Radar traz Cogna (COGN3), Centauro (SBFG3), Oi (OIBR4) e Magalu (MGLU3)

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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No Radar Corporativo desta quarta-feira (31) destaque para a enxurrada de balanços que marca o último dia regular para publicação pelas companhias de capital aberto.

A Cogna (COGN3) registrou um prejuízo líquido no ano de 2020 de R$ 5,805 bilhões, revertendo lucro líquido de R$ 242,6 milhões de um ano antes, refletindo o maior impacto de reconhecimento de perdas no valor recuperável do ágio de unidades de negócio, assim como maiores níveis de provisionamento que a Companhia reconheceu ao longo do ano.

Apenas no quarto trimestre, a Cogna (COGN3) registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 589,232 milhões, revertendo lucro de R$ 51,620 milhões de um ano antes, e com perdas quase cinco vezes acima do estimado pelo consenso. Sem ajustes, o prejuízo da empresa no quarto trimestre somou R$ R$ 4,019 bilhões, cifra 22,8 vezes em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a Cogna, o resultado foi severamente impactado pelo reconhecimento de perdas no valor recuperável de ativos (impairment), um efeito não-caixa que totalizou R$ 3,3 bilhões.

Centauro (SBFG3) apresentou lucro líquido de R$ 15 milhões no quarto trimestre de 2020, redução de 91,1% na comparação com igual período de 2019, desempenho abaixo do consenso.

Já a administradora de planos de saúde Qualicorp (QUAL3) apresentou alta de 12,4% no lucro líquido do quarto trimestre de 2020, para 67,6 milhões, resultado abaixo do consenso.

A Enjoei (ENJU3) reportou prejuízo líquido de R$ 18,8 milhões no quarto trimestre de 2020, perda 47% maior do que o prejuízo de R$ 12,8 milhões de um ano antes e abaixo do consenso, que previa lucro.

Enquanto isso, o BMG (BMGB4) reportou um lucro líquido contábil no quarto trimestre de R$ 76 milhões, queda de 53,3%, e lucro líquido recorrente no trimestre foi de R$ 96 milhões, alta de 30,6%.

A construtora PDG (PDGR3) reverteu o prejuízo de R$ 287 milhões do último trimestre de 2019 e lucrou R$ 70 milhões no quarto trimestre de 2020.

Por sua vez, a Time For Fun (SHOW3) reportou prejuízo de R$ 56,7 milhões no quarto trimestre de 2020. Os números refletem um prejuízo 9,45 vezes superior ao quarto trimestre de 2019, com R$ 6 milhões em prejuízo.

A Priner (PRNR3), companhia do setor de serviços e manutenção industrial, apresentou lucro líquido de R$ 16,71 milhões no quarto trimestre de 2020.

E a Quality (QUSW3) apresentou um lucro líquido de R$ 4,3 milhões no quatro trimestre de 2020. O valor é 513% maior do que os R$ 691 mil de lucro do mesmo período do ano anterior.

Destaque ainda para Oi (OIBR4), que conclui a alienação de torres, com Highline pagando parcela à vista no total de R$ 861,7 milhões, do preço total de R$ 1,07 bi.

Por fim, a Magazine Luiza (MGLU3) efetivou a compra do app Tonolucro e da plataforma GrandChef, para reforçar serviços e operações de entrega de alimentos e supermercados.

Veja agora a a cobertura completa do Radar Corporativo

O que você verá neste artigo:

Balanços 

Cogna (COGN3) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 5,8 bilhões em 2020

A Cogna (COGN3) registrou um prejuízo líquido no ano de 2020 de R$ 5,805 bilhões, revertendo lucro líquido de R$ 242,6 milhões de um ano antes.

Segundo a empresa, os números negativos refletem o maior impacto de reconhecimento de perdas no valor recuperável do ágio de unidades de negócio, assim como maiores níveis de provisionamento que a Companhia reconheceu ao longo do ano.

Apenas no quarto trimestre, a Cogna (COGN3) registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 589,232 milhões, revertendo lucro de R$ 51,620 milhões de um ano antes, e com perdas quase cinco vezes acima do estimado pelo consenso.

Sem ajustes, o prejuízo líquido somou R$ 4,019 bilhões no quarto trimestre de 2020. O valor representa crescimento de 22,8 vezes em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a Cogna, o resultado foi severamente impactado pelo reconhecimento de perdas no valor recuperável de ativos (impairment), um efeito não-caixa que totalizou R$ 3,3 bilhões.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) recorrente foi negativo em R$ 100,4 milhões no quarto trimestre, ante desempenho positivo de R$ 504,052 milhões no mesmo intervalo de 2019.

No ano, o Ebitda recuou 70,7%, para R$ 689,652 milhões, encerrando o ano com uma margem de 11,7%, ante 33,5% de 2019.

A receita líquida somou R$ 1,643 bilhão entre outubro e dezembro, queda de 14,9%, e no ano passado atingiu R$ 5,899 bilhões (-16,1%).

Centauro (SBFG3) tem queda de 91,1% no lucro no 4TRI 

Centauro (SBFG3) apresentou lucro líquido de R$ 15 milhões no quarto trimestre de 2020, redução de 91,1% na comparação com igual período de 2019.

A receita líquida cresceu 28,3%, totalizando R$ 1,09 bilhão no trimestre.

Qualicorp (QUAL3) tem alta de 12,4% no lucro líquido do 4TRI20

A administradora de planos de saúde Qualicorp (QUAL3) apresentou alta de 12,4% no lucro líquido do quarto trimestre de 2020.

Assim, a empresa passou de um lucro de R$ 60,1 milhões (4TRI19) para R$ 67,6 milhões (4TRI20). Segundo a empresa, a alta foi devido à redução de despesas não-recorrentes e melhora no resultado financeiro, ajudado ainda por menores amortizações.

Time For Fun (SHOW3): prejuízo cresce 9,45 vezes no 4TRI20

A Time For Fun (SHOW3) reportou prejuízo de R$ 56,7 milhões no quarto trimestre de 2020. Os números refletem um prejuízo 9,45 vezes superior ao quarto trimestre de 2019, com R$ 6 milhões em prejuízo.

No acumulado de 2020, a companhia apresentou prejuízo de R$ 109,4 milhões, alta de 52% sobre 2019.

Enjoei (ENJU3) amplia prejuízo no 4TRI20 para R$ 18,8 milhões

A Enjoei (ENJU3) reportou prejuízo líquido de R$ 18,8 milhões no quarto trimestre de 2020.

O resultado é 47% maior do que o prejuízo de R$ 12,8 milhões no quarto trimestre de 2019.

BMG (BMGB4) registra lucro de R$ 76 milhões no 4TRI, queda de 53,3%

O BMG (BMGB4) reportou um lucro líquido contábil no quarto trimestre de 2020 de R$ 76 milhões, queda de 53,3% na comparação com o mesmo período de 2019. O lucro líquido recorrente no trimestre foi de R$ 96 milhões, alta de 30,6%.

No acumulado de 2020, o banco apresentou lucro líquido contábil de R$ 329 milhões. O valor é 10,5% menor do que o mesmo período de 2019.

BMG (BMGB4) aprova programa de recompra de ações

O Conselho de Administração do Banco BMG (BMGB4) aprovou a recompra e o cancelamento de 8.242.120 ações preferenciais de sua própria emissão mantidas em tesouraria, sem redução do valor do capital social.

Assim, em função do cancelamento das ações, o capital social do Banco, no valor inalterado de aproximadamente R$ 3,742 bilhões passará a ser dividido em 583.232.411 ações, sendo 400.007.354 ordinárias e 183.225.057 preferenciais.

Priner (PRNR3) tem lucro de R$ 16,71 milhões no 4TRI

A Priner (PRNR3), companhia do setor de serviços e manutenção industrial, apresentou lucro líquido de R$ 16,71 milhões no quarto trimestre de 2020.

Os números refletem uma melhora sobre o quarto trimestre de 2019, com prejuízo de R$ 5,36 milhões.

Entretanto, no acumulado de 2020 a companhia registrou um prejuízo de R$ 3,09 milhões.

Quality (QUSW3) tem lucro líquido de R$ 4,3 mi no 4TRI20, alta de 513%

A Quality (QUSW3) apresentou um lucro líquido de R$ 4,3 milhões no quatro trimestre de 2020. O valor é 513% maior do que os R$ 691 mil de lucro do mesmo período do ano anterior.

No acumulado do ano, a empresa registrou lucro de R$ 10,0 milhões. Assim, houve alta de 357,5% em relação a 2019, quando a Quality lucrou R$ 2,201 milhões.

PDG (PDGR3) reverte prejuízo e lucra R$ 70 milhões no 4TRI20

A construtora PDG (PDGR3) reverteu o prejuízo de R$ 287 milhões do último trimestre de 2019 e lucrou R$ 70 milhões no quarto trimestre de 2020.

Mas, no acumulado de 2020, a empresa ainda registrou prejuízo. Apesar disso, houve queda de 49% no prejuízo de 2020, que passou de R$ 900 milhões em 2019 para R$ 454,6 milhões no ano passado.

Viver (VIVR3) registra prejuízo de R$ 63,9 mi no 4TRI20, alta de 37,1%

A Viver (VIVR3), em recuperação judicial, reportou um prejuízo de R$ 63,9 milhões no quarto trimestre de 2020. No mesmo trimestre do ano anterior, o prejuízo foi de R$ 46,6 milhões.

Já no acumulado de 2020, a Companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 180,8 milhões.

Dommo (DMMO3) reverte prejuízo em lucro de R$ 77,2 mi no 4TRI

A Dommo (DMMO3) registrou lucro líquido de R$ 77,2 milhões no quarto trimestre de 2020, revertendo prejuízo líquido de R$ 6,4 milhões no mesmo período de 2019.

Já nos doze meses de 2020, a companhia reportou um prejuízo de R$ 328,6 milhões ante um prejuízo de R$ 126,5 milhões em 2019.

Renova Energia (RNEW11) reverte prejuizo e tem lucro de R$ 245,3 mi no 4TRI

A Renova Energia (RNEW11) registrou lucro líquido de R$ 245,3 milhões no 4TRI, revertendo prejuízo de um ano antes.

Cruzeiro do Sul (CSED3) tem alta de 5,2% no lucro no 4TRI

A Cruzeiro do Sul (CSED3) registrou lucro líquido de R$ 43,6 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 5,2% em relação ao mesmo período de 2019.

Restoque (LLIS3) tem alta de 105,5% no prejuízo no 4TRI

A Restoque (LLIS3) apresentou prejuízo de R$ 347 milhões no quarto trimestre de 2020, um aumento de 105,5% em relação ao mesmo período de 2019.

A receita líquida alcançou R$ 203,1 milhões, queda de 17,6%.

CR2 CRDE3: prejuízo cresce 13 vezes no 4TRI

A CR2 (CRDE3) registrou prejuízo de R$ 13,1 milhões no quarto trimestre de 2020, crescimento de 13,1 vezes sobre o prejuízo do mesmo trimestre de 2019.

Mobly (MBLY3) tem prejuízo de R$ 23,7 mi no 4TRI

A Mobly (MBLY3) tem prejuízo líquido de R$ 23,7 milhões no quarto trimestre de 2020. No acumulado do ano, o prejuízo totalizou R$ 40,3 milhões.

Saraiva (SLED3) tem queda de 77,9% no prejuízo no 4TRI

Saraiva (SLED3) apresentou prejuízo líquido de R$ 14,7 milhões no quarto trimestre de 2020, redução de 77,9% na comparação com igual período de 2019.

No ano, o prejuízo somou R$ 146,5 milhões, redução de 43,6% em relação ao ano anterior.

Orizon (ORVR3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 7 mi no 4TRI

Orizon (ORVR3) registrou lucro líquido de R$ 7 milhões no quarto trimestre de 2020, contra um prejuízo de R$ 2 milhões no 4T19.

O resultado líquido de 2020 apresentou prejuízo de R$17 milhões contra um prejuízo de R$16 milhões em 2019

Westwing (WEST3): prejuízo cresce 10,8 vezes no 4TRI

Westwing (WEST3) registrou prejuízo de R$ 5,4 milhões no quarto trimestre de 2020, crescimento de 10,8 vezes na comparação com igual período de 2019.

No ano, o lucro somou R$ 11,7 milhões, revertendo prejuízo do mesmo período de 2019.

Fusões e aquisições

Hapvida (HAPV3) proporá aquisição do Grupo Promed

A Hapvida (HAPV3) vai propor a aprovação da aquisição da totalidade das ações de emissão da Vida Saúde, sociedade detentora das sociedades que compõem o GRUPO PROMED, por intermédio de sua controlada, a Ultra Som Serviços Médicos.

A proposta será deliberada em assembleia geral extraordinária de acionistas a ser realizada no dia 30 de abril de 2021.

Parte da operação envolverá a incorporação de ações de emissão da Vida Saúde pela Ultra Som e, em ato imediatamente subsequente, a incorporação de ações de emissão da Ultra Som pela Companhia, resultando na entrega de 41.640.220 ações ordinárias de emissão Companhia aos atuais acionistas da Vida Saúde, nos termos a seguir apresentados.

Oi (OIBR4) conclui alienação de torres

A Oi (OIBR4) informou nesta terça (30) que concluiu alienação das torres móveis (UPI) à Highline do Brasil, empresa que foi declarada vencedora do leilão realizado em 26 de novembro.

Com a conclusão da operação, diz a Oi em comunicado, a totalidade das ações de emissão da SPE Torres (Sociedade de propósito específico) foi transferida para a Highline.

A Highline pagou hoje, segundo a Oi, parcela à vista no total de R$ 861,7 milhões do preço total de R$ 1,07 bi.

Magazine Luiza (MGLU3): Tonolucro e GrandChef

A Magazine Luiza (MGLU3) comunicou que efetivou a compra do app Tonolucro e da plataforma GrandChef, para reforçar serviços e operações de entrega de alimentos e supermercados.

Tonolucro

Fundada em Palmas (TO), a Tonolucro é uma plataforma de entrega de comida e de itens de supermercado com participação de mercado nos estados de Tocantins, Goiás e Pará.

O app opera em mais de 40 cidades — incluindo unidades próprias e franquias — e conta com mais de 5 mil restaurantes parceiros cadastrados.

GrandChef

A plataforma foi fundada em Paranavaí (PR) e opera para pequenos e médios restaurantes do Brasil. Por meio de aplicativos para celular e sistemas para desktop, faz gestão completa da operação do restaurante, incluindo o controle de pedidos online e offline (mesas, comandas e balcão) e a integração com plataformas de delivery — além da gestão financeira e controle de estoque.

Atualmente, a base de clientes da GrandChef é formada por mais de 3 mil restaurantes presentes em 25 estados brasileiros.

Cias Abertas

Petrobras (PETR4): Silva e Luna, preços de combustível e desinvestimento

O novo presidente da Petrobras (PETR4), Silva e Luna, mexerá na política de preços da estatal, segundo fontes ouvidas pelo Estadão.

No entanto, o executivo dará continuidade ao processo de desinvestimento da estatal.

AES Brasil (AESB3) pode triplicar investimentos

A AES Brasil entrou em nova fase ao concluir, nesta semana, a migração para o Novo Mercado da B3 e uma
reestruturação societária que lhe permitirá triplicar a capacidade de investimento em novos projetos, segundo reportagem do Valor.

De acordo com a presidente da companhia, Clarissa Sadock, o mercado já vê a empresa na vanguarda do ‘ESG’, a companhia tem um histórico inegável. Começam a valorizar a AES também como uma empresa de crescimento, enxergando a capacidade de atender os clientes e trazer novos produtos.

IMC (MEAL3) demite mais de 40% dos funcionários durante pandemia

A IMC, dona da rede Frango Assado, Pizza Hut e KFC no Brasil, reduziu seu quadro de funcionários em 41% desde o fim de 2019, em função da pandemia.

Le Biscuit prioriza expansão digital

Sem concretizar a oferta pública inicial de ações (IPO) no ano passado, a varejista Le Biscuit interrompeu a expansão de lojas físicas para preservar o caixa. Enquanto houver risco de o comércio precisar fechar por conta da pandemia, a empresa vai priorizar a transição digital e a expansão via franquias. As informações são do Valor.

Caso aconteça uma reabertura de 100% das lojas no segundo semestre, a estreia na bolsa pode ser retomada em fevereiro de 2022, disse David Lee, presidente da empresa, ao Valor.

Grupo Soma (SOMA3) avalia sair de shoppings

O Grupo Soma está em negociação para rever acordos de locação de lojas, avalia sair de shoppings mais “marginais” e estuda a aquisição de uma marca com produtos de preços inferiores à média da empresa, segundo reportagem do Valor.

Aliansce Sonae (ALSO3) atualiza operações em shoppings

A Aliansce Sonae (ALSO3) informa sobre a reabertura das operações no Boulevard Shopping Belém e Parque Shopping Belém, ambos em Belém (PA), a partir desta terça (30).

Atualizou operações também no Boulevard Shopping Brasília (DF), desde a segunda (29), e no Passeio das Águas Shopping, em Goiânica a partir de 31 de março.

Metrô de SP: estudos para expansão de linhas serão feitos pela CCR (CCRO3)

A CCR (CCRO3) informou nesta terça-feira (30) que foi celebrado aditivo ao contrato da ViaMobilidade, sua controlada direta e concessionária da Linhas 5 e 17 do Metrô de São Paulo, e o Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Transportes Metropolitanos.

O Aditivo estabeleceu a possibilidade de se atribuir à ViaMobilidade a responsabilidade pela elaboração dos estudos e execução dos futuros investimentos relacionados à implantação, de forma integral, de trechos de expansão das Linhas 5 (Lilás) e 17 (Ouro), em condições a serem ainda acordadas com o Estado, “inclusive no que concerne ao reequilíbrio econômico financeiro da concessão”.

Raia Drogasil (RADL3): novo acordo de acionistas terá início em novembro

A Raia Drogasil (RADL3) celebrou novo Acordo de Acionistas, que passará a vigorar a partir de 10 de novembro deste ano, com duração de 10 anos.

“Esse novo Acordo de Acionistas reforça o compromisso de longo prazo das famílias Galvão, Pires Oliveira Dias e Pipponzi, que em conjunto possuem 28,3% de participação na RD e várias décadas de histórico à frente da empresa”, diz comunicado ao mercado.

Copel (CPLE6): Aneel propõe reajuste médio de 9,67% nas tarifas

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicou nesta terça-feira (30) com objetivo de “obter subsídios para o processo do 5º Ciclo de Revisão Tarifária Periódica da Copel” (CPLE6). O valor líquido da base de remuneração regulatória foi preliminarmente estabelecido em R$ 8,3 bilhões.

O aviso de consulta também oferece informações preliminares sobre outros itens do processo: Parcela A, que compreende os custos com encargos, transporte e energia, de R$ 9,031 milhões; e Parcela B, composta por custos operacionais, anuidades, remuneração, depreciação, receitas irrecuperáveis e outros, de R$ 2,740 milhões.

BR Distribuidora (BRDT3) recebe parcela de dívida

A BR Distribuidora (BRDT3) informou nesta terça-feira (30) que recebeu os valores referentes à dívida com as Centrais Elétricas Brasileiras, a Eletrobras (ELET3 ELET5 ELET6) e suas controladas distribuidoras de energia.

O valor recebido foi de aproximadamente R$ 34,3 milhões, correspondente à 35ª parcela da dívida.

“Desde a assinatura destes instrumentos”, lembra a BR Distribuidora, “a companhia já recebeu um montante total de R$ 4,766 bilhões”.

BB (BBAS3) informa prazo de indicação para o CA

O Banco do Brasil (BBAS3)  informou em comunicado nesta terça (30) que o prazo para indicação de membro do conselho de administração e ao Conselho Fiscal vai até o próximo dia 3.

No último dia 18, o presidente da instituição, André Brandão, apresentou pedido de demissão.

Apesar da renúncia, o banco já tem um novo presidente: Fausto Ribeiro, atual diretor-presidente da BB Administradora de Consórcios..

Caixa Seguridade: acordo com a Icatu

A Caixa Seguridade informou que concluiu a operação e a implementação do referido acordo com a Icatu.

O acordo com a Icatu Seguros prevê a formação de uma nova sociedade que terá exclusividade, pelo prazo de 20 anos, na venda dos produtos de capitalização na rede de distribuição da Caixa Econômica Federal.

Segundo a Caixa Seguridade, todas as condições precedentes ao fechamento da operação foram cumpridas, “incluindo as aprovações regulatórias necessárias e a constituição da nova companhia, XS4 Capitalização.

Atom (ATOM3)  firma parceria com Exame e BTG (BPAC11)

A Atom (ATOM3) informou que nesta terça-feira (30), a Exame adquiriu da WHPH PARTICIPAÇÕES 7.269.616 ações ordinárias, da companhia, representativas de 34,78% do seu capital social, conforme.

A WHPH continua sendo titular de 7.269.616 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal de emissão da Companhia, representativas de 34,78% do seu capital social.

No âmbito da Operação, WHPH e Exame também celebraram na presente data um Acordo de Acionistas vinculando a totalidade das ações de emissão da Companhia de titularidade da WHPH e da Exame (e que somadas representam 69,569%do seu capital social).

A companhia ainda celebrou dois contratos comerciais visando o aproveitamento de sinergias e de oportunidades de negócios identificadas junto à Exame e ao Banco BTG Pactual.

Emissões e dívidas 

Helbor (HBOR3) emite debêntures

A Helbor (HBOR3) aprovou a 6ª emissão de debêntures simples, em série única, no valor de R$ 50 milhões.

O vencimento das debêntures é em três anos.

Odontoprev (ODPV3) também aprova programa de recompra

A Odontoprev (ODPV3) aprovou um Programa de Recompra de Ações de emissão da própria companhia, sem redução do capital social.

O objetivo é “maximizar a geração de valor para os acionistas, dado que, na visão Odontoprev, o valor atual das ações não reflete os fundamentos do modelo de negócios, ativos e perspectiva de retorno futuro”.

As aquisições poderão ser feitas no prazo de até 18 meses, com início nesta quarta-feira (31) e término em 30 de setembro de 2022, cabendo à diretoria da empresa definir o momento para as compras.

Proventos

Kepler Weber (KEPL3) informa pagamento de dividendos

A Kepler Weber (KEPL3) comunicou hoje que foi aprovado na Assembleia Geral Ordinária o pagamento dos dividendos mínimos obrigatórios, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2020.

O valor total é de R$ 9,164 milhões, correspondente a R$ 0,34831805 por ação ordinária.

(Com Marco Antonio Lopes, Claudia Zucare, Rodrigo Petry e Redação)