Radar corporativo: veja os destaques das empresas nesta terça-feira

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O Radar corporativo desta terça-feira (27) destaca que o Santander (SANB11) divulgou balanço do terceiro trimestre, com lucro de R$ 3,9 bilhões, desempenho acima do projetado pelo mercado, que era de R$ 2,9 bilhões.

A Petz teve alta de 47,5% no lucro. E a Unidas (LCAM3), alta de 44,4%.

A Cosan (CSAN3) apresentou proposta no processo competitivo de desinvestimento promovido pela Petrobras (PETR4).

BDRs, Day Trade, Unicórnios e novos IPOs.

Hoje é dia de insights para investir em 2021.

Veja mais destaques.

Santander (SANB11) tem lucro de R$ 3,9 bilhões

O Santander (SANB11) Brasil registrou um lucro líquido gerencial de R$ 3,902 bilhões no terceiro trimestre, um desempenho 82,7% superior ao reportado no segundo trimestre, de R$ 2,136 bilhões.

Com isso, o resultado ficou acima das expectativas do mercado, que aguardava por um lucro R$ 2,994 bilhões.

O balanço regstrou uma queda de 12,5% no resultado de créditos de líquidação duvidosa.

Petz (PETZ3) registra alta de 47,5% no lucro

Petz (PETZ3) reportou um lucro líquido de R$ 17,06 milhões no terceiro trimestre de 2020. Isso representa um crescimento de 47,5% na comparação com igual trimestre do ano passado.

Nos nove primeiros meses deste ano, a Companhia registrou um lucro de R$ 46,78 milhões, alta de 124,9% sobre igual período de 2019.

Unidas (LCAM3) tem alta de 44,4% no lucro do 3TRI20

A Unidas (LCAM3) reportou um lucro líquido de R$ 124,2 milhões no terceiro trimestre de 2020. Isso representa um crescimento de 44,4% na comparação com igual trimestre do ano passado.

O resultado financeiro foi uma despesa de R$ 69,9 milhões, uma diminuição de 23,7%.

De acordo com a Unidas, a melhora foi impulsionada pelos avanços da companhia na redução dos spreads praticados e à menor taxa básica de juros.

Cosan (CSAN3): Compass quer 51% da Gaspetro

A Cosan (CSAN3) informou que a sua controlada, a Compass Gás e Energia, apresentou proposta no processo competitivo de desinvestimento promovido pela Petrobras (PETR4).

A petrolífera pretende realizar a alienação de 51% do capital social da Gaspetro.

Klabin (KLBN11) avalia novas aquisições

Segundo o diretor de embalagem da companhia, Douglas Dalmasi, a Klabin busca oportunidades no mercado de papelão ondulado, especialmente no Paraná, informa o Valor.

Há duas semanas, a empresa assumiu as fábricas de embalagens da International Paper (IP) no Brasil.

Ânima (ANIM3) esclarece notícia sobre oferta de ações

A Ânima (ANIM3) esclareceu a notícia veiculada na imprensa sob o título “Ânima tem oferta de ações na mesa como estratégia para recompor caixa”.

O questionamento foi feito pela B3, que solicitou a confirmação ou não da notícia, bem como outras informações consideradas importantes.

Em resposta, a Ânima declarou que está constantemente avaliando sua estrutura de capital, mas que até a presente data não há qualquer aprovação para realizar oferta pública de ações.

Ser (SEER3) tenta inviabilizar venda da Laureate

Em mais uma movimentação para barrar a compra da Laureate pela Ânima (ANIM3), a Ser Educacional (SEER3) entrou com uma petição que visa impedir a derrubada da liminar que suspendeu os negócios.

Para basear seus argumentos, afirma o Valor, a Ser contratou estudo da Tendências para provar que a Ânima não tem todo o recurso disponível em caixa para aquisição da empresa.

Em relatório, o BTG alertou que a oferta da Ânima pode expirar em aproximadamente um mês e novos concorrentes podem aparecer.

Santander (SANB11) aprova JCP

O Conselho de Administração do Santander (SANB11) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 1 bilhão.

Segundo o comunicado, isso equivale a R$ 0,12776360834 por ação ordinária, R$ 0,14053996918 por ação preferencial e R$ 0,26830357752 por Unit, sem considerar o efeito do imposto de renda.

Os proventos serão pagos a partir do dia 23 de dezembro de 2020.

Cielo (CIEL3) interessada na fusão Linx (LINX3) e Stone

A polêmica compra da Linx (LINX3) pela Stone ganhou mais um capítulo. Isso por que a Cielo (CIEL3) quer ser habilitada como “terceira interessada” na fusão entre as duas empresas.

Em documento enviado ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), a Cielo encaminhou suas considerações sobre os efeitos no mercado de uma possível união entre as empresas.

Eletrobras (ELET6) assina acordo de leniência com Camargo Corrêa

A Eletrobras (ELET6) assinou o termo de adesão ao Acordo de Leniência, firmado pela Controladoria-Geral da União (CGU) e Advocacia Geral da União (AGU) com a Camargo Corrêa, para fins de ressarcimento, em relação a empreendimentos dos quais participa, direta ou indiretamente, por meio de suas controladas.

Os valores serão recebidos em 24 parcelas anuais a serem corrigidas pela Selic. As empresas beneficiadas são Furnas, Eletronorte, Chesf e Eletrobras.

A Eletrobras e Chesf receberão R$ 28,8 milhões. Já Eletronorte receberá R$ 38,4 milhões e Furnas R$ 20,6 milhões.

Os pagamentos se referem aos prejuízos causados pela construtora, decorrentes do esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato.

Track & Field (TFCO4): BC Gestão tem 18,56% das ações

A Track & Field informou que a BC Gestão de Recursos em 26 de outubro de 2020, passou a deter 13.361.000 ações preferenciais.

Isso corresponde a 18,56% das ações preferenciais emitidas pela companhia, ou 1,41% do capital social e 8,37% do valor econômico da empresa.

Intermédica (GNDI3) adquire Grupo Serpram (MG) por R$ 170 milhões

A Notre Dame Intermédica (GNDI3) firmou acordo para comprar o grupo Serpram (Serviço de Prestação de Assistência Médico-Hospitalar).

O valor da transação foi de R$ 170 milhões.

A compra inclui os hospitais IMESA (Instituto de Medicina Especializada Alfenas) e Varginha (MG), além de uma seguradora.

Guararapes (GUAR3) aprova migração para o Novo Mercado

A Guararapes (GUAR3) comunicou que o Conselho de Administração aprovou a migração da companhia para o segmento de listagem Novo Mercado da B3, com a consequente admissão das ações para negociação.

Alliar (AALR3) renegocia dívidas de curto prazo

A Alliar (AALR3) informou que concluiu as negociações com alguns de seus principais credores bancários.

As tratativas eram para alongar o cronograma de vencimentos das dívidas da empresa, reduzindo a concentração de vencimentos de empréstimos e financiamentos nos próximos 12 meses.

Adiar o vencimento das dívidas de curto prazo ajuda a reforçar a solidez financeira do balanço da Alliar.

Randon (RAPT4) aprovada criação de subsidiária

A Randon (RAPT4) aprovou a constituição de uma subsidiária denominada Randon Tech Solutions Industry.

O capital social inicial é de R$ 20,400 milhões.

A empresa terá localização em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.

Grupo Soma (SOMA3) compra ByNV

O Grupo Soma (SOMA3), dono da Animale e da Farm, comunicou que assinou memorando de entendimentos com os sócios da NV. O valor estimado da transação é de R$ 210 milhões, mas está sujeito a ajustes.

Pela negociação, serão pagos 47% do valor em dinheiro e 53% por meio de troca de ações.

A operação engloba as empresas ByNV Comércio Varejista de Artigos de Vestuário, NV Comércio e Serviços, NV Loja Comércio de Roupas e Acessórios e NV Logística, Transporte e Armazenagem.

Marfrig (MRFG3) anuncia criação de joint venture com empresa dos EUA

A Marfrig (MRFG3) comunicou que concluiu a criação da PlantPlus.

A empresa é um joint venture entre o frigorífico e a americana Archer-Daniels-Midland Company (ADM). E atuará no mercado de proteínas vegetais nas Américas do Norte e Sul.

Restoque (LLIS3): fundo WP XI reduz participação

A Restoque (LLIS3) anunciou que o fundo WP XI diminuiu sua participação para 14,99% do capital. Essa fatia representa 10,3 mi de ações.

O fundo informou, ainda, que “as alienações não visam alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia”.

Azul desiste de recursos do BNDES

A Azul montou um plano de emissão de debêntures conversíveis em ações, no valor de R$ 1,6 bilhão, já com garantia de participação de investidores.

Segundo o Valor, com a oferta, a companhia vai abrir mão dos recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de ajuda às aéreas, negociados há mais de seis meses.