Quero-Quero (LJQQ3) estreia com alta e d1000 (DMVF3), com baixa, na B3

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Divulgação

As ações da Quero-Quero (LJQQ3) e d1000 (DMVF3) estrearam na Bolsa de Valores nesta segunda-feira (10). Por volta das 11h15, os papéis da Quero-Quero apresentava ganhos de 1,26%, cotado a R$ 12,81.

Enquanto isso, a d1000 (DMVF3) recuava 7,94%, cotado a R$ 15,71.

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A Quero-Quero é uma das maiores varejistas de materiais de construção do país. A empresa levantou quase R$ 2 bilhões na Oferta Inicial de Ações (IPO), dando uma ideia da empolgação do mercado mesmo em meio à crise do coronavírus.

A ação foi precificada em R$ 12,65, no centro da faixa indicativa de preço, que variava de R$ 11,30 a R$ 14.

A rede gaúcha, que expandiu sua operação nos três Estados do Sul nos últimos anos, tem agora um plano mais ousado. Quer abrir lojas em todos os Estados e  abocanhar o mercado de materiais de construção em cidades pequenas e médias

d1000

A d1000 Varejo Farma Participações é o braço de varejo do Grupo Profarma (PFRM3). Ela reúne marcas do varejo farmacêutico, como Drogasmil, Farmalife, Drogarias Tamoio e Drogaria Rosário.

A oferta de inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da d1000, braço no varejo farmacêutico da Profarma, levantou R$ 400,1 milhões, mediante a venda de 23,5 milhões de ações.

A ação da empresa saiu por R$ 17, no piso da faixa indicativa sugerida, que ia até R$ 20,32 cada.

São aproximadamente 196 lojas, distribuídas pelo Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Tocantins.

Constituída em 2013, a d1000 é a segunda maior rede em número de lojas do Rio, a sexta maior rede de varejo farmacêutico do Brasil e a líder do varejo farmacêutico do Centro-Oeste do país. No total, tem 3,6 mil colaboradores.

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