Previdência Privada vale a pena?

Leandro Castro
Leandro de Castro, componente do time de assessor de investimentos do Eu quero Investir, fascinado pelo mercado financeiro, por economia e principalmente como ela interfere em nossas vidas. Além de ser amante do mundo dos investimentos, sou extremamente apaixonado por ajudar as pessoas a investirem melhor os seus recursos financeiros. Sou graduado em Gestão Financeira, e credenciado na CVM pela ANCORD. Me mande um e-mail, ou me chame no whats app! O meu número é 47-99917 6435 e o meu e-mail é leandro.castro@euqueroinvestir.com
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Buscando alguns temas de interesse geral dos investidores brasileiros percebi que, existe um grande fluxo de buscas no nosso oráculo (também conhecido como Google), sobre a famosa Previdência Privada.

O que você verá neste artigo:

Na grande maioria das buscas sobre o tema, os investidores têm se perguntado:

A Previdência Privada, vale a pena?pessoa-em-duvida

Vagando pela internet em busca de conteúdos relacionados a previdência, verifiquei que existe muitas opiniões divergentes sobre o assunto.

Digo isso, pois vejo que no final das contas sempre há uma segunda intenção por parte do autor dos conteúdos que encontrei.

Se vamos ao site de um banco, encontramos a previdência como se fosse a melhor coisa do mundo; se entramos em sites relacionados a cursos de educação financeira, vemos o autor dar reviravoltas no texto afim de gerar dúvidas sem respostas para que o leitor acabe comprando o seu curso mágico; agora, se vamos em um site de notícias que abordou o tema, eles irão criticar a previdência privada de forma horrenda, irão desenhar um monstro, por que afinal de contas, falar mal dá mais “IBOPE” para o seu site.

Me deparando com esta salada mista, creio que diversos investidores terminaram sua busca sem uma resposta concreta e adequada para sua pergunta angular:

Afinal de contas, Previdência Privada vale a pena, ou não vale?

A ideia desse artigo meu caro amigo, é desmistificar a Previdência Privada sem puxar a sardinha para lado nenhum, e sim fazer com que você, por mais leigo que seja, saia dessa página sabendo se a previdência privada vale a pena ou não para você.

Respondendo à pergunta base desse artigo, se a Previdência privada vale a pena, vou de “bate-pronto” dizer que SIM! Na maioria dos casos a previdência vale a pena. Esse investimento só não vale a pena caso você esteja buscando investimentos de curto prazo. Nesse caso a Previdência privada não vale a pena, e o que o seu gerente falar além disso é bobagem.

A previdência privada vale a pena, porém em alguns casos a previdência irá valer mais a pena do que em outros, e a previdência privada só valerá a pena se você fizer um bom plano previdenciário.

Portanto, agora minha intenção é trazer para você o conhecimento necessário para que você saiba como escolher um bom plano previdenciário de acordo com o seu perfil de investidor, sua faixa salarial e sua declaração de IR.

Uma das formas mais eficientes de identificarmos o nosso perfil de investidor, é realizando um teste de perfil.

Você já fez seu teste de perfil? Descubra qual seu perfil de investidor! Teste de Perfil

Sim, sua declaração de Imposto de Renda é uma parte importantíssima para escolher seu plano previdenciário, e sua faixa salarial também, ambos poderão te ajudar a pagar menos impostos. Irei esclarecer cada um desses pontos ao longo do artigo, afinal de contas, quem não gosta de pagar menos imposto, não é mesmo?

NÃO CONTINUE LENDO ESSE ARTIGO SEM DESCOBRIR O SEU PERFIL DE INVESTIDOR. Para cada perfil, existe um fundo previdenciário mais adequado, descubra o seu.

Esse artigo também ajudará você a avaliar a sua própria previdência, e caso descubra que ela não é tão boa quanto o seu gerente mencionou que seria, consulte-nos através desse formulário.

Trarei também alguns exemplos de planos previdenciários no final desse artigo, para você ver na prática como a escolha de um bom plano pode lhe economizar milhares de reais.

Antes de entrar nos detalhes da escolha de um bom plano para você, vamos começar pelo início.

O QUE É A PREVIDÊNCIA PRIVADA?

A previdência privada é um plano de aposentadoria complementar à previdência social ligada ao INSS.

Ou seja, se você é um profissional liberal, ou possui um custo de vida acima do valor teto pago pelo INSS (R$ 5.645,80) que começou a valer em Janeiro de 2018, é muito importante começar a pensar em uma renda complementar para a sua aposentadoria, e a previdência privada pode ser uma das soluções financeiras que supre essa necessidade.

Agora vamos entender o porquê têm muito conteúdo na internet dizendo que a previdência privada não vale a pena para você.

DESMISTIFICANDO A PREVIDÊNCIA PRIVADA

Na maioria dos conteúdos que encontramos sobre previdência privada, vemos autores criticando as altas taxas e a baixa rentabilidade proporcionada pelos planos previdenciários. Nessa primeira parte do artigo, o intuito é desmistificar essas questões para depois te ajudar a escolher um bom plano de previdência privada. Vamos lá!

1 – OS FUNDOS PREVIDENCIÁRIOS SÃO RUINS ou PREVIDÊNCIA PRIVADA RENDE POUCO

Uma das principais críticas dos autores sobre o tema é a questão da rentabilidade.

Diversos autores alegam que a previdência privada entrega uma rentabilidade muito aquém de outros investimentos financeiros.

Mas não é nenhuma novidade que os bancos ofertam investimentos de baixa rentabilidade para os investidores em TODAS as esferas do mundo dos investimentos.

Os títulos de Renda Fixa oferecidos pelos bancos por exemplo, são tão medíocres que ao deduzir IR, muitas perderão para a poupança.

Os fundos de investimentos oferecidos por eles também não escapam dessa rentabilidade ilusória, a maioria dos fundos de investimentos oferecidos pelos bancos não entregam rentabilidade superior a 90% CDI, na verdade, a maioria desses fundos bem como os títulos de Renda Fixa ficam na mediocridade dos 70-80% CDI.

(CDI é uma taxa anual que utilizamos para calcular a rentabilidade dos investimentos. Hoje – Março/2018 – a taxa CDI está em 6,64% ao ano, portanto, 80% do CDI equivale a 6.64 multiplicado por 0,80 = 5,31% ao ano).

E quando o seu gerente fala em título de capitalização então? Essa “aplicação” fica mais para uma rifa de São João do que para um investimento propriamente dito.

Então caro leitor, a previdência não é a única vilã em rentabilidade oferecida pelo seu gerente. Na verdade, ela só é mais uma das aplicações medíocres que o banco te oferece.

É sabido por parte de grande parte dos investidores que nós encontramos melhores aplicações financeiras através das corretoras de valores, que nada mais são do que instituições financeiras especializadas em investimentos, fazendo a intermediação entre o investidor e o investimento.

Fazendo um paralelo entre Corretoras de valores e Bancos, com o mundo médico, é como se você quebrasse o pé e procurasse um clínico geral ao invés de um ortopedista. Isso parece insano, mas é exatamente o que você faz ao querer investir através do seu banco.

E sim, é possível encontrar excelentes planos previdenciários através dessas corretoras de valores. Se você quer ajuda para encontrar um bom plano previdenciário, entre em contato conosco através deste formulário, assim iremos lhe ajudar a encontrar um bom fundo previdenciário de acordo com o seu perfil de investidor.

2 – TAXAS ALTAS, ABUSIVAS (e muitas vezes não avisadas pelo gerente)

É bem verdade e pertinente essa consideração, pois algumas instituições (não todas) cobram altas taxas de administração, além das taxas de entrada e saída, também conhecidas como taxas de carregamento.

As taxas de administração são inerentes a todos os fundos previdenciários, pois é essa taxa que custeia o fundo e os profissionais ligados ao funcionamento e desempenho do mesmo, dentre esses profissionais encontramos o gestor do fundo, o administrador, o distribuidor, o auditor independente, o operacional, o custodiante, dentre outros.

O problema não é a existência dessa taxa, o verdadeiro problema é quando essa taxa é abusiva, ao ponto de se tornar nociva para o investimento.

Já as taxas de carregamento não são impostas por todas as instituições, e a regra para a cobrança da mesma varia quase que de gerente para gerente. (O seu gerente colocou uma taxa de entrada de 2% e uma taxa de saída de 4% no seu plano? Talvez ele não goste tanto assim de você…)

A saber, a taxa de entrada é aquela taxa cobrada pelo simples fato de contratação do plano. Isso mesmo! É um absurdo, mas é bem comum os gerentes incluírem essa taxa no seu plano sem avisar ao investidor da existência dela.

Já a taxa de saída é aquela taxa que o banco irá te cobrar no momento em que você precisar solicitar o resgate ou decidir fazer a portabilidade do seu plano previdenciário para um plano melhor e mais rentável.

taxaEssa taxa é cobrada pelo banco como forma de inibir você de procurar um investimento melhor. Antes de ser inibido a melhorar sua aplicação, faça contas e veja quanto você “perderá” ao pagar essa taxa de saída e leve em consideração quanto tempo você levará para recuperar o esse valor em um plano melhor.

Agora que desmistificamos os dois principais mitos sobre a Previdência Privada, vamos entender se a Previdência Privada vale a pena para você.

A princípio acredito que a Previdência Privada vale a pena pelo simples fato de ser um investimento que irá complementar sua renda no futuro. Mas lembre-se, se você pensa em investir por um período de tempo inferior a 10 anos, dificilmente a previdência privada será a melhor aplicação para você.

Muito investidores mais jovens tem o costume de pensar que, se buscar outras aplicações “mais rentáveis” que a Previdência Privada, pode-se chegar à velhice com um bom volume financeiro e assim viver de juros.

Na realidade atual, esse pensamento é plausível, mas quem pode garantir que em 2040-2050 o Brasil ainda terá juros estratosféricos capazes de manter o seu custo de vida? Já parou para pensar nisso?

É importante que você tenha outros investimentos com essa finalidade, mas na condição de assessor de investimentos, recomendo a você que diversifique seu portfólio. Tenho diversos clientes próximos da aposentadoria, e para eles nada mais importa, querem apenas investimentos que são capazes de dar uma renda residual mensal.

E eles estão certos! É disso que precisamos, de investimentos que nos dê uma renda residual lá na nossa velhice, para que possamos gozar da melhor idade com qualidade.

Agora, se a previdência privada nos dá exatamente isso, então porquê julgar ela um investimento ruim?

Já entendemos o porque ela é vista com maus olhos por grande parte dos investidores na primeira parte desse artigo, então percebemos que se buscarmos bons fundos previdenciários, com taxas de administração aceitáveis e coerentes com o resultado apresentado pela gestão, por que não alocar esse investimento em nossa carteira?

É válido ressaltar que a Previdência Privada vale a pena, apenas como investimento de longo prazo.

Vamos explicar o porquê logo a seguir, mas antes de entrar na questão vamos entender as diferentes possibilidades dos planos previdenciários. Após adquirir esse entendimento, ficará mais fácil para você avaliar o quanto a Previdência Privada vale a pena para você!

ENTENDENDO A PREVIDÊNCIA PRIVADA

Muita gente não entende sobre os diferentes tipos de previdência privada, e é natural que surjam dúvidas e desconfianças sobre o investimento.
Por isso quero entrar no mérito dos diferentes tipos de tributação (progressiva e regressiva) e também nos diferentes tipos de Planos Previdenciários (PGBL e VGBL).

Vamos esclarecer esses conceitos!

TABELA DE TRIBUTAÇÃO PROGRESSIVA

A Tabela de tributação progressiva progride de acordo com a faixa salarial do investidor.

Ou seja, quanto maior o ganho anual do investidor, maior o imposto de renda a ser pago.

Por isso é recomendável que o investidor opte por esse plano caso ele tenha uma renda anual de até R$ 33.477,72.

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TABELA DE TRIBUTAÇÃO REGRESSIVA

A Tabela de tributação regressiva, regride a alíquota do Imposto de Renda conforme o tempo de duração do plano.

Nesse modelo de tributação, o Imposto de Renda sobre o Plano Previdenciário é de 35% nos primeiros dois anos, e é reduzido em 5% a cada dois anos de acordo com a tabela a seguir.

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Vale ressaltar que o IR é pago apenas no momento do resgate.

VGBL – (Plano Vida Gerador de Benefício Livre)

O VGBL é o plano previdenciário mais comum e mais recomendado.

Ele é recomendável para todos os investidores que fazem a declaração de Imposto de Renda Simplificada, e por isso é recomendado em maior escala.

O VGBL é o Plano Previdenciário que tributa apenas os juros obtido no período.

Vamos ao primeiro exemplo prático:

O João contratou uma previdência privada do tipo VGBL cuja tabela tributária é regressiva. O João acumulou R$ 100 mil ao longo de 10 anos, porém os aportes somaram R$ 80 mil e os outros R$ 20 mil é referente aos juros que obteve no período. Nesse caso o tributo será de 10% (de acordo com a tabela regressiva) sobre os juros do período (conforme plano VGBL). Portanto o IR pago nesse caso é de apenas R$ 2.000,00. Nesse caso o João resgata R$ 98 mil de seu plano previdenciário.

R$ 20 mil * 10% (alíquota de IR) = 2 mil

R$ 100 mil – 2 mil = 98 mil (resgate líquido)

 

PGBL – (Plano Gerador de Benefício Livre)

O PBGL é um plano previdenciário que te dá um benefício fiscal ao declarar o Imposto de Renda.

Esse benefício é concedido apenas a quem faz a declaração de Imposto de Renda Completa.

Na prática, ao fazer uma Previdência Privada do tipo PGBL, você poderá reverter até 12% do valor que você pagaria de tributo ao governo, direto para a sua previdência privada. Ao longo do tempo, essa acumulação extra pode ser muito interessante.

Porém o contra-golpe do Leão vem ao solicitar o resgate, ou usufruir do benefício previdenciário, pois nessa ocasião você será tributado sobre o montante total acumulado no seu Plano previdenciário.

Isso não será um problema se você acumulou os recursos da maneira correta (deduzindo os 12% do IR), afinal de contas, esse dinheiro iria para o Governo de qualquer jeito.

O problema é quando você aporta o dinheiro do seu bolso nesse plano, sem deduzir Imposto de Renda…. aí meu amigo, a facada realmente é dolorosa.

Vamos ao segundo exemplo prático:

O João dessa vez acumulou 100 mil reais no seu PGBL e após 10 anos ele optou por resgatar seus recursos. O seu regime tributário é regressivo, portanto João irá resgatar R$ 100 mil menos 10% de tributos que serão cobrados sobre o montante acumulado (por ser PGBL). Portanto, o resgate líquido fica em R$ 90 mil.

100 mil * 10% (Alíqutoa de IR) = 10 mil.

100 mil – 10 mil (IR) = 90 mil (resgate líquido)

Agora vamos supor que o João contratou um Plano Previdenciário PGBL, cuja tabela tributária é Progressiva. Porém o João ganha mais de R$ 55.500,00 por ano. (Vide alíquota na tabela progressiva).

Nesse exemplo temos um grande problema – que chega a dar dó – o João, coitado, teve a infelicidade de investir através do auxílio de um profissional que não entende patavina nenhuma do que estava fazendo, e ele é induzido a fazer um plano PGBL de tabela progressiva, mesmo estando na alíquota de IR mais alta (27,5%).

E ainda podemos ter um agravante, o João faz a declaração de IR simplificada, ou seja, ele não gozará do principal benefício do PGBL que é a reversão dos 12% para a sua querida previdência. Vamos ver como ficaria o Imposto de Renda do João depois dos mesmos 10 anos acumulando dinheiro em sua Previdência Privada:

R$ 100.000,00 * 27,5% (Alíquota de IR) = R$ 27.500,00

R$ 100 mil – 27,5 mil = R$ 72.500,00 (Resgate líquido)

 

Observe que nesse caso, ao fazer o resgate, a sangria será absurdamente alta e isso não é culpa da previdência privada, e sim do profissional desqualificado que te ajudou a cometer esse suicídio financeiro.

Viu como um plano escolhido de maneira adequada ao seu perfil, à sua faixa salarial e ao modelo que você declara seu Imposto de Renda influencia diretamente no seu resultado final?

Temos aqui 3 exemplos práticos, onde o valor de Imposto pago foi de R$ 2.000,00 para R$ 27.500,00 exatamente com o mesmo valor aplicado, o resgate líquido variou apenas com a escolha do plano e da tabela de tributação.

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ENTENDENDO SE A PREVIDÊNCIA PRIVADA VALE A PENA PARA VOCÊ

A Previdência Privada vale a pena principalmente:

1 – Para quem investe pensando em longo prazo (acima de 10 anos);

Para o investidor que tem como objetivo investir por prazos muito longos, 10 anos ou mais, um bom plano previdenciário vale muito a pena, pois optando pela tabela de tributação regressiva, após 10 anos teremos uma alíquota de Imposto de Renda de 10% sobre o lucro, ou sobre o principal a depender se o Plano Previdenciário é VGBL ou PGBL conforme já dito anteriormente.

Esse investimento é bom tanto para quem pensa em usufruir do benefício previdenciário, quanto para quem pensa em efetuar um resgate integral após o período.

2 – Para investidores que têm condições de acumular dinheiro, mas não conseguem juntar;

A Previdência Privada vale a pena também para pessoas que não possuem disciplina e têm dificuldades em juntar dinheiro.

A Previdência Privada pode ser feita como uma poupança forçada, com débito em conta, assim o investidor acaba sendo forçado a acumular recursos.

3 – Para profissionais que fazem a declaração de Imposto de Renda COMPLETA;

A Previdência Privada vale muito a pena para quem faz a declaração de IR completa, pois a depender do valor acumulado, você pode reverter até 12% do pagamento do tributo que iria para o governo, para benefício próprio, acumulando na previdência privada como já vimos em exemplo.

4 – Para pessoas que ganham até R$ 2.789,80 por mês ou R$ 33.477,72 por ano

A Previdência Privada vale a pena para as pessoas que se enquadram na folha salarial descrita acima, vale a pena fazer uma previdência privada do tipo VGBL (onde o IR cobrado é apenas sobre o lucro) e com o sistema de tributação Progressivo.

O sistema de tributação Progressivo isenta completamente o Imposto de Renda de pessoas cuja renda salarial é limitada em até R$ 22.499,13 por ano, ou R$ 1.874,92 por mês, e tributa em apenas 7,5% os investidores cuja renda salarial é de até R$ 2.789,80, fazendo desse plano a menor tributação de Imposto de Renda do mundo dos investimentos.

5 – Para profissionais liberais, autônomos e pessoas cujo custo de vida supera o teto do INSS

A Previdência Privada é super recomendada para profissionais liberais e autônomos, pois sabemos que esse profissional raramente contribui para o INSS, e ainda assim, geralmente o seu custo de vida supera o teto do benefício oferecido pelo INSS, que é de R$ 5.645,80.

Portanto é válido que esse profissional aloque parte de seus recursos em uma boa previdência privada, afim de ter um complemento de renda além do INSS, e além dos juros que suas aplicações financeiras poderão proporcionar.

Outro benefício proporcionado pelos fundos previdenciários é a isenção do Come-cotas, famoso modelo de tributação criado pelo Governo para tributar os fundos de investimentos em geral, por serem aplicações de tempo indeterminado.

Quer saber mais sobre o come-cotas de forma simples e objetiva, leia esse artigo.

 

O que fazer agora

O primeiro passo sempre será conhecer seus limites, sua tolerância a risco. Não entender seus próprios limites pode levá-lo a tomar as piores decisões com seus investimentos.

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