Radar: AZUL4 opera com 90% da capacidade; Rumo (RAIL3) emite debêntures

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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O Radar corporativo desta quinta-feira (17) destaca que a Azul (AZUL4) pretende atingir 90% de sua capacidade doméstica em dezembro e 100% no primeiro trimestre de 2021.

A Rumo (RAIL3) aprovou emissão de debêntures no valor total de R$ 1 bilhão.

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Já BR Properties (BRPR3) anunciou a compra da Torre Corporativa B1 – Aroeira, em São Paulo, por R$ 664.8 milhões.

O Carrefour (CRFB3) informou que comprou mais cinco lojas e dois postos do Makro.

A Marcopolo (POMO4) fechou acordo para venda de fatia de 49% na indiana Tata Marcopolo Motors, para a Tata Motors.

A Usiminas (USIM5) informou que sua produção total de laminados, nos últimos 45 dias está 0,2% acima da média diária do primeiro trimestre de 2020 e 6,4% acima da média diária de 2019.

Enquanto isso, a Tenda (TEND3) aposta nas construções industrializadas para entregar 10 mil unidades a partir de 2026. A empresa vai montar fábrica de estrutura de madeira (wood frame) no interior de São Paulo.

Por fim, Bradesco (BBDC4), BR Distribuidora (BRDT3) e Cesp (CESP6) informam sobre proventos de JCP.

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Azul (AZUL4): 90% da capacidade em dezembro

A Azul (AZUL4) projeta operar com 90% da sua capacidade doméstica em dezembro.

No primeiro trimestre de 2021, a oferta em voos nacionais deve atingir 100%.

A empresa anunciou na quarta (16) as projeções de capacidade para o mês de dezembro de 2020 e para o primeiro trimestre de 2021.

“Como resultado de uma das recuperações da demanda mais aceleradas do mundo, em dezembro de 2020, a companhia espera operar mais de 90% da sua capacidade doméstica comparada com o mesmo período do ano anterior”, afirma a Azul.

Para o primeiro trimestre de 2021, a Azul espera operar mais de 85% da sua capacidade total comparado com o primeiro trimestre de 2019.

“A flexibilidade única da frota, junto com a malha altamente conectada, permitiu que a Azul adequasse rapidamente sua capacidade, capturando a demanda em recuperação”, explica a empresa.

Rumo (RAIL3) anuncia emissão de debêntures

A Rumo (RAIL3) anunciou nesta quarta (16) que foi aprovava a emissão de debêntures no valor total de R$ 1 bilhão.

Será a 15ª emissão de debêntures da companhia, dividida em duas séries. Segundo a empresa, serão emitidas, inicialmente, 1.000.000 de debêntures, a  R$ 1.000,00 cada.

As debêntures da primeira Série terão prazo de vencimento de 10 anos contados da data de emissão.

As da segunda série terão prazo de vencimento de 15 anos.

Os títulos vão ser corrigidos pelo IPCA. A remuneração da primeira série incluirá a variação dos títulos públicos atrelados à inflação, além de adicional de até 0,75% ao ano, ou taxa de juros fixa de 4,10% ao ano.

As debêntures segunda série terão remuneração com variação dos títulos públicos atrelados ao IPCA, com adição de 0,75% ao ano, ou a taxa fixa de 4,50% ao ano – o valor que for superior.

TEND3: construção industrializada em 2026

A Tenda (TEND3) anunciou investimento em construções industrializadas a fim de produzir 10 mil unidades a partir de 2026. Para tanto, a construtora irá montar uma fábrica de estrutura de madeira (wood frame) no interior de São Paulo, em cidade ainda não revelada, informa o Valor.

A Tenda estima investimentos de R$ 300 milhões a R$ 400 milhões até a conclusão da operação. A construção industrializada consumirá 3% da receita líquida anual da empresa nos próximos quatro anos.

BR Properties (BRPR3) compra Torre Corporativa

A BR Properties (BRPR3) anunciou a compra da Torre Corporativa B1 – Aroeira, em São Paulo, por R$ 664,876 mi.

A área bruta locável (ABL) do imóvel é de 45.677,89 m². Ele está localizado no empreendimento imobiliário Condomínio Parque da Cidade, na capital de São Paulo.

“O preço total da aquisição, reajustado pelo INCC, é de R$ 664.876.225,97, sendo desembolsado, nesta data, o valor de R$ 606.764.939,93”, especifica a empresa.

“O saldo, já descontado o sinal pago em 2019, no montante de R$ 28,2 milhões será pago na superação, pela vendedora, de determinadas condições constantes na escritura.”

A companhia informa ainda que “já celebrou contrato de pré-locação no imóvel compreendendo 14.174 m² de ABL, pelo prazo de 10 anos (120 meses), correspondente a 31% da área bruta locável da Torre Aroeira.”

RNI (RDNI3) soma R$ 584 milhões em lançamentos

A RNI Negócios Imobiliários (RDNI3) soma R$ 584 milhões, em lançamentos em 2020, seu maior Valor Geral de Vendas (VGV) em seis anos, segundo o presidente da empresa, Carlos Bianconi, afirmou ao Valor.

Para 2021, a expectativa é de crescimento de 40% a 50% dos lançamentos em relação a 2020. Em relação às vendas, a expectativa é que haja expansão de 35% a 40%.

Ultra (UGPA3) foca no mercado aberto de gás

O Grupo Ultra (UGPA3) destinará R$ 216 milhões, dos R$ 349 milhões previstos para aportes na Ultragaz em 2021, na expansão do mercado aberto de gás. A empresa investirá R$ 90 milhões para a construção de duas novas bases de engarrafamento, em Miramar, no Pará, e Mucuripe, no Ceará.

Já estão no radar do grupo a Repar (Refinaria Presidente Getúlio Vargas) e a Refap (Refinaria Alberto Pasqualini), em uma operação que levaria a sinergias importantes com a Ultragaz, informa o Valor.

Já o Estadão informa que o Grupo Ultra contratou o Bank of America (Bofa) para realizar a venda da Oxiteno, avaliada em mais de US$ 1,5 bilhão.

Marcopolo (POMO4) vende 49% da Tata

A Marcopolo (POMO4) fechou acordo para venda de fatia de 49% na indiana Tata Marcopolo Motors, para a Tata Motors.

O valor da transação foi de US$ 13,5 mi. O contrato inclui licenciamento para que a Tata Motors use a marca mediante royalties.

“A companhia deverá licenciar a utilização de sua marca Marcopolo à TMML, que ,em contrapartida, deverá pagar à Marcopolo, por um período de 3 anos, royalties”, diz o comunicado da Marcopolo.

“Os  royalties incidem sobre a receita resultante das vendas que realizar dos modelos de veículos/ônibus atualmente fabricados pela Tata. As empresas envolvidas devem manter um canal aberto para colaboração em projetos futuros de tecnologia em carrocerias e para prestação de serviços de consultoria técnica”, complementa a nota.

Usiminas (USIM5) aumenta produção de laminados

A Usiminas (USIM5) informou que sua produção total de laminados, nos últimos 45 dias (de 01/11/20 até 15/12/20), somou 533 mil toneladas.

Esse volume é 0,2% acima da media diária do primeiro trimestre de 2020 e 6,4% acima da média diária de 2019.

O volume total de vendas da Unidade de Siderurgia acumulado nos mesmos 45 dias foi de 577,6 mil toneladas, sendo 11,5% acima da média diária do primeiro trimestre de 2020 e 14,1% superior à média diária de 2019.

“Nesse mesmo período, o volume de vendas para o Mercado Interno foi de 559,2 mil toneladas, o que representa 97% do volume total de vendas, sendo 25,3% acima da média diária do primeiro trimestre de 2020 e 23,2% superior à de 2019”, contabiliza a companhia.

“O Mercado Externo representou 18,4mil toneladas de vendas, ou 3% do volume total vendido, destinado principalmente a clientes nacionais com cadeias produtivas no exterior”, acrescenta.

Usiminas (USIM5) pagará R$ 118 milhões ao Cade para encerrar processo

A Usiminas (USIM5) informou que assinou um Termo de Acordo Judicial com o Cade a fim de “encerrar todas as controvérsias” relacionadas a processos envolvendo a antiga Companhia Siderúrgica Paulista (Cosipa), incorporada pela companhia em 2009. A companhia pagará R$ 118,607 milhões, que, segundo a companhia, já foi provisionado.

TIM (TIMS3): empréstimo local para pagar Oi (OIBR4)

A TIM (TIMS3) deve fazer empréstimo junto a bancos brasileiros, em reais, para financiar a sua parte na aquisição da operação de telefonia móvel da Oi. É o que informa o diretor financeiro e de relações com investidores, Adrian Calaza, segundo o Valor.

Cemig (CMIG3) pagará R$ 0,51 em proventos no dia 30

A Cemig (CMIG3) informou que distribuirá R$ 400 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP) e R$ 364,181 milhões em dividendos aos seus acionistas no dia 30 de dezembro. Os valores, que são referentes ao exercício de 2019, equivalem a R$ 0,274 e R$ 0,249 respectivamente por ação. A posição acionária considerada é a do dia 23/12/2019 no caso do JCP e 31/07/20 no caso dos dividendos.

Petro Rio (PRIO3): alteração acionária relevante

A Petro Rio (PRIO3) informou que a One Hill reduziu participação acionária de 9,96% para 4,44%.

A Onde Hill detém agora 6.421.710 ações ordinárias do capital social da companhia, o que representa 4,44% do capital social da PetroRio.

“A alteração não visa alterar a estrutura administrativa da empresa e não faz parte de qualquer acordo ou
contrato que disponha sobre direito de voto ou compra e venda de valores mobiliários de emissão da companhia”, lembra a Petro Rio.

Carrefour (CRFB3) compra lojas e postos do Makro

O Carrefour (CRFB3) informou que comprou mais cinco lojas e dois postos do Makro. O valor da transação foi de R$ 519,26 milhões.

As lojas e postos de gasolina estão localizadas nos estados do Ceará, Bahia, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Goiás.

Triunfo (TPIS3): cancelamento do registro da Econorte

A Triunfo (TPIS3) comunicou que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorizou o cancelamento voluntário do registro da Econorte.

“A CVM deferiu nesta data a solicitação de cancelamento voluntário do registro da Econorte de valores mobiliários na categoria –B”, diz a empresa.

Triunfo (TPIS3) informa reajuste de pedágio da Rodovias do Norte

A Triunfo (TPIS3) informou que sua subsidiária Empresa de Rodovias do Norte aplicou o reajuste anual da tarifa básica de pedágio em 7,60%, equivalente à variação da inflação no período de 12 meses, a partir desta quinta-feira (17).

Bradesco (BBDC4) aprova JCP de R$ 3,502 bi

O Bradesco (BBDC4) aprova Juros sobre Capital Próprio (JCP) no valor de R$ 3,502 bi. Esse valor corresponde a R$ 0,3775 por ação ON e R$ 0,4152 por PN.

“Poderão se beneficiar os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade em 28 de dezembro de 2020(data-base de direito)”, lembra o Bradesco.

“As ações a serem negociadas ‘ex-direito’ aos juros sobre o capital próprio complementares valem a partir de 29 de dezembro.”

BR Distribuidora (BRDT3): JCP de R$ 0,4275 por ação

A BR Distribuidora (BRDT3) aprovou o pagamento de JCP de R$ 0,4275 por ação.

“A distribuição de remuneração é antecipada aos acionistas e se refere ao exercício de 2020”, avisa a empresa.

O montante bruto dessa antecipação será de R$ 498,12 milhões.

O pagamento será efetuado no dia 12 de janeiro de 2021, com base na posição acionária de 21 de dezembro 2020 (inclusive).

As ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas ex-JCP a partir de 22 de dezembro de 2020.

Cesp (CESP6): JCP de de R$ 150 milhões

A Cesp (CESP6) informou que pagará proventos de JCP de R$ 0,4264 por ON e PN e R$ 1,8245 por PNA, no valor de R$ 150 milhões.

“Terão direito a JCP as pessoas inscritas como acionistas da companhia na data base de 21 de dezembro de 2020, respeitadas as negociações realizadas até essa data”, informa a Cesp.

“As ações da companhia serão negociadas ex-JCP a partir de 22de dezembro de 2020, inclusive.”

Fleury (FLRY3): plataforma de testes genéticos

O Fleury (FLRY3) anunciou o lançamento da plataforma Sommos DNA, que realiza testes de mapeamento genético e pode identificar mutações no DNA.

“O objetivo deste tipo de testes é identificar mutações no DNA e sua relação com as probabilidades do desenvolvimento de doenças a longo prazo ou que podem ser herdados por filhos, promovendo maior planejamento e autonomia para o gerenciamento da própria saúde do indivíduo”, explica comunicado da Fleury.

Esses testes têm como público-alvo “pessoas saudáveis, que apresentam ou não predisposição a doenças hereditárias, e oferecerá maior conhecimento sobre seus riscos, ajudando indivíduos a se conhecerem melhor e a adquirirem hábitos saudáveis.”

O primeiro teste da Sommos DNA terá como foco 30 genes relacionados à oncologia.

IRB (IRBR3): mercado de seguros cresce 11,5%

O mercado de seguros fechou outubro com alta de 11,5% no faturamento com prêmios emitidos, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foi o segundo melhor mês de 2020, com crescimento em quase todas as linhas de negócios, ficando atrás somente de setembro, que registrou alta de 17,4%.

Os dados são do Boletim IRB+Mercado divulgado pelo IRB+Inteligência, serviço de inteligência de dados do IRB Brasil RE. O estudo exclui os ramos de DPVAT, saúde, VGBL, PGBL e outras linhas de previdência.

Os prêmios cedidos às resseguradoras brasileiras também registraram alta. Em outubro, de acordo com os dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) analisados pelo Boletim IRB+Mercado, as seguradoras cederam 65,3% mais prêmios nas operações de resseguro em relação a outubro de 2019. No acumulado do ano, o crescimento chega a 33,5% como reflexo do aumento de repasses em quase todas as linhas de negócios.

ELET6: consulta discute contratos em Manaus

A Eletrobras (ELET3 ELET6) informou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a abertura de consulta pública a respeito da alteração dos contratos de compra e venda de energia das usinas dos Produtores Independentes de Energia (PIEs) de Manaus. A consulta será realizada entre 16 de dezembro de 2020 e 08 de janeiro de 2021,

A proposta de alteração contratual dos PIEs visa adequar o despacho das usinas Cristiano Rocha, Tambaqui, Manaura, Jaraqui e Ponta Negra às necessidades elétricas do Sistema de Manaus, alocando os custos do fornecimento de energia na região. Isso, de acordo com a Eletrobras, traia benefícios ao reduzir a sobrecontratação de energia da Amazonas Energia e diminuir a inadimplência atual da distribuidora com a Amazonas G&T. Além de reduzir o custo global de operação destes empreendimentos e o dispêndio da Conta de Consumo de Combustível (CCC).

A estatal explica que os contratos atuais ocorreram no âmbito do Sistema Isolado onde as usinas foram contratadas na modalidade quantidade (100% inflexível com CVU igual a zero), com volume contratado total de 305 MW médios.

Por esse sistema, todo o custo de geração, incluindo o gás, é suportado pela Amazonas G&T, e assim a empresa fica exposta ao risco de inadimplência da distribuidora, sem ter qualquer remuneração por essa operação.

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