Radar traz balanços de Vale (VALE3), BRF (BRFS3), Localiza (RENT3) e proventos

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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No Radar Corporativo desta sexta-feira (26) destaque para a sequência da safra dos balanços do quarto trimestre de 2020 e anúncios de distribuição de proventos.

A Vale (VALE3) reportou lucro de US$ 739 milhões no quarto trimestre, revertendo prejuízo em igual período de 2019, mas com resultado abaixo do consenso – mineradora aprovou ainda pagamento de proventos de R$ 4,2623 por ação.

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Já a BRF (BRFS3) registrou um lucro de R$ 902 milhões, alta de 30,8% na comparação anual e desempenho acima do consenso.

Enquanto isso, a Minerva (BEEF3) lucrou R$ 114,1 milhões, retração de 53,2% e resultado abaixo do consenso – mas anunciou o pagamento de dividendos adicionais de R$ 384,3 milhões, somando R$ 542 milhões no ano.

Por sua vez, a Localiza (RENT3) reportou lucro 75,9% superior, somando R$ 401,8 milhões, e desempenho levemente acima do consenso.

A Fleury (FLRY3) reportou um lucro de R$ 139,5 milhões no quarto trimestre, alta de 148,7% e desempenho acima das expectativas, com a distribuição de R$ 156,795 milhões em dividendos.

Destaque ainda para os resultados do Burger King Brasil (BKBR3), que reverteu lucro e teve prejuízo de R$ 97,3 milhões no quarto trimestre.

Já o Banco Inter (BIDI11 BIDI4) apresentou queda de 11,3% no lucro quarto trimestre.

A Sequoia (SEQL3) registrou um lucro de R$ 17,7 milhões no quarto trimestre, alta de 196,1% sobre o lucro reportado no mesmo período de 2019.

Por fim, atualizaram proventos Banco do Brasil (BBAS3)Copasa (CSMG3), Itaú Unibanco (ITUB4)Camil (CAML3), enquanto Marcopolo (POMO4) manteve suspenso o programa de juros sobre o capital próprio.

Veja os demais destaques corporativos.

O que você verá neste artigo:

Balanços

Vale (VALE3) reverte prejuízo e tem lucro de US$ 739 mi no 4TRI

A Vale (VALE3) registrou um lucro líquido de US$ 739 milhões no quarto trimestre de 2020, contra prejuízo de US$ 1,562 bilhões no mesmo período do ano passado.

O resultado foi afetado negativamente pelo pagamento de US$ 4,73 bilhões relativos a Brumadinho e à doações para combater a pandemia e em US$ 1,2 bilhão por impairment dos ativos de carvão e níquel.

No ano, o lucro líquido somou R$ 4,881 bilhões, ante prejuízo de US$ 1,683 bilhão na comparação com 2019.

Vale (VALE3) pagamento de JCP e dividendos

O Conselho de Administração da empresa aprovou também a distribuição de remuneração referente ao segundo semestre de 2020, no valor bruto de R$ 4,262386983 por ação.

Desse valor, R$ 3,426505027 por ação são na forma de dividendos e R$ 0,835881956 por ação na forma de juros sobre o capital próprio (JCP), apurado com base no balanço levantado na data base de 30 de setembro de 2020.

As ações da Vale serão negociadas ex-direitos na B3 e na NYSE a partir de 05 de março e o pagamento ocorrerá em 15 de março.

BRF (BRFS3) tem alta de 30,8% no lucro no 4TRI

A BRF (BRFS3) registrou um lucro líquido de R$ 902 milhões no quarto trimestre de 2020, elevação de 30,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

No ano, o lucro líquido somou R$ 1,390 bilhão, um aumento de 14,6% na comparação com 2019.

Irani (RANI3) registrou um lucro líquido de R$ 33,9 milhões

A Irani (RANI3) registrou um lucro líquido de R$ 33,9 milhões no quarto trimestre de 2020, elevação de 139,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a empresa, o resultado se deve principalmente em função da melhor performance do Segmento
Embalagem de Papelão Ondulado no mercado interno.

No acumulado do ano, o lucro foi de R$ 92,8 milhões, revertendo prejuízo de R$ 79,6 milhões de 2019.

Banco Inter (BIDI11; BIDI4) registra queda de 11,3% no lucro do 4TRI20

O Banco Inter (BIDI11; BIDI4) divulgou nesta quinta-feira que registrou queda de 11,3% no lucro do 4TRI20 no comparativo com o mesmo período do ano passado.

No último trimestre de 2020 o banco lucrou R$ 22,07 milhões ante R$ 24,8 milhões no 4TRI19.

No comparativo anula a queda foi ainda maior. O Banco Inter encerrou o ano com lucro de R$ 5,57 milhões contra R$ 81,569 milhões do ano anterior.

Minerva (BEEF3) lucra R$ 114,1 mi no 4TRI, queda de 53,2%

A Minerva (BEEF3) reportou um lucro líquido de R$ 114,1 milhões no quarto trimestre de 2020, queda de 53,2% ante o mesmo período de 2019, com lucro de R$ 243,6 milhões.

No acumulado do ano, o lucro líquido bateu em R$ 697,1 milhões, um número 43 vezes maior do que em 2019. 

Burger King (BKBR3) registra prejuízo de 97,3 mi no 4TRI

O Burger King Brasil (BKBR3) reportou prejuízo líquido de R$ 97,3 milhões no quarto trimestre de 2020. No mesmo período de 2019, a Companhia havia registrado um lucro líquido de R$ 41,3 milhões.

Nos doze meses de 2020, o BK Brasil teve um prejuízo de R$ 445,6 milhões ante um lucro de R$ 48 milhões um ano antes.

Fleury (FLRY3) lucra R$ 139,5 mi no 4TRI, alta de 148,7%

A Fleury (FLRY3) reportou um lucro líquido de R$ 139,5 milhões no quarto trimestre de 2019. Os números representam uma alta de 148,7% na comparação com o mesmo período de 2019.

No acumulado de 2020, o lucro líquido da Fleury foi de R$ 257 milhões, redução de 17,7%.

Fleury (FLRY3) aprova dividendos de R$ 156,795 milhões

A Fleury (FLRY3) aprovou a distribuição de R$ 156,795 milhões em dividendos, correspondente a R$ 0,494362 por ação

O pagamento será feito com base em posição até 2 de março, e será pago em 2 de abril.

Localiza (RENT3): lucro líquido cresce 75,9% no 4TRI20

O lucro líquido da Localiza (RENT3) cresceu 75,9% no quarto trimestre de 2020 no comparativo com o mesmo período do ano passado.

No período a empresa lucrou R$ 401,8 milhões contra R$ 228,4 milhões no 4TRI19.

O lucro líquido de 2020 alcançou R$ 1,05 bilhão, crescimento de 25,7% em relação ao ano anterior.

Sequoia (SEQL3) tem alta de 196,1% no lucro no 4TRI20

Sequoia (SEQL3) registrou um lucro líquido de R$ 17,7 milhões no quarto trimestre de 2020. Isso representa um crescimento de 196,1% sobre o lucro reportado no mesmo período de 2019.

Cias abertas

BR Distribuidora (BRDT3) e a Lojas Americanas (LAME4) firmam parceria

A BR Distribuidora (BRDT3) e a Lojas Americanas (LAME4) firmaram acordo vinculante para a formação de uma joint venture em lojas de conveniência dentro e fora de postos de combustível.

A parceria será efetivada por meio de uma nova sociedade, na qual cada empresa terá participação de 50%, informaram as duas empresas em comunicados ao mercado emitidos na manhã desta quinta-feira (25).

O negócio envolve as redes de lojas Local e BR Mania.

CCR (CCRO3): concessão da Via Dutra é prorrogada até fevereiro de 2022

A CCR (CCRO3) informou que a concessão Nova Dutra foi prorrogada até fevereiro de 2022.

O prazo original da concessão da Nova Dutra se encerraria em 28 fevereiro deste ano.

CPFL Energia (CPFE3): Decisão judicial favorável nos autos de ação movida pela RGE Sul

A CPFL (CPFE3) informou que sua subsidiária RGE SUL obteve decisão judicial favorável referente a exclusão ICMS da base de cálculo do PIS e COFINS, com efeito retroativo a junho de 2002.

De acordo com a empresa, o ICMS deixará de compor a base de cálculo do PIS e COFINS nos faturamentos da RGE Sul.

AES Tietê (TIET11) vende plataforma AES Inova para a EDP (ENBR3)

A AES Tietê (TIET11) assinou contrato de venda de 100% da plataforma AES Inova para a EDP (ENBR3) por R$ 101,7 milhões.

A subsidiária AES Inova Soluções de Energia terá 100% de suas quotas alienadas. Ela é detentora de um portfólio de aproximadamente 34 MWp localizados nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, em diferentes estágios de desenvolvimento.

A operação foi celebrada com uma subsidiária integral da EDP Energias do Brasil, pelo preço de R$ 101,7 milhões, sujeito a ajustes pela variação do capital de giro e disponibilidade de caixa.

AES Tietê (TIET11) assina contrato com Ferbasa

A AES Tietê (TIET11) comunicou acordo de compra e venda de energia (PPA) com a Ferbasa para o fornecimento pela companhia de 80MW médios pelo prazo de 20 anos, com entrega de energia a partir de 2024.

O parque eólico será desenvolvido no Complexo Eólico Cajuína, no Estado do Rio Grande do Norte, região onde a AES Brasil cria seu cluster eólico, com início de construção esperado para 2021.

O projeto possui 165MW de capacidade eólica instalada, equivalentes a 92MW médios de energia assegurada a P50.

Eletrobras (ELET6): Eletronuclear lança edital para retomar obras de Angra 3

A Eletronuclear, controlada pela Eletrobras (ELET6), lança nesta  (25) o edital de licitação da empresa que retomará as obras da usina nuclear Angra 3, no Rio de Janeiro.

A construção da usina está paralisada desde 2015, com 65% das obras concluídas e R$ 7,8 bilhões gastos, de acordo com a estatal de energia nuclear.

A previsão da Eletronuclear é colocar a usina em operação em novembro de 2026. O custo total da construção deve ficar em R$ 15 bilhões.

Atualmente o complexo nuclear de Angra dos Reis, no sul fluminense, conta com duas usinas, que produzem juntas cerca de 1.800 megawatts. Angra 3 terá capacidade de produzir 1.400 megawatts.

Engie (EGIE3) concede exclusividade na venda de complexo termelétrico em SC

A Engie Brasil Energia (EGIE3) assinou com a Fram Capital nesta quinta-feira (25), um acordo de exclusividade pelo período de 120 dias para a venda do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, localizado em Capivari de Baixo, no Sul de Santa Catarina, cuja capacidade instalada é de 857 MW por ano.

Desde 2017, a Engie busca alternativas para os ativos de geração a carvão no Brasil. Foram analisadas algumas propostas durante esse período, mas não se chegou a um ponto de equilíbrio na negociação entre a alocação de riscos e as condições de venda.

A empresa então decidiu aprofundar as discussões relacionadas ao futuro do CTJL em conjunto com grupos de trabalho multisetoriais com a participação de diferentes esferas do governo, associações de classe e representantes da sociedade civil. Atualmente estão em detalhamento as alternativas de venda e descomissionamento faseado do ativo.

Telebras (TELB4) renova contratos de cessão de fibras óticas e infraestrutura

A Telebras (TELB4) comunicou que está sendo renovado pelo período de 10 anos o contrato de cessão de fibras ópticas e infraestrutura de telecomunicações com as empresas Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A (Eletronorte) e Furnas Centrais Elétricas S/A (Furnas), todas pertencentes à Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobras).

Triunfo (TPIS3): TRF-1 deferiu parcialmente pedidos por contrato da Concer

A Triunfo (TPIS3) informou que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região deferiu, em parte, dois pedidos de antecipação de tutela recursal que asseguram a continuidade da vigência do contrato de concessão de sua subsidiária Concer (Companhia de Concessão Rodoviária Juiz de Fora –Rio de Janeiro).

O fato passa a valer a partir de 28 de fevereiro, mediante a apresentação de competente garantia idônea no prazo de 30 dias.

Unidas (LCAM3) elege primeira mulher ao Conselho de Administração

A Unidas anunciou a eleição de Solange Sobral, a primeira mulher a integrar o Conselho de Administração da Companhia. A decisão ocorreu na Assembleia Geral Extraordinária de 18 de fevereiro e tem como objetivo fortalecer a expertise do conselho sobretudo na área de Tecnologia, atuando também nas frentes Ambiental, Social e de Governança – ESG, na sigla em inglês.

Incorporadora You (YOUC3) anuncia novo CFO, COO e Head de RI

A You inc anunciou a contratação de três novos profissionais: Bruno Vasques, novo Chief Financial Officer (CFO), Mauricio Belo, como Chief Operating Officer (COO) e Bruna Gambôa que assume como head de Relações com Investidores.

Presidente do BB (BBAS3) ganha sobrevida, mas instabilidade continua

Após um violento tiroteio do próprio Palácio do Planalto, a situação do CEO do Banco do Brasil (BBAS3), André Brandão, é vista como “mais estável dentro da instabilidade”, conforme reportagem do Valor.

No entanto, não significa que Brandão esteja garantido no cargo, mas sim que, a despeito dos movimentos de alguns setores interessados no banco, o ímpeto do presidente Bolsonaro foi arrefecido, pelo menos nos últimos dias, e ele ganhou uma sobrevida.

Enquanto isso, o executivo está acelerando a agenda de desinvestimentos e parcerias com o setor privado.

Ultrapar (UGPA3) não desistirá da Refap

A Ultrapar (UGPA3) não pretende desistir da aquisição da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap).

O presidente da Ultrapar, Frederico Curado, afirmou que a operação é importante e as premissas que norteiam o investimento seguem presentes, mesmo com as incertezas geradas pelas turbulências recentes na Petrobras.

Castello Branco defende continuidade a frente da Petrobras (PETR4)

Após o governo pedir a troca no comando da Petrobras, o presidente da companhia, Roberto Castello Branco, defendeu sua gestão e do alinhamento dos preços dos combustíveis ao mercado internacional.

Enquanto Bolsonaro prometia dar uma “nova dinâmica” à empresa em agenda política ao lado do general Joaquim Silva e Luna – indicado para assumir a petroleira -, Castello Branco pregou a continuidade do plano estratégico da Petrobras, com foco na redução da dívida e aumento da rentabilidade aos acionistas, incluindo a União.

Suzano (SUZB3) entra no mercado têxtil

A Suzano (SUZB3) se uniu à startup finlandesa Spinnova para entrar no mercado mundial de tecidos com uma fibra têxtil sustentável.

De acordo com o jornal Valor, a joint venture construirá sua primeira fábrica na Finlândia, mediante investimento de € 22 milhões (pouco mais de R$ 147 milhões ao câmbio atual) dividido igualmente entre as sócias.

Dívidas/emissões

Vamos (VAMO3) pretende ampliar investimentos neste ano

A Vamos (VAMO3), empresa do grupo Simpar (SIMH3) pretende investir mais em 2021 e prevê a necessidade de novas captações no mercado de capitais para sustentar sua expansão, segundo o CEO, Gustavo Couto.

No início do ano, a Vamos fez sua oferta primária de ações (IPO, na sigla em inglês), na qual captou R$ 842
milhões. A cifra deverá ser usada na expansão de frota, principalmente com a aquisição de novos caminhões. As informações são do Valor.

Proventos

Itaú (ITUB4) anuncia dividendos e JCP

O Itaú Unibanco (ITUB4) anunciou nesta quinta-feira (25) o pagamento de dividendos e de JCP (juros sobre capital próprio) no valor total de R$ 1,3 bilhão.

O valor total será de R$ 0,139400 líquido por cada ação detida, sendo R$ 0,096407 a título de dividendos e R$ 0,042993 a título de juros sobre o capital próprio.

Itaú (ITUB4) adquire 15% da Asset1

O Itaú Unibanco comprou uma parcela de 15% da Asset1, gestora de recursos fundada por ex-executivos do banco – Marcello Siniscalchi, Marcelo Fatio e Bruno Carvallho, além do ex-diretor do Banco Central Carlos Viana, conforme informou o jornal Valor.

O valor da transação não foi revelado. Criada em abril do ano passado, no início da pandemia, a Asset1 possui patrimônio de R$ 2,6 bilhões.

Banco do Brasil (BBAS3) atualiza JCP

O Banco do Brasil (BBAS3) atualizou os valores de distribuição de JCP (Juros sobre capital próprio).

Assim, o Banco do Brasil complementou o fato relevante de 11 de fevereiro, e o valor do JCP complementar do 4º trimestre de 2020 atualizado pela taxa Selic até a data do pagamento de 3 de março ficou em R$ 0, 0,43586362186.

Copasa (CSMG3): pagamento de JCP de R$ 75,540 mi

A Copasa (CSMG3) comunicou o pagamento de JCP (juros sobre capital próprio) no valor de R$ 75,540 milhões.

Será pago R$ 0,1992197398 por ação. O pagamento será feito com base em posição acionária de 2 de março.

Marcopolo (POMO4) suspende dividendos e JCP

A Marcopolo (POMO4) anunciou nesta quinta-feira (25) que não pagará dividendos e juros sobre capital próprio.

A empresa diz que o valor dos juros sobre o capital próprio imputados ao dividendo obrigatório declarado antecipadamente por conta do exercício de 2020, representou 40,69% do lucro líquido do exercício 2020, superando dessa forma o valor mínimo legal que é de 25%.

Considerando a crise internacional gerada pelo coronavírus, o conselho deliberou também pela manutenção da suspensão do programa de juros sobre o capital próprio em 2021.

Camil (CAML3) aprova JCP de R$ 20 mi

A Camil (CAML3) anunciou a aprovação de juros sobre capital próprio (JCP) de R$ 20 milhões, correspondente a R$ 0,056 por ação ordinária. O valor ainda está sujeito a 15% do imposto de renda.

Receberão o JCP detentores das ações até 22 de março. Os proventos serão pagos em 31 de março.

Mudança acionária

BTG Pactual (BPAC11) informa alteração acionária

O BTG Pactual (BPAC11) informou que a gestora BlackRock alienou Units atingindo participação acionária inferior a 5% das ações preferenciais classe A do banco.

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