. Mas queda de 12% t/t.

Segundo a empresa, este foi o melhor primeiro trimestre da companhia em termos de lançamentos que atingiram R$ 610,3 milhões (+269% a/a) e -31% t/t.

Foram 10 lançamentos, dos quais seis projetos foram lançados na região metropolitana de São Paulo que juntos representam 70% do VGV total do trimestre, elevando em 1,2% a/a e 3,8% t/t o preço médio por unidade.

Lavvi (LAVV3): vendas líquidas somam R$ 86,1 milhões, 217,9% superior ao 1T20

A Lavvi Empreendimentos Imobiliários (LAVV3) divulgou nesta quinta-feira (15) a prévia de seus resultados operacionais referentes ao primeiro trimestre de 2021, ainda sujeito às revisões usuais. Nele, as vendas líquidas somaram R$ 86,1 milhões, o que é 217,9% superior ao mesmo trimestre de 2020.

Mais do que isso, este único primeiro trimestre de 2021 superou sozinho os nove primeiros meses do ano passado.

Apesar disso, houve queda de 75,7% quando comparado ao 4T20.

Neoenergia (NEOE3): volume de energia distribuída cresce 6,23% no 1TRI21

A Neoenergia (NEOE3) informou que o volume de energia distribuída cresceu 6,23% no 1TRI21 ante mesmo período de 2020, para 18.508 GWh.

O aumento confirma a recuperação do mercado nas áreas de concessão da Neoenergia.

Houve crescimento da Elektro (6,03%), Cosern (2,81%), Coelba (1,97%) e queda da Celpe (0,09%.

CIAS ABERTAS

Joaquim Silva e Luna assume presidência da Petrobras (PETR4) após novo reajuste

Às vésperas de Joaquim Silva e Luna assumir o comando da Petrobras, a administração interina anunciou, ontem, elevação no preço dos combustíveis nas refinarias. O reajuste será de 3,7%, na média, para o diesel, e de 1,9% na gasolina, de acordo com o Valor.

A posse de Silva e Luna ainda depende do aval do conselho de administração da Petrobras, que se reúne hoje para
deliberar sobre o assunto. A expectativa é que, a partir de então, o general se posicione sobre o futuro da política de
preços da estatal.

Banco do Brasil (BBAS3) retira indicação para o Conselho de Administração

Reunião extraordinária do Comitê de Pessoas, Remuneração e Elegibilidade (Corem) do Banco do Brasil (BBAS3) retirou, nesta quinta-feira (15), a indicação de Iêda Aparecida de Moura Cagni para o cargo de Conselheira de Administração do banco, indicada pela União para o mandato 2021-2023, por “inconsistência no preenchimento dos campos relativos ao enquadramento nos critérios de independência”.

Já o indicado Fernando Florêncio Campos “não atende a todos os requisitos estatutários e legais para seu enquadramento como conselheiro independente, vez que manteve, até 02.07.2019, vínculo empregatício ou estatutário com o Banco do Brasil, não havendo, porém, impedimentos à eleição e investidura do indicado no cargo, afastando-se dele, apenas, a presunção de independência aplicada aos Conselheiros de Administração indicados pelos acionistas minoritários”.

Dasa (DASA3) propõe incorporação de laboratório Insitus

A Dasa (DASA3) propôs a incorporação do laboratório Insitus para reduzir custos.

A Apsis Consultoria e Avaliações foi a empresa especializada responsável pela elaboração do laudo de avaliação, com base no critério contábil do patrimônio líquido da Insitus.

Fleury (FLRY3) aprova a constituição do primeiro comitê ESG

O Fleury (FLRY3) informou que o Conselho de Administração aprovou a constituição do primeiro comitê ESG (Environmental, Social and Governance) do Grupo Fleury.

A criação desse comitê está alinhada à estratégia da companhia de adoção de melhores práticas sociais, ambientais e de governança, e no comprometimento do Grupo Fleury em cada vez mais assumir um papel de protagonismo neste tema que vem ganhando relevância, em decorrência de todo o impacto que tem sobre a sociedade atual e futuras gerações.

CCR (CCRO3) tem caixa para participar de mais concessões

A CCR, que acaba de conquistar a concessão de 15 aeroportos, pretende participar de mais leilões. A companhia se prepara para os próximos dois leilões de infraestrutura, ainda em abril: das linhas 8 e 9 da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e da rodovia BR-153. Além deles, já estão no alvo a BR-163, a Dutra e os blocos de rodovias no Paraná, conforme informou o Valor.

Hering (HGTX3) recusa proposta da Arezzo (ARZZ3) e gera mal estar

A Hering recusou a proposta de aquisição feita pela Arezzo, de R$ 3,3 bilhões, com um público e sonoro não, de acordo com Estadão.

O modo utilizado a publicação de um fato relevante, que não era obrigatória por lei , porém, causou surpresa. A proposta da calçadista havia sido feita de forma discreta e a recusa por parte da varejista de roupas teria causado mal estar nos envolvidos. Com a possibilidade do negócio, os investidores se animaram e o papel da Hering subiu mais de 25% no dia.

As ações da Arezzo, por sua vez, valorizaram cerca de 10%. Apesar da alta no valor de mercado da Hering, que poderia tornar uma eventual nova oferta ser maior, a Arezzo estaria firme em relação ao preço oferecido.

Uma nova proposta, porém, não teria sido totalmente descartada. Com o pagamento a ser feito por meio de ações, a calçadista ofereceu prêmio de 20% em relação ao valor de mercado da Hering no último fechamento. Como os papéis da calçadista também subiram, a diferença continuaria no mesmo patamar. A valorização da Hering, portanto, não teria sido suficiente para deixá-la mais valorizada do que o previsto na oferta.

Vale (VALE3) ainda tem espaço para valorização

As ações da Vale têm atingido recorde atrás de recorde nas últimas semanas e agora se consolidam em patamares
superiores a R$ 100 por papel, praticamente dobrando de valor desde o ano passado.

Gestores e analistas ouvidos pelo Valor acreditam que a mineradora brasileira ainda opera com desconto de aproximadamente 30% em relação aos pares globais, o que abre espaço para ganhos adicionais.

Minerva (BEEF3) pretende zerar emissões líquidas de carbono até 2035

A Minerva (BEEF3) anunciou ontem que plane zerar suas emissões líquidas de carbono até 2035, com iniciativas que deverão exigir investimentos de R$ 1,5 bilhão. As informações são do Valor.

Ex-presidente da Braskem, Grubisich se declara culpado

O ex-presidente da Braskem (BRKM5) José Carlos Grubisich se declarou culpado ontem perante a Justiça americana, em um esquema de pagamento de propina na petroquímica brasileira revelado pela Operação Lava-Jato.

Positivo (POSI3) busca atingir faixa de notebook de R$ 3 mil

Com o licenciamento e incorporação da marca Compaq no Brasil, a Positivo (POSI3) pretende ganhar market share na faixa de computadores com preços entre R$ 3 mil e R$ 3,5 mil, conforme informou o Valor.

De acordo com o CEO da Positivo, Hélio Rotenberg, esse segmento estava descoberto pela Positivo.

Soma (SOMA3) estuda aquisição da Shoulder

O grupo de varejo de moda Soma (SOMA3) estuda a aquisição da Shoulder, empresa de moda feminina, criada em 1980 pela família Majtlis, segundo reportagem do Valor.

As empresas voltaram a se aproximar nas últimas semanas, depois que as conversas haviam perdido força no começo deste ano. Segundo duas fontes, houve uma retomada nos contatos e as negociações estariam mais aceleradas.

Saraiva (SLED4) entra na Justiça contra SAP e Infosys

A Saraiva pediu na Justiça uma indenização da SAP e da Infosys por conta de prejuízos que alega ter sofrido após a compra e a implementação “desastrada” de um software de gestão interna, em 2018.

Conforme alega a Saraiva, a SAP vendeu a ela um software “muito além de suas necessidades” e indicou a Infosys para fazer a implementação. No entanto, a Infosys teria cometido erros no processo de instalação que praticamente paralisaram as atividades da varejista durante 60 dias.

EMISSÕES/DÍVIDA

Movida (MOVI3) emite debêntures no total de R$ 700 mi

A Movida (MOVI3) anunciou a sexta emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em duas  séries, da sua controlada Movida Locação de Veículos.

O valor total é de até R$ 700 milhões, sendo R$ 400 milhões na primeira série e até R$ 300 milhões na segunda.

Oi (OIBR4) prorroga prazo para subscrição e integralização de debêntures

A Oi (OIBR3 OIBR4) informou hoje que, em relação à 1ª emissão de debêntures da Brasil Telecom Comunicação, controlada indireta da companhia, o prazo limite para a subscrição e integralização foi prorrogado para o dia 29 de abril de 2021, mediante acordo entre as partes.

A emissão é no valor total de até R$ 2,500 bilhões.

Unipar (UNIP6) informa sobre conversões de ações preferenciais PNA em PNB

A Unipar (UNIP3 UNIP5 UNIP6) informou que atendeu às solicitações de acionistas e converteu 170.959 ações preferenciais classe A (UNIP5) em igual número de ações preferenciais classe B (UNIP6).

As conversões modificaram a composição do capital social da companhia.

O número total de ações ainda é de 94.432.872, mas agora são 33.007.970 ações ordinárias (UNIP3), volume inalterado; 2.282.332 UNIP5, em face das 2.453.291 antes da conversão; e 59.142.570 UNIP6, sendo 58.971.611 antes da conversão.

Alupar (ALUP3) quita 6ª Emissão de Debêntures

A Alupar Investimento (ALUP3) comunicou as realização hoje, conforme data de vencimento prevista na escritura, a quitação da 6ª Emissão de Debêntures da empresa.

A emissão em série única teve quitação no valor total de R$ 174.237.357,38.

Energisa (ENGI11) aprova programa de recompra de ações

A Energisa (ENGI11) aprovou um programa de recompra de ações da companhia.

A quantidade máxima de Units a serem adquiridas é de até 1.100.000 Units de emissão da companhia, representativas de 1.100.000 ações ordinárias e 4.400.000 ações preferencias de emissão da companhia, equivalente a 0,30% e 0,44% das ações totais emitidas e em circulação da companhia.

Sequoia (SEQL3) capta R$ 894 mi em follow on

A Sequoia Logística, listada na bolsa há 6 meses, não passou tanto sufoco para emplacar uma oferta subsequente de
ações. O lote extra foi exercido e a empresa levantou R$ 894 milhões, vendendoos papéis a R$ 25, o dobro do valor que saíram no IPO.

JBS (JBSS3) emite R$ 1,65 bi em CRA

A JBS (JBSS3) aprovou a emissão de R$ 1,65 bilhão em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRAs), por meio da ISEC Securitizadora.

Os recursos levantados serão destinados integralmente e exclusivamente à aquisição de bovinos de produtores rurais.

PROVENTOS

Telefônica Vivo (VIVT3) aprova dividendos e JCP

A Telefônica Vivo (VIVT3) aprovou a distribuição de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio) no montante de R$ 280 milhões.

Com a retenção do imposto de renda o valor total fica em R$ 238 milhões.

O valor por ação é de R$ 0,14 por ação.

BR Distribuidora (BRDT3) paga dividendos 

A BR Distribuidora (BRDT3) aprovou o pagamento de dividendos e JCP (Juros Sobre Capital Próprio) aos acionistas.

Serão R$ 498.387.512,18 de juros sobre capital próprio já declarados. Ou seja, R$ 0,42780043964 por ação.

E ainda R$ 1.817.745.480,12 de dividendos, correspondendo a R$ 1,56 por ação.

Porto Seguro (PSSA3) atualiza data de pagamento de dividendos e JCP

A Porto Seguro (PSSA3) atualizou a data de pagamento de dividendos e JCP.

Em 12 de abril de 2021 será realizado o pagamento correspondente a 65% do valor líquido dos proventos a serem distribuídos.

Os valores equivalem ao montante de R$ 548.662.075,06, incluindo a totalidade dos JCP, já creditados contabilmente aos acionistas, no valor líquido de  R$ 318.382.155,19 – correspondendo a R$ 0,98872464531 por ação.

A totalidade dos dividendos distribuídos para completar o dividendo mínimo obrigatório será no valor de R$ 82.415.458,41, correspondente a R$ 0,25760941409 por ação.

Parte dos dividendos adicionais ao dividendo mínimo obrigatório, no valor de R$ 147.864.461,46, equivale a R$ 0,46218607548 por ação.

Até o dia 29 de outubro será feito o pagamento de 35% dos dividendos.

Wiz (WIZS3) paga dividendos

A Wiz (WIZS3) anunciou o pagamento de dividendos no valor de R$ 97.363.257,86. O valor corresponde a R$ 0,60 por ação.

Terão direito aos dividendos acionistas que tenham posição na empresa até esta quinta-feira (15).

A primeira parcela (de 15% dos dividendos) será paga no fim de maio. E a segunda parcela (86%) será paga até o fim de novembro.

Companhias reduzem 30% dos dividendos pagos durante a pandemia

A crise econômica derivada da pandemia da covid-19 fez muitas empresas revisarem o volume de dividendos pagos no ano passado. Levantamento feito pela consultoria de formação financeira Economática, com 246 companhias negociadas na Bolsa de Valores (B3), mostrou que a queda nos pagamentos somou R$ 38 bilhões comparado a 2019. O volume representou redução de quase 30%. As informações são do Estadão.

MUDANÇA ACIONÁRIA

Azul (AZUL4) tem alteração acionária

A Azul (AZUL4) informou nesta quinta (15) que a gestora Fidelity Management adquiriu 5,3% das ações PN da companhia.

São, no total, 17.571.120 ações preferenciais da empresa aérea.

“Não foram celebrados, pela FMR LLC, quaisquer contratos ou acordos que regulem o exercício de direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários emitidos pela companhia”, diz a Azul em comunicado.

Multiplan (MULT3): mudança acionária

A Multiplan (MULT3) comunicou que o Massachusetts Financial Services aumentou participação em ações ON da companhia para 5,01%.

O montante total soma 28.292.891 ações ordinárias da Multiplan.

OceanPact (OPCT3): Tork Capital aumenta participação

A OceanPact (OPCT3) informou que os fundos da Tork Capital Gestão de Recursos passaram a deter, em 14 de abril de 2021, participação correspondente a 5,03% do total de ações ordinárias da companhia.

No total essa porcentagem corresponde a 10.060.060 ações ordinárias.

MMX Mineração (MMXM3): Gauss Capital reduz capital

A MMX Mineração (MMXM3) divulgou que a Gauss Capital reduziu capital. Foram alienadas 1.000 ações ordinárias da companhia.

A Gauss diminuiu a quantidade de ações de 324.500 (que anteriormente totalizavam 5,001% do capital social), para 323.500 ações.

Esse montante resultou em participação equivalente a  4,99% das ações.

IPO

Blau (BLAU3) capta R$ 1,26 bi e Viveo (VVEO3) retoma oferta

A Blau Farmacêutica (BLAU3) concretizou ontem sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Mais uma vez, como se viu em ofertas anteriores, a empresa concordou em dar um desconto aos investidores, conforme informou o Valor.

Também ontem, a Viveo avançou nas discussões para retomar o seu IPO na semana que vem, depois de ter suspendido a oferta na terça-feira.

A Blau fixou o valor por ação em R$ 40,14, o que equivale a um desconto de 10% sobre o piso da faixa indicativa de preços, que ia de R$ 44,60 a R$ 50,60. A companhia fez a venda dos lotes base e suplementar, levantando R$ 1,26 bilhão.

Minoritários tentam barram IPO da Kora Saúde

Cinco acionistas minoritários da rede hospitalar Meridional, controlada pela Kora Saúde, foram à Justiça em busca
de uma liminar para suspender a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da Kora.

Eles alegam que em 2018, quando o fundo de private equity H.I.G. comprou o controle da Kora de um grupo de acionistas, não foi respeitado o direito de preferência que possuíam para a compra da participação.

O questionamento sobre o modus operandi da venda está na Justiça desde 2018

Money Week 5ª Edição

5 Dias de Evento | 70 Autoridades do Mercado Financeiro | 20 Horas de Conteúdo