Radar corporativo: veja as notícias das empresas nesta segunda-feira

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O Radar corporativo desta segunda-feira (16) destaca disputa, Stone e Totvs (TOTS3), pela compra da Linx, com a CVM liberando os votos dos fundadores no processo.

Também o ingresso do Banco do Brasil (BBAS3) no Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI) da Bolsa de Valores de Nova York, nas carteiras World e Emerging Markets. O Itaú Unibanco (ITUB4) também está, novamente, no DJSI. E a Suzano (SUZB3) integra o DJSI  Emerging  Markets.

Na sequência da safra de resultados do terceiro trimestre, hoje saem os balanços de CVC (CVCB3), que registrou um prejuízo líquido de R$ 215,6 milhões. Cemig (CMIG4) registrou lucro líquido de R$ 545,4 milhões revertendo prejuízo, entre outros, como das empresas novatas da bolsa.

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Veja a cobertura completa:

Linx (LINX3): fundadores autorizados a votar em AGE

A Linx (LINX3) comunicou na noite de sábado, 14, que a CVM indeferiu o pedido de adiamento de sua assembleia extraordinária convocada para terça (17).

Além disso, a Linx informou que o colegiado da Instituição deferiu o recurso apresentado pelos acionistas fundadores Nércio José Monteiro Fernandes, Alberto Menache e Alon Dayan.

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Segundo entendimento da CVM, o caso não se trata de hipótese de benefício particular e tampouco de conflito de interesses, que justifique o impedimento de voto por parte dos fundadores da Companhia.

BB (BBAS3) nas carteiras do DJSI

O Banco do Brasil (BBAS3) comunica que foi selecionado para compor o Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI) da Bolsa de Valores de Nova Iorque, nas carteiras World e Emerging Markets.

O BB participa da categoria Emerging Markets, ininterruptamente, desde a sua criação em 2013, e está listado na categoria World pela sétima vez, desde 2012.

O índice avalia empresas de capital aberto em relação a seu desempenho financeiro e sua gestão, integrados com a transparência, a governança corporativa e a responsabilidade socioambiental.

O BB foi considerado benchmark mundial, no setor bancos, em sete dos 23 temas avaliados.

ITUB4 também está no DJSI

O Itaú Unibanco (ITUB4) também está, novamente, no índice global Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI).

Segundo informa o banco, o Itaú obteve a melhor avaliação nos quesitos reporte ambiental e social, mudanças climáticas, estabilidade financeira e risco sistêmico, políticas e medidas anticrime e inclusão financeira.

O banco também foi selecionado para para compor a carteira do Índice Dow Jones Sustainability Emerging Markets.

Suzano (SUZB3) no DJSI  Emerging  Markets

A Suzano (SUZB3) comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que foi selecionada para compor a carteira do índice Dow   Jones   de   Sustentabilidade   Mercados Emergentes (DJSI  Emerging  Markets) no setor  de  produtos  florestais  e  papel.

A  participação atesta a atenção da empresa a temas como governança corporativa, gestão ambiental, desenvolvimento do capital humano e engajamento social.

PETR4 inicia venda do Polo Marlim

A Petrobras (PETR3; PETR4) iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser), referente à venda de 50% de sua participação nas concessões de Marlim, Voador, Marlim Leste e Marlim Sul, denominadas em conjunto como Polo Marlim, localizadas em águas profundas na Bacia de Campos. A Petrobras se manterá como operadora dos campos.

O teaser,  que  contém  as  principais  informações  sobre  a  oportunidade,  bem  como  os  critérios  de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site da   Petrobras. A empresa se compromete a informar ao mercado as etapas subsequentes do processo.

CVC (CVCB3) amplia prejuízo para R$ 215,6 mi

A CVC (CVCB3) registrou um prejuízo líquido de R$ 215,6 milhões no terceiro trimestre de 2020.

O resultado amplia o prejuízo pro forma do terceiro trimestre de 2019, quando a empresa teve R$ 13,9 milhões de prejuízo. No comparativo percentual a queda foi de 1.448%.

CVCB3: debêntures

A CVC (CVCB3) publicou edital convocando para assembleia a ser realizada quinta-feira (19), a fim de deliberar sobre a proposta da diretoria para alterar prazo, forma de pagamento, quantidade de parcelas e remuneração dos títulos de dívida emitidos.

A companhia busca ainda alterar as cláusulas de vencimento antecipado. O que inclui a que diz respeito à hipótese de não cumprimento de índices de alavancagem financeira.

Cemig (CMIG4) reverte prejuízo em lucro de R$ 545 mi

A Cemig (CMIG4) registrou lucro líquido de R$ 545,4 milhões no terceiro trimestre de 2020, revertendo prejuízo de quase R$ 282 milhões no mesmo período do ano passado.

No acumulado do ano, o lucro líquido atingiu R$ 1,53 bilhão, contra R$ 2,63 bilhões de igual período de 2019.

Cosan Log (RLOG3): lucro líquido cai 44%

A Cosan Log (RLOG3) divulgou o balanço do terceiro trimestre de 2020 com um lucro líquido de R$ 161,387 milhões, um desempenho 44,61% menor na comparação com igual período do ano passado, quando mostrou lucro de R$ 291,392 milhões.

Quero-Quero (LJQQ3) lucra R$ 30,1 mi, alta de 125,6%

A Quero-Quero (LJQQ3) reportou um lucro líquido de R$ 30,1 milhões no terceiro trimestre de 2020.

No mesmo período do ano anterior, a varejista havia registrado lucro de R$ 13,3 milhões.

Lavvi (LAVV3) registra alta de 31% no lucro

A Lavvi (LAVV3) registrou lucro líquido de R$ 17,6 milhões no terceiro trimestre de 2020, crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado.

Cury (CURY3) registra alta de 46,9% no lucro

A Cury (CURY3) registrou lucro líquido de R$ 59,2 milhões no terceiro trimestre de 2020, um aumento de 46,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Plano & Plano (PLPL3) lucra 42%

A incorporadora Plano & Plano (PLPL3) registrou lucro líquido de R$ 33,4 milhões no terceiro trimestre de 2020. Ou seja, aumento de 42,8% em relação aos R$ 23,3 milhões do mesmo período do ano passado.

Grupo Soma (SOMA3) tem queda de 45,4% no lucro

O Grupo de Moda Soma (SOMA3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 21,9 milhões no terceiro trimestre de 2020, recuo de 45,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Simpar (SIMH3) registra lucro de R$ 96 milhões

A Simpar (SIMH3) reportou um lucro líquido de R$ 96 milhões no terceiro trimestre de 2020.

No mesmo período do ano anterior, a Companhia havia registrado lucro de R$ 66,1 milhões.

Simpar (SIMH3) registra lucro de R$ 96 milhões

A Simpar (SIMH3) reportou um lucro líquido de R$ 96 milhões no terceiro trimestre de 2020.

No mesmo período do ano anterior, a Companhia havia registrado lucro de R$ 66,1 milhões.

Portobello (PTBL3) reverte prejuízo e lucra 805% a mais

O lucro líquido da Portobello (PTBL3) no terceiro trimestre somou R$ 20,6 milhões. Assim, a empresa reverteu o prejuízo de R$ 2,9 milhões do mesmo período de 2019, uma alta de 805,8%.

Já o lucro líquido ajustado e recorrente foi de R$ 30,2 milhões no trimestre, 402,2% acima terceiro trimestre de 2019.

Viver (VIVR3) registra prejuízo

A Viver Incorporadora e Construtora (VIVR3), em recuperação judicial, reportou um prejuízo de R$ 79,6 milhões no terceiro trimestre de 2020.

No mesmo trimestre do ano anterior, o prejuízo foi de R$ 80 milhões.

Dasa (DASA3) lucra R$ 50,1 mi, alta de 15,1%

A Dasa, Diagnósticos da América, (DASA3) registrou um lucro líquido de R$ 50,1 milhões no terceiro trimestre de 2020.

Os números refletem uma alta de 15,1% sobre os lucros do mesmo período de 2019, com R$ 43,5 milhões.

Restoque (LLIS3) amplia prejuízo para R$ 112 mi

A Restoque (LLIS3) teve um prejuízo líquido de R$ 112 milhões no terceiro trimestre, resultado pior que os R$ 55,2 milhões de prejuízo do mesmo período do ano passado.

No resultado líquido ajustado, o prejuízo foi de R$ 91,7 milhões no terceiro trimestre.

BAHI3 reverte lucro e tem prejuízo de R$ 13,6 mi

A Bahema Educação (BAHI3) registrou prejuízo líquido de R$ 13,6 milhões no terceiro trimestre de 2020, revertendo o lucro do mesmo período do ano passado. Assim, o lucro caiu 931%.

Time For Fun (SHOW3): prejuízo líquido tem leve melhora

A Time For Fun (SHOW3) reportou que houve uma leve melhora no prejuízo líquido da empresa, passando de R$ 13,2 milhões no terceiro trimestre de 2019 para R$ 13,0 milhões agora.

Rossi (RSID3): prejuízo cai 45%, para R$ 77,6 milhões

A Rossi (RSID3) divulgou seu balanço do terceiro trimestre de 2020 e apurou prejuízo líquido de R$ 77,6 milhões, o que representa um valor 45,2% menor que os R$ 141,6 milhões do terceiro trimestre de 2019.

Springs Global (SGPS3) reduz prejuízo líquido para R$ 34,6 mi

A empresa têxtil Springs Global (SGPS3) registrou um prejuízo líquido no terceiro trimestre de R$ 34,6 milhões.

O resultado é melhor do que o prejuízo de R$ 64,1 milhões do mesmo período do ano passado.

Iguá Saneamento (IGSN3) tem queda de 95% no lucro

A Iguá Saneamento (IGSN3) registrou lucro líquido de R$ 644 mil no terceiro trimestre de 2020, recuo de 95% em relação ao mesmo período do ano passado.

Grazziotin (CGRA4) reporta aumento de 51% do lucro

A Grazziotin (CGRA3 CGRA4) reportoulucro líquido de R$ 18,714 milhões no terceiro trimestre de 2020, o que representa 51% a mais do que os R$ 12,390 milhões conseguidos no mesmo período de 2019.

Triunfo (TPIS3) disputa área do Porto de Santos

Segundo o Valor, a Triunfo Participações (TPIS3), a Evolve Empreendimentos e a Santos Port Authority (SPA) disputam uma área desocupada do Porto de Santos para construir novos terminais o local.

Klabin (KLBN11) próxima do fim de pagamento de royalties

A Klabin (KLBN11) está mais próxima do fim do pagamento de royalties por uso da marca a seus controladores. A assembleia geral extraordinária (AGE) que vai decidir sobre a proposta de incorporação da Sociedade Geral de Marcas (Sogemar) pela companhia acontece em dez dias. E as duas principais consultorias de aconselhamento a investidores institucionais, Institutional Shareholder Services (ISS) e Glass Lewis, emitiram recomendação de voto favorável, informa o Valor.

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