Profarma (PFRM3) tem melhor resultado em oito anos e lucra R$ 29,4 mi no 3TRI

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Divulgação

A distribuidora de produtos farmacêuticos Profarma (PFRM3) reverteu prejuízo e reportou lucro líquido de R$ 29,4 milhões no terceiro trimestre de 2020. Este é o melhor resultado em oito anos, diz a empresa.

A margem líquida da empresa ficou em 2,2% ante uma margem de 0% no mesmo período de 2019.

No acumulado de nove meses a companhia atingiu lucro líquido de R$25,8 milhões, maior R$ 33,2 milhões na comparação com o mesmo período de 2019 quando registrou prejuízo líquido de R$ 7,4 milhões.

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Diante do cenário de pandemia, a Profarma diz que mostrou potencial de crescimento, já que os resultados alcançados no terceiro trimestre começam a refletir de forma mais sustentável o sucesso da estratégia da empresa ao adotar um modelo integrado.

 

Ebitda cresce 36,5%

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) teve evolução de 36,5%, atingindo R$ 69,8 milhões. No mesmo período de 2019 o Ebitda foi de R$ 51,1 milhões.

A margem Ebitda subiu de 4% (3TRI19) para 5,3% (3TRI20).

Já a receita bruta da Profarma cresceu 4,4% em relação ao 3T19. Saiu de R$ 1,467 bilhão para R$ 1,532 bilhão. “O crescimento está relacionado principalmente à evolução nas vendas da distribuição, com aumento de 6,6%”, explica a Profarma.

“Vale ressaltar que esse crescimento é explicado principalmente pela evolução da eficiência operacional aliada à diluição das despesas e, neste trimestre, também ao impacto do aumento de preços na Distribuição, que foi adiado para 1º de junho deste ano”, afirma a empresa.

A receita líquida cresceu 5%. Ou seja, aumentou de R$ 1,26 bilhão para R$ 1,32 bilhão.

 

Endividamento da Proforma cai

Com o IPO da d1000, o endividamento do grupo caiu de 2,4x para 0,6x. “Uma estrutura de capital que deixa a companhia preparada para as oportunidades de crescimento no setor farmacêutico”, diz a empresa.

Segundo a Profarma, os problemas de abastecimento da indústria provocados pela pandemia parecem ter ficado para trás. “Assim, com isso conseguimos melhorar nosso nível de serviço, atingindo o recorde histórico de 92%”, afirma a companhia.

Por fim, o patrimônio liquido da empresa subiu de R$ 984 milhões para R$ 1,081 bilhão no comparativo entre os terceiros trimestres.

 

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