Radar traz Oi (OIBR4), Via (VVAR3), B3 (B3SA3), JBS (JBSS3) e mais balanços

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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O Radar Corporativo desta quinta-feira (13) destaca a agenda intensa de balanços do primeiro trimestre, mas também dados operacionais da B3 (B3SA3), recompra de ações da JBS (JBSS3), investimento da Suzano (SUZB3) e IPO da Havan.

A Via (VVAR3), ex-Via Varejo, reportou um lucro líquido 13 vezes maior no primeiro trimestre, somando R$ 180 milhões e com desempenho acima do consenso.

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Oi (OIBR4 OIBR3) teve prejuízo líquido de R$ 3,5 bilhões no primeiro trimestre de 2021, queda de 44,2% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

A Eletrobras (ELET6 ELET3) registrou lucro líquido de R$ 1,609 bilhão no primeiro trimestre de 2021, crescimento de 31% contra um ano antes.

Já a Suzano (SUZB3) reportou prejuízo líquido de R$ 2,75 bilhões, queda de quase cinco vezes frente às perdas de um ano atrás, mas maiores do que as previstas pelo consenso.

Enquanto isso, a JBS (JBSS3) registrou um lucro líquido de R$ 2,045 bilhões, revertendo prejuízo do mesmo período do ano passado e com desempenho acima do consenso.

Por sua vez, a BRF (BRFS3) apresentou lucro de R$ 22 milhões, revertendo prejuízo de um ano antes, mas com desempenho abaixo do projetado pelo consenso.

A Natura (NTCO3) registrou um prejuízo de R$ 156,6 milhões no balanço do 1º trimestre, redução de 81% em relação ao mesmo período, mas com perdas acima do consenso.

MRV (MRVE3) registrou lucro líquido de R$ 137 milhões, alta de 30,9% na comparação anual e acima do consenso.

Além disso, a Cia Hering (HGTX3) registrou lucro líquido 3,9 vezes maior no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior.

A Guararapes (GUAR3), controladora da Riachuelo, registrou prejuízo líquido 120% maior no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior.

Destaque ainda para outras notícias corporativas:

  • B3 (B3SA3) informou que, em abril de 2021, houve alta 54,2% no número de investidores ativos, em um ano, para 3.721.651; frente a março deste ano, o avanço é de 3,5%;
  • Suzano (SUZB3) aprovou investimento de R$ 14,7 bilhões em nova fábrica, no Mato Grosso do Sul, com capacidade de 2,3 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano;
  • JBS (JBSS3) aprovou um novo plano de recompra de ações, com possibilidade de aquisição de até 10% das ações em circulação.
  • A varejista Havan pede novamente registro de companhia aberta.

Veja agora o Radar Corporativo na Íntegra:

O que você verá neste artigo:

Balanços

Via (VVAR3): lucro líquido cresce 13 vezes no 1TRI21

O lucro líquido da Via (VVAR3), ex-Via Varejo, cresceu 13 vezes no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período de 2020. A alta foi de 1284%.

O indicador passou de R$ 13 milhões para R$ 180 milhões ao final de março deste ano.

Guararapes (GUAR3) tem prejuízo líquido 120% maior no 1TRI21

A Guararapes (GUAR3) registrou prejuízo líquido 120% maior no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior.

A empresa obteve prejuízo líquido de R$ $ 104,9 milhões no 1TRI21 contra prejuízo de R$ 47,5 milhões no 1TRI20.

Cia Hering (HGTX3) tem lucro líquido 4 vezes maior no 1TRI21

A Cia Hering (HGTX3) registrou lucro líquido 3,9 vezes maior no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior.

O indicador passou de R$ 5,04 milhões para R$ 19,7 milhões até o fim de março deste ano.

BRF (BRFS3) reverte prejuízo e lucra R$ 22 milhões no 1TRI21

A BRF (BRFS3) registrou lucro líquido de R$ 22 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Um ano antes a companhia havia registrado prejuízo de R$ 38 milhões.

Natura (NTCO3) tem prejuízo 81% menor no 1TRI21

A Natura (NTCO3) registrou um prejuízo líquido de R$ 156,6 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), redução de 81% em relação ao mesmo período do ano passado.

Aliansce Sonae (ALSO3) lucra 59,7% menos no balanço do 1TRI21

A Aliansce Sonae (ALSO3) registrou lucro líquido de R$ 41,87 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Os números refletem uma queda de 59,7% sobre os lucros do 1TRI20, com R$ 103,91 milhões.

Hapvida (HAPV3) lucra 7,7% menos no balanço do 1TRI21

A Hapvida (HAPV3) reportou lucro líquido de R$ 151,8 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Os números refletem uma queda de 7,7% sobre os lucros do 1TRI20, com R$ 164,6 milhões.

JBS (JBSS3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 2 bi no 1TRI21

A JBS (JBSS3) registrou um lucro líquido de R$ 2,045 bilhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), revertendo prejuízo do mesmo período do ano passado.

Locaweb (LWSA3) tem alta de 78,4% no lucro líquido ajustado do 1TRI21

No melhor trimestre da companhia, a Locaweb (LWSA3) registrou alta de 78,4% no lucro líquido ajustado do primeiro trimestre de 2021 na comparação com o mesmo período de 2020.

O indicador passou de R$ 5,1 milhões no 1TRI20 para R$ 9 milhões no 1TRI21.

Positivo Tecnologia (POSI3) tem lucro líquido 13 vezes maior no 1TRI21

A Positivo Tecnologia (POSI3) apresentou lucro líquido 12,9 vezes maior no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano passado.

O indicador saltou de R$ 4,3 milhões para R$ 55,7 milhões até o fim de março deste ano.

Suzano (SUZB3) tem prejuízo de R$ 2,75 bi no balanço do 1TRI21

A Suzano (SUZB3) reportou prejuízo líquido de R$ 2,75 bilhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Um ano antes a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 13,41 bilhões.

Trisul (TRIS3) lucra 13% mais no balanço do 1TRI21

A Trisul (TRIS3) registrou lucro líquido de R$ 35,08 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21). Os números refletem uma alta de 13% sobre o lucro do 1TRI20, com R$ 31,06 milhões.

Com relação ao banco de terrenos da companhia, o landbank totalizava R$ 5,4 bilhões, compreendendo 33 terrenos.

Eletrobras (ELET6, ELET3) registra alta de 31% no lucro no 1TRI21

A Eletrobras (ELET6, ELET3) registrou lucro líquido de R$ 1,609 bilhão no primeiro trimestre de 2021, crescimento de 31% contra um ano antes.

Oi (OIBR4, OIBR3) tem prejuízo 44,2% menor no 1TRI, para R$ 3,50 bilhões

Oi (OIBR4, OIBR3) teve prejuízo líquido de R$ 3,5 bilhões no primeiro trimestre de 2021, queda de 44,2% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

MRV Engenharia (MRVE3) tem alta de 30,9% no lucro no 1TRI21

A MRV (MRVE3) registrou lucro líquido de R$ 137 milhões no 1TRI, alta de 30,9% na comparação anual.

O Ebitda somou R$ 211 milhões, crescimento de 4,2% em relação ao mesmo período de 2020.

Yduqs (YDUQ3) tem queda de 74,3% no lucro no 1TRI21

Yduqs (YDUQ3) lucrou R$ 43,2 milhões no primeiro trimestre de 2021, 74,3% menos contra um ano antes.

O Ebitda somou R$ 313,1 milhões, retração de 7,3% na comparação com igual etapa de 2020

3R Petroleum (RRRP3) tem alta de 37,7% no prejuízo no 1TRI21

A 3R Petroleum (RRRP3) registrou prejuízo líquido de R$ 43,9 milhões no primeiro trimestre de 2021, alta de 37,7%, para R$ 43,9 milhões no mesmo período de 2020.

Equatorial (EQTL3) tem alta de 7,1% no lucro no 1TRI21

A Equatorial (EQTL3) registrou lucro líquido de R$ 401 milhões no primeiro trimestre de 2021, aumento de 7,1% na comparação anual.

O Ebitda ajustado somou R$ 1,081 bilhão, crescimento de 1,1% em relação ao mesmo período de 2020.

EDP Brasil (ENBR3) tem alta de 82,9% no lucro no 1TRI21

A EDP Brasil (ENBR3) registrou lucro líquido de R$ 495,7 milhões no 1TRI, alta de 82,9% na comparação anual.

O Ebitda somou R$ 1,048 bilhão, aumento de 50,1% em relação ao mesmo período de 2020.

Valid (VLID3) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 5 mi no 1TRI21

Valid (VLID3) registrou prejuízo de R$ 5 milhões no primeiro trimestre de 2021, revertendo lucro do mesmo período de 2020.

SLC Agrícola (SLCE3) tem alta de 140,9% no lucro no 1TRI21

A SLC Agrícola (SLCE3) registrou lucro líquido de R$ 376,8 milhões no primeiro trimestre de 2021, aumento de 140,9% na comparação anual.

O Ebitda ajustado somou R$ 272,5 milhões, crescimento de 40,1% no mesmo período de 2020.

Aeris (AERI3) tem alta de 38,8% no lucro no 1TRI21

Aeris (AERI3) registrou lucro líquido de R$ 23 milhões no 1TRI, aumento de 38,8% na comparação anual.

O Ebitda somou R$ 62,4 milhões, 66,6% superior ao mesmo período de 2020.

Eucatex (EUCA4) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 59,5 mi no 1TRI21

Eucatex (EUCA4) registrou lucro líquido de R$ 59,5 milhões no balanço do 1TRI21, revertendo prejuízo do mesmo período de 2020.

Estapar (ALPK3) tem prejuízo de R$ 64 milhões no 1TRI21

A Estapar (ALPK3) apresentou prejuízo de R$ 64 milhões no primeiro trimestre de 2021.

Ambipar (AMBP3) tem alta de 195,7% no lucro no 1TRI21

A Ambipar (AMBP3) registrou lucro líquido de R$ 32,3 milhões no 1TRI, alta de 195,7% na comparação anual.

O Ebitda somou R$ 72,7 milhões, aumento de 80,7% em relação ao mesmo período de 2020.

IMC (MEAL3): prejuízo cresce 20,1% no 1TRI, a R$ 55,4 mi

A IMC (MEAL3) registrou prejuízo líquido de R$ 55 milhões no balanço do 1TRI21, alta de 20,1% na comparação ano a ano.

D1000 (DMVF3) tem prejuízo de R$ 8,5 mi no 1TRI21

A D1000 (DMVF3) registrou prejuízo líquido de R$ 8,5 milhões no 1TRI, ante perdas de R$ 6,3 milhões no mesmo intervalo de 2020.

O Ebitda somou R$ 14,8 milhões, recuo de 22% na comparação anual.

Rossi (RSID3) tem prejuízo 55,5% menor no 1TRI21

A Rossi (RSID3) registra prejuízo de R$ 32,5 milhões no 1TRI, recuo de 55,5% na comparação anual.

O Ebitda somou R$ 2 milhões, contra indicador negativo em R$ 46,3 milhões no mesmo período de 2020

Eneva (ENEV3): lucro líquido aumenta 13% no 1TRI

A Eneva (ENEV3) apresentou lucro líquido de R$ 203,1 milhões no primeiro trimestre de 2021, crescimento de 13% na base anual.

O Ebitda somou R$ 442,3 milhões, alta de 1,6% na comparação anual.

Banco Pine (PINE4) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 0,5 milhão no 1TRI21

Banco Pine (PINE4) registrou lucro de R$ 0,5 milhão no balanço do primeiro trimestre de 2021, revertendo prejuízo de igual etapa de 2020.

Profarma (PFRM3): lucro líquido aumenta 534,8% no 1TRI, para R$ 4,9 milhões

A Profarma (PRFM3) registrou lucro líquido de R$ 4,9 milhões no primeiro trimestre de 2021, aumento de 534,8% na comparação anual.

A receita líquida cresce 6,9%, para R$ 1,5 bilhão.

Banco Modal (MODL11) registra lucro ajustado de R$ 24 milhões no 1TRI

ModalMais (MODL11) apresentou lucro líquido ajustado de R$ 24,0 milhões no primeiro trimestre de 2021.

Pacaembu tem baixa de 45,5% no lucro no 1TRI21

A Pacaembu registrou lucro líquido de R$ 10 milhões no primeiro trimestre de 2021, redução de 45,5% em relação ao mesmo período de 2020.

Enauta (ENAT3): prejuízo líquido recua 71,9% no 1TRI, para R$ 15,8 milhões

Enauta (ENAT3) registrou prejuízo de R$ 15,8 milhões no balanço do 1TRI21, queda de 71,9% em relação ano mesmo período de 2020.

Cias Abertas

Suzano (SUZB3) aprova investimento de R$ 14,7 bi em nova fábrica no MS

A Suzano (SUZB3) anunciou nesta quarta (12) que o Conselho de Administração aprovou investimento para a construção de uma nova planta de produção de celulose, com capacidade de 2,3 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano.

De acordo com comunicado da Suzano, a fábrica será instalada no município de Ribas do Rio Pardo, no estado do Mato Grosso do Sul, numa operação da companhia denominada Projeto Cerrado.

O projeto terá um investimento de capital industrial estimado de R$ 14,7 bilhões, com desembolso distribuído entre os anos de 2021 e 2024.

B3 (B3SA3) número de investidores sobe 54% em abril na comparação anual

A B3 (B3SA3) divulgou nesta quarta-feira (12) os destaques operacionais de abril de 2021, com alta de 54,2% no número de investidores ativos, em comparação com o mesmo mês de 2020. Hoje, são 3.721.651 investidores, contra 2.413.924 de um ano atrás. A comparação com março também mostra evolução nesse quesito, de 3,5%.

O número de empresas listadas também cresceu. Passou de 391 para 429, na mesma comparação de períodos, um aumento de 9,7%.

Copel (CPLE6): BNDESPar aprova regras para vendas de Units da companhia

A Copel (CPLE3, CPLE5, CPLE6, CPLE11) recebeu hoje da acionista BNDES Participações (BNDESPar) carta aprovando as regras para a venda de units da empresa.

A BNDESPar escolheu o Banco BTG Pactual (BPAC11) para atuar como coordenador líder de oferta pública secundária para a alienação de até a integralidade da participação detida na Copel. São 24% do seu capital social da empresa de energia.

Gafisa (GFSA3) informa nova política de ESG

A Gafisa (GFSA3) comunicou nesta quarta-feira (12) a adoção de nova política (Environmental, social and corporate governance) para melhoria e expansão das boas práticas exercidas.

“Reafirmando o seu compromisso com as boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa, a companhia avança para uma nova etapa em sua trajetória sustentável, a partir da definição de uma nova política ESG”, disse, em comunicado ao mercado. “Os novos parâmetros da política ESG Gafisa têm o objetivo de promover movimentos contínuos, que impactem todos os stakeholders de seu ecossistema com transparência, responsabilidade e olhar para o futuro”.

A empresa segue, afirmando que, a partir da consultoria especializada do Centro de Tecnologia de Edificações (CTE), “realizamos diagnósticos, desenvolvemos novos objetivos e, por fim, desenvolvemos novos Planos de Ação e Capacitação. Em paralelo, uma nova equipe de colaboradores dedicada aos temas de ESG está sendo preparada a fim de viabilizar a consolidação, implementação e medição de eficácia das atividades propostas”. O documento original pode ser lido aqui.

 Ânima (ANIM3) informa sobre aquisição dos ativos da Laureate no Brasil

A Ânima Educação (ANIM3) comunicou que a aquisição de todos os ativos brasileiros do Grupo Laureate foi aprovada, sem restrições, pela Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), tendo referida decisão transitado em julgado e, portanto, se tornado definitiva.

Agora, a última fase da operação acontecerá dia 28 de maio próximo, com a tranferência dos ativos para a Ânima, o mesmo ocorrendo com os ativos que serão transferidos pela Ânima Educação ao fundo Farallon.

Méliuz (CASH3) fecha contrato de compra da Promobit

A Méliuz (CASH3) informou aos seus acionistas e ao mercado em geral que foi celebrado contrato de compra de 100% da Promobit.

O preço de aquisição é composto por uma parcela inicial, no montante de R$ 13 milhões, sujeita a ajustes usuais em operações desta natureza. Adicionalmente, os vendedores terão direito a receber eventual Earnout, a depender do atingimento de determinadas metas financeiras apuradas pela Promobit.

Embraer (EMBR3) vende 17 aeronaves por quase US$ 1 bi para a Alaska Air

A Embraer (EMBR3) confirmou, nesta quarta-feira (12), um negócio de quase US$ 1 bilhão com empresas do grupo Alaska Air.

A empresa vendeu um total de 17 jatos E175, em dois negócios distintos, que, juntos, somam US$ 850 milhões.

O primeiro contrato foi fechado por US$ 449,1 milhões, enquanto o segundo precisou de um investimento de US$ 399,2 milhões por parte do grupo Alaska Air.

BR Distribuidora busca rentabilidade

A BR Distribuidora anunciou as primeiras metas da nova gestão da empresa com foco no aumento da rentabilidade no curto e médio prazos. Ao mesmo tempo, a companhia traça um novo reposicionamento estratégico para o longo prazo, de olho nas oportunidades geradas pela transição energética para uma economia de baixo carbono. A
expectativa é divulgar o plano no início do segundo semestre, segundo reportagem do Estadão.

Emissões e dívida

JBS (JBSS3) aprova recompra de ações

A JBS (JBSS3) aprovou nesta quarta-feira (12) um novo plano de recompra de ações. O plano é uma política “recorrente” da JBS, com o objetivo de “maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente da sua estrutura de capital”.

Atualmente, segundo a empresa, existem 1.376.284.583 ações ordinárias em circulação e 41.197.800 em tesouraria. A JBS poderá adquirir até 10% das ações em circulação.

BR Properties (BRPR3) anuncia pagamento de debêntures

A BR Properties (BRPR3) comunicou hoje a seus acionistas que amanhã (13 de maio) será efetuado o pagamento de juros de forma unitária das 2ª, 3ª, 4ª e 5ª séries da décima segunda emissão pública de debêntures simples da empresa.

Na segunda série, o juros é de R$ 1,86783900. Nas terceira e quarta séries, mesmo valor. Na quinta série, R$ 3,73567800.

Celesc (CLSC3 CLSC4) emite debêntures

A Celesc (CLSC3 CLSC4) aprovou a sua 4ª Emissão de Debêntures, com o valor total de captação de R$ 550 milhões.

A emissão será de série única, onde cada debênture terá valor unitário de R$ 1 mil, sem atualização monetária. Serão emitidas 550 mil, na data de 15 de maio de 2021, com prazo de vencimento de cinco anos, ou seja, para 15 de abril de 2026.

AES Tietê (AESB3): conselho aprova incorporação da empresa pela AES Brasil Operações

AES BRASIL informou que sua controlada AES Tietê Energia teve aprovada pelo seu Conselho de Administração a proposta de reorganização societária envolvendo incorporação da AES Tietê pela AES Brasil Operações, subsidiária integral da AES Tietê.

Eletrobras (ELET6) encerra oferta de debêntures

A Eletrobras informou que ontem (12) ocorreu a liquidação e encerramento da oferta pública, distribuída com esforços restritos, referente à sua 3ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em 2 séries.

A emissão totalizou R$ 2,7 bilhões.

IPO

Havan pede novamente registro de companhia aberta

Após suspender em outubro do ano passado os planos de uma oferta inicial de ações (IPO), a varejista Havan pediu nesta quarta-feira (12), segundo o site G1, o registro de companhia aberta, retomando os planos com as ações.

O empresário Luciano Hang planejava vender uma fatia da icônica cadeia de lojas que têm na fachada réplicas da Estátua da Liberdade, e buscar recursos para financiar aberturas de centros de distribuição e novas lojas, além de investimentos em tecnologia e reforço no capital de giro.

Unifique pede registro de oferta pública de ações na CVM

A Unifique Telecomunicações protocolou ontem (12) pedido para realizar oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Mudança acionária

Usiminas (USIM5) tem alteração acionária

A Usiminas (USIM5) recebeu hoje comunicação da GQG Partners, informando que, em nome de seus clientes de gestão de carteiras de valores mobiliários, adquiriu, em operações realizadas no mercado secundário, ações preferenciais classe A da empresa (USIM5), fazendo o total subir a 50.076.927 ações preferenciais.

Esse montante representa, aproximadamente, 9,14% das ações preferenciais classe A emitidas pela Usiminas.

A GQG Partners também informa que não possui poderes de voto e, como de praxe nesse tipo de movimentação, trata-se de um investimento minoritário que não tem o objetivo de alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia.

(Com Marco Antonio Lopes, Claudia Zucare, Rodrigo Petry e Redação)

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