Radar traz balanços de BB (BBAS3), B3 (B3SA3) e B2W (BTOW3)

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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No Radar Corporativo desta sexta-feira (7) destaque para a sequência de resultados do primeiro trimestre, com mais uma bateria de balanços.

O Banco do Brasil (BBAS3) registrou um lucro líquido ajustado de R$ 4,913 bilhões no primeiro trimestre de 2021, alta de  44,7% e desempenho acima do consenso.

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Já a B3 (B3SA3) apresentou um lucro líquido recorrente de R$ 1,336 bilhão no 1º trimestre, crescimento de 15,5% e resultado acima do consenso.

Por sua vez, a Lojas Americanas (LAME4) registrou prejuízo líquido de R$ 163 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21). Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 49,2 milhões.

Enquanto isso, a B2W (BTOW3) reportou prejuízo líquido de R$ 163,6 milhões no primeiro trimestre (1TRI21). Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 108 milhões.

Além disso, a JHSF (JHSF3) informou lucro líquido de R$ 191,5 milhões no balanço do primeiro trimestre, aumento de 11,74 vezes, resultado acima do consenso.

Já a Neoenergia (NEOE3) registrou um lucro líquido de R$ 1,007 bilhão no primeiro trimestre, alta de 75%.

A Taurus (TASA4) apresentou lucro líquido de R$ 68 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21). Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 156,9 milhões.

Confira agora o Radar Corporativo na íntegra:

O que você verá neste artigo:

Balanços

Banco do Brasil (BBAS3) lucra 31,9% a mais no balanço do 1TRI21

O Banco do Brasil (BBAS3) registrou um lucro líquido de R$ 4,226 bilhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 31,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

O lucro ajustado foi de R$ 4,913 bilhões no primeiro trimestre de 2021, elevação de 44,7% sobre mesmo trimestre de 2020.

B3 (B3SA3) tem alta de 15,5% no lucro recorrente no balanço do 1TRI

A B3 (B3SA3) registrou um lucro líquido recorrente de R$ 1,336 bilhão no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21), crescimento de 15,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

O lucro aos acionistas totalizou R$ 1,256 bilhão, avanço de 22,5% na comparação ano a ano.

Lojas Americanas (LAME4) registra prejuízo 3,3 maior no 1TRI20

A Lojas Americanas (LAME4) registrou prejuízo líquido de R$ 163 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 49,2 milhões.

O GMV total cresceu 52,8%, atingindo R$ 11,1 bilhões no balanço do 1TRI21, sustentado pela alta penetração das vendas online.

B2W (BTOW3) tem prejuízo 51,5% maior no balanço do 1TRI21

A B2W (BTOW3) reportou prejuízo líquido de R$ 163,6 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 108 milhões.

A B2W (BTOW3)  anunciou um GMV total de R$ 8,7 bilhões no 1TRI21, alta de 90,4%.

Sequoia (SEQL3) tem prejuízo 48% maior no balanço do 1TRI21

A Sequoia (SEQL3) registrou prejuízo líquido de R$ 3,68 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 2,48 milhões.

“O aumento do prejuízo deu-se principalmente pelo aumento das depreciações e das despesas financeiras, reflexo direto do aumento de contratos de aluguel alocados segundo o IFRS 16, provenientes das aquisições das controladas Direcional e Prime”, destacou a companhia.

Neoenergia (NEOE3) lucra 75% a mais no balanço do 1TRI21

A Neoenergia (NEOE3) registrou um lucro líquido de R$ 1,007 bilhão no primeiro trimestre de 2021, alta de 75% a mais do que o mesmo período do ano anterior.

Nos três primeiros meses de 2020 a empresa havia lucrado R$ 577 milhões.

Burger King (BKBR3) tem prejuízo 2,92 vezes maior no 1TRI21

O Burger King (BKBR3) reportou prejuízo líquido de R$ 162,4 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo líquido de R$ 55,6 milhões.

Segundo a companhia, esse resultado foi impactado pela atividade operacional em virtude do fechamento das lojas no trimestre.

Ouro Fino (OFSA3) reverte prejuízo e lucra R$ 9,6 milhões no 1TRI21

A Ouro Fino (OFSA3) reverteu o prejuízo de R$ 3,1 milhões nos primeiros meses de 2020 e registrou lucro ajustado de R$ 9,6 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021.

A margem de lucro ajustada ficou em 5,7% no 1TRI21 contra -2,8% no 1TRI20.

Banco BMG (BMGB4) lucra 9,3% a menos no balanço do 1TRI21

O Banco BMG (BMGB4) reportou lucro líquido recorrente de R$ 88 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Um ano antes, a companhia havia registrado lucro líquido de R$ 97 milhões.

JHSF (JHSF3) lucra 11,74 vezes a mais no balanço do 1TRI21

A JHSF (JHSF3) reportou lucro líquido de R$ 191,5 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Os números refletem uma alta de 11,74 vezes o resultado do mesmo período de 2020, com lucro de R$ 16,3 milhões.

Taurus (TASA4) reverte prejuízo e lucra R$ 68 milhões no 1TRI21

A Taurus (TASA4) registrou lucro líquido de R$ 68 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21). Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 156,9 milhões.

Camil (CAML3) lucra R$ 462,7 milhões no ano fiscal 2020

Camil (CAML3) registrou lucro líquido de R$ 462,7 milhões no ano passado, crescimento de 93,1% em relação ao ano anterior.

Simpar (SIMH3) reverte prejuízo e lucra R$ 171,2 milhões no 1TRI

Simpar (SIMH3) registrou lucro líquido de R$ 171,2 milhões no primeiro trimestre de 2021, revertendo prejuízo do mesmo período de 2020.

Voiter (IDVL3;IDVL4, ex-Daycoval) lucra 18,8% a mais no balanço do 1TRI21

A Voiter (IDVL3;IDVL4, ex-Daycoval) registrou lucro líquido de R$ 330 milhões no primeiro trimestre de 2021, crescimento de 18,8% na comparação anual.

São Carlos (SCAR3) tem alta de 82,3% no lucro no balanço do 1TRI21

São Carlos (SCAR3) registrou lucro líquido de R$ 19,3 mi no primeiro trimestre de 2021, alta de 82,3% na comparação anual.

Cias Abertas

Cemig (CMIG4) apresenta cronograma para leilão de sua participação na Taesa (TAEE11)

A Cemig (CMIG4) informou nesta quinta-feira (6) o cronograma para o desinvestimento da totalidade da participação acionária Taesa (TAEE11). O prazo para realização do processo de diligência pelos potenciais adquirentes vai de 6 de maio a 30 de julho de 2021. O edital do leilão será divulgado na primeira quinzena de junho. A entrega dos envelopes será até 30 de julho. E a homologação do resultado será até 16 de agosto. O cronograma definitivo, porém, ainda será anunciado.

A Cemig possui participação no capital social da Taesa o equivalente a 218.370.005 ações ordinárias (CMIG3) e 5.646.184 ações preferenciais (CMIG4), representativas de 36,97% do capital social votante e 21,68% do capital social total.

Tecnisa (TCSA3) lança empreendimento em SP

A Tecnisa (TSCA3) anunciou o lançamento do empreendimento Highlights Campo Belo, na capital de São Paulo.

De acordo com comunicado da empresa, o projeto contempla uma torre residencial com 168 unidades de dois dormitórios cada e 69 m² de área privativa, uma torre não residencial com 61 unidades de estúdio entre 24 e 28m² e 2 lojas.

Ao todo, o empreendimento tem Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 165 milhões, participação de 100% da Tecnisa.

BrasilAgro (AGRO3) vende fazenda na BA por R$ 67,1 mi

A BrasilAgro (AGRO3) informa que vendeu uma área total de 1.654 hectares (1.250 hectares úteis) da Fazenda Jatobá, propriedade rural localizada no município de Jaborandi (BA).

O valor da venda é de 300 sacas de soja por hectare útil ou R$ 67,1 milhões (R$ 53.640/ha útil).

Hospital Care Caledonia (HCAR3) compra Instituto de Diagnóstico por Imagem de Curitiba

A Hospital Care Caledonia (HCAR3) informou hoje a aquisição do INDIC, Instituto de Diagnóstico por Imagem de Curitiba.

O objetivo foi “elevar ainda mais o patamar de qualidade e atendimento do Instituto, gerando benefícios aos colaboradores, médicos, fontes pagadoras, acionistas e principalmente, pacientes”, diz o Hospital Care Caledonia.

Copasa (CSMG3) quer expandir atuação

A Copasa (CSMG3) planeja expandir sua atuação dentro das regiões em que já opera. A empresa também já começa a prospectar oportunidades fora do Estado – um movimento que deverá se concretizar no médio ou longo prazo, de acordo com o presidente da companhia, Carlos Eduardo Tavares.

A ideia da estatal é expandir o escopo dessas concessões, para que também incorporem o esgotamento sanitário.

Copel (CPLE6): desinvestimento do BNDES depende da janela de mercado

A janela para a venda da participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na Copel deve depender da conjuntura do mercado, disse ontem o presidente da empresa de energia, Daniel Slaviero. A participação do banco na companhia hoje é de aproximadamente 24%, equivalente a cerca de R$ 3,8 bilhões. As informações são do Valor.

A previsão é que o banco de fomento venda metade de suas ações na Copel, como parte da estratégia adotada nos últimos meses para se desfazer de participações em empresas investidas.

Ultrapar (UGPA3) fechar compra da Refap nos próximos meses

A Ultrapar tem expectativa de assinar com Petrobras o contrato de compra e venda da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) nos próximos meses. Em teleconferência, o presidente da Ultrapar, Frederico Curado, disse que não houve nenhuma mudança no processo de negociação em decorrência da mudança da diretoria da estatal.

R$ 198 bi da carteira de fundos estão em 20 ações

Levantamento da Comdinheiro para o Valor mostra que nos fundos de investimentos há a dominância de alguns
papéis, não necessariamente aqueles com maior destaque no Ibovespa, principal referência da bolsa local.

No final de março, a cifra alocada entre as 20 maiores posições diretas em ações chegava a R$ 198,2 bilhões, enquanto a indústria como um todo tinha R$ 516 bilhões em bolsa no Brasil, compara Filipe Ferreira, diretor de investimentos da Comdinheiro.

A lista inclui Vale, Rede D’Or, Natura, B3 e Petrobras PN, Suzano, Itaú, Eneva, Intermédica, Equatorial, Localiza,
M.Dias Branco, BTG Pactual, além de Petrobras ON, Bradesco, Via, Magazine Luiza, Lojas Renner, Rumo e Banco do Brasil.

Emissões e dívida

Gol (GOLL4) irá captar US$ 300 mi em emissão adicional de notes

A Gol (GOLL4) informou que vai captar USS 300 milhões (R$ 1,58 bilhão), por meio de sua subsidiaria Gol Finance, em uma emissão de notas sênior (títulos de dívida). A remuneração será com juros de 8% ao ano e vencimento em 2026.

Será uma emissão adicional com as notes emitidas em 23 de dezembro de 2020, no valor total de US$ 200 milhões, também com juros de 8% ao ano e vencimento em 2026.

A Gol afirma que utilizará os recursos da oferta das notes adicionais para finalidades corporativas em geral, incluindo gerenciamento de passivos e aquisições oportunas de aeronaves.

B3 (B3SA3) aprova emissão de debêntures

A B3 (B3SA3) aprovou a realização da sua quinta emissão de debêntures simples, no valor total de R$ 3 bilhões.

“A emissão de Debêntures”, explicou a B3, em comunicado ao mercado, “faz parte da gestão ordinária dos negócios da companhia e está alinhada às projeções de alavancagem financeira e distribuição de proventos para o exercício de 2021, quais sejam: alvo de nível de endividamento de 1,5x Dívida Total / EBITDA recorrente dos últimos 12 meses; e alvo de distribuição entre 120% a 150% do seu lucro líquido societário aos seus acionistas, na forma de juros sobre capital próprio, dividendos, recompra de ações ou outros instrumentos”.

Renova Energia (RNEW11): conselho homologa aumento de capital de R$ 334,396 milhões

O Conselho de Administração da Renova Energia (RNEW11) aprovou a homologação parcial do aumento de seu capital social, dentro do Plano de Recuperação Judicial da companhia.

O aumento de capital foi homologado com o valor de R$ 334.396.776,50, representado por 58.422.742 novas ações, sendo 19.502.468 ações ordinárias e 38.920.274 ações preferenciais.

O capital social da Renova passa a ser de R$ 3.295.172.753,48, dividido em 100.142.466 ações, sendo 50.854.986 ordinárias e 49.287.480 preferenciais.

Eternit (ETER3) encerra exercício do direito de subscrição de sobras

A Eternit (ETER3) informou o encerramento do período de exercício do direito de subscrição de sobras de novas ações emitidas pela companhia, no âmbito do aumento de seu capital social.

A quantidade de sobras subscritas e o valor total subscrito e integralizado serão apurados pelo banco Itaú, instituição escrituradora.

Os acionistas que manifestaram interesse na reserva das sobras não subscritas terão o prazo de cinco dias úteis, a serem informados, para a subscrição de novas sobras.

Proventos

BB (BBAS3) anuncia dividendos e JCP

O Banco do Brasil (BBAS3) aprovou na quarta-feira (4) a distribuição de aproximadamente R$ 212,100 milhões, a título de remuneração aos acionistas, sob a forma de dividendos, e cerca de R$ 970,400 milhões, sob a forma de Juros sobre Capital Próprio (JCP).

Os dividendos por ação são no valor de R$ 0,07433470709 e o JCP complementar, de R$ 0,34011137994. Esses valores serão imputados ao dividendo mínimo obrigatório referente ao primeiro semestre de 2021.

Os valores serão pagos pelo Banco do Brasil em 28 de maio próximo, tendo como base a posição acionária de 21 de maio.

Atom (ATOM3) antecipa data de pagamento de dividendos

A Atom (ATOM3) antecipou a data de pagamento de dividendos – no valor de R$ 6.269.698,20, correspondente a R$ 0,30 por ação. Agora, ele será efetuado em 7 de maio de 2021, e serão creditados a cada acionista segundo o número de ações ordinárias de sua titularidade na data-base de 28 de abril deste ano.

As ações da companhia foram negociadas ex-dividendos a partir de 29 de abril de 2021, inclusive.

Irani (RANI3) aprova dividendos

A Irani (RANI3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares, no valor total de R$ 12.884.624,76, correspondentes a R$ 0,050658 por ação, aos detentores de ações de emissão da companhia em 11 de maio de 2021.

Os dividendos serão imputados ao dividendo mínimo obrigatório eventualmente declarado pela Assembleia Geral Ordinária, informou a Irani.

O montante perfazem 25% do lucro líquido apurado nas demonstrações financeiras da Irani de 31 de março de 2021.

IPO

Raízen reafirma à CVM e à B3 (B3SA3) interesse em IPO

A Raízen divulgou resposta a questionamento realizado pela Comissão de Valor Mobiliários (CVM) e à B3, acerca do teor da notícia veiculada pelo jornal O Estado de São Paulo, em 5 de maio de 2021, sob o título “Raízen deve protocolar em junho maior IPO do ano”.

Na matéria, o jornal diz que a “Raízen, joint venture da Cosan e Shell, se prepara para protocolar o pedido de oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na CVM no começo de junho; a oferta ficará entre R$ 10 bilhões e R$ 13 bilhões e já atrai investidores estrangeiros que investem em seus controladores”.

A empresa argumentou que segue “analisando a viabilidade de uma possível listagem por meio de uma oferta pública inicial de ações e que, para tanto, tem a intenção de deixar todos os atos preparatórios finalizados para a realização da possível operação.

Mas “tal oferta, seus termos e condições, depende da aprovação final dos acionistas da Companhia, bem como de inúmeras condições de mercado alheias à sua vontade”.

CSN Cimentos e InterCement planejam listar ações em Bolsa

A CSN Cimentos e InterCement correm para listar seus papéis na B3 (B3SA3).

A InterCement pretende captar R$ 5 bilhões, vendendo até 49% do capital controlada InterCement Brasil, apurou o Valor. Os planos para o IPO (oferta pública de ações) estão avançados. A expectativa é de que a precificação seja feita no início de junho.

Já CSN Cimentos está definindo nos próximos dias o consórcio de bancos para colocar sua operação de IPO na rua. O Valor apurou que o BTG Pactual e o Citi estão entre as instituições financeiras contratadas. A expectativa da empresa é levantar entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões, segundo uma pessoa a par do assunto.

Mudança Acionária

Iochpe-Maxion (MYPK3) tem mudança acionária

A Iochpe-Maxion (MYPK3) informa que os fundos da Compass Group passam a deter, de forma agregada, 7.218.477 ações ordinárias, o que equivale a 4.70% de participação.

C&A (CEAB3) informa alteração acionária

A C&A (CEAB3) recebeu notificação de seu acionista Itaú Unibanco (ITUB4) informando que a soma de ações detidas pelo conjunto dos fundos de investimento geridos pelo Itaú atingiu 5,005% das ações ordinárias da companhia, totalizando 15.430.640 ações.

Como de praxe neste tipo de movimentação, o Itaú declarou que tal participação não tem o objetivo de alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da C&A. 

(Com Marco Antonio Lopes, Claudia Zucare, Rodrigo Petry e Redação)

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