Proibida a venda de qualquer produto da cervejaria Backer

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.

Crédito: Reprodução/Facebook

O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento proibiu a venda e determinou o recolhimento de qualquer produto da cervejaria Backer até que seja esclarecida a possível contaminação da produção que vem causando vítimas fatais.

Até esta quarta, 15, já eram três as mortes por síndrome nefroneural associadas ao consumo de cerveja ou chopp da Backer contaminados por dietilenoglicol, uma substância anticongelante presente nas serpentinas.

A empresa nega que tenha utilizado o dietilenoglicol no processo de fabricação de cervejas e afirma, em comunicado publicado em sua página no Facebook, que irá recorrer da decisão do Ministério, já que não há prova de que toda a produção da fábrica esteja contaminada.

A Polícia Civil confirmou, de acordo com reportagem do G1, que o dietilenoglicol foi encontrado em pelo menos um dos tanques da cervejaria, em Belo Horizonte.

No total, 21 rótulos são fabricados pela cervejaria: Backer Pilsen, Cerveja Trigo, Cerveja Pale Ale, Cerveja Bronw, Medieval, Pele Vermelha, Bravo, Exterminador de Trigo, Três Lobos, Capitão Senra, Corleone, Tommy Gun, Diabolique, Pilsen Export, Backer Bohemian Pilsen, Julieta, Backer Reserva do Propietário, Fargo 46, Cabral, Belorizontina e Cacau Bomb.


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