Prévia do PIB, ata do Copom, Ibovespa e Fomc agitam semana

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)
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Foto: exportações agronegócio

A agenda reserva o anúncio de indicadores que irão dar mais evidências do comportamento da economia em tempos de inflação alta e apreensão pelo aumento expressivo de casos de Covid-19 e medidas restritivas contra o avanço da doença.

Os próximos dias vão mostrar o desfecho de um mês em que o Ibovespa vem acumulando ganhos quase que diariamente: a série pode fazer com que a bolsa encerre o ano no positivo.

Falta pouco para isso: exatamente 0,45%, o que vai representar uma virada após meses de turbulências, perdas e instabilidade.

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Quase uma semana após anunciar a manutenção da taxa Selic em 2%, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) divulga esta semana a ata das reuniões que levaram a essa decisão.

O documento dará mais sinais de como o BC planeja conduzir a política monetária em 2021. Analistas do mercado apostam em nova alta da Selic no próximo alto.

Inflação

A pressão inflacionária, citada no comunicado do Copom da última quarta (9), terá esta semana mais um indicativo de tendência dos preços com a divulgação do IGP-10 de novembro.

O BC anuncia também o Índice de Atividade Econômica do Banco Central, o IBC-Br, considerado a prévia do PIB — número aguardado pelos investidores.

Na agenda externa, destaque para a divulgação da taxa de juros dos Estados Unidos após encontro dos dirigentes do Federal Reserve no  Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês).

A expectativa é pela manutenção da taxa. Mas o mercado estará de olho no documento que vai nortear a decisão.

Em meio ao agravamento da crise sanitária nos EUA e as incertezas sobre a retomada da economia do país, o Fed deverá assinalar as estratégias e planos da instituição para atravessar o período.

O discurso do presidente do Fed Jerome Powell, que ocorre após o anúncio da taxa, deve reforçar o posicionamento em relação ao que a instituição espera do governo e Congresso em relação a estímulos fiscais contra a crise — debate que permanece travado e indefinido.

Bolsa pode virar para o positivo no acumulado do ano

A expectativa de que se inicie a vacinação contra a Covid-19 em alguns países neste mês e no início de 2021 levou otimismo aos mercados globais.

O noticiário animador ajudou o Ibovespa a surfar no terreno positivo nas últimas semanas. O cenário levou a ganhos sucessivos em pregões nas últimas semanas, subindo o patamar acima dos 115 mil pontos.

E agora a bolsa está perto de virar o acumulado do ano para uma valorização, o que pode ocorrer nesta semana.

A bolsa de valores fechou a sexta-feira (11) estável (0,00%), a 115.128,63 pontos.

Com isso, o índice acumulou alta de 1,21% na semana.

Na mínima de hoje, o Ibovespa ficou em 113.949,39 pontos; e na máxima foi a 115.526,57 pontos.

No mês, os ganhos estão em 5,73%. No ano, as perdas estão quase zeradas, com menos 0,45%.

Sexta semana seguida de alta

A bolsa encerrou a sexta-feira (11) estável, mas subiu pela sexta semana seguida, o que não ocorria desde o início de 2019.

Nesta sexta, houve um movimento global de realização de lucros, quando os investidores vendem papéis para embolsarem ganhos recentes na véspera.

Nos últimos dias, o mercado internacional reforçou o otimismo com a divulgação de cronogramas de vacinação contra a Covid-19, apesar do aumento de casos em diversos países.

Há ainda expectativa de novos pacotes de estímulos nos EUA e Europa, o que também impulsionou as bolsas de valores.

Rusgas

O salto não foi maior porque, avaliam especialistas do mercado, o país está com reformas travadas no Congresso e há incertezas a respeito de questões como teto de gastos e o orçamento da União,

O ministro da Economia Paulo Guedes voltou a defender a manutenção do teto de gastos.

Segundo ele, o governo brasileiro também estaria planejando, ainda para 2020, uma redução de subsídios. O chefe da pasta econômica não afirmou, no entanto, em quais setores ocorreriam tais cortes.

A última semana mostrou rusgas entre Guedes e Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados.

Mais afirmou nesta sexta-feira (11), ao criticar a desistência de discussão da PEC Emergencial neste ano no Senado, que o país está diante de um “abismo fiscal”.

Maia afirmou que “até o que é emergencial não é votado no Brasil”, e acusou o governo de fazer um “cambalacho” com a PEC, creditando a atitude a uma tentativa de prejudicá-lo.

“Na política brasileira, o interesse de cada um prevalece em relação aos interesses do Brasil””, disse o parlamentar.

De outro lado, Guedes cobrou nesta sexta-feira (11) publicamente o presidente da Câmara a colocar projetos do governo em votação.

O ministro afirmou ainda que as privatizações estão paradas porque uma “aliança de centro-esquerda” controla a pauta de votações da Câmara.

“Como eu vou privatizar, se não coloca na pauta? Quem controla a pauta é uma aliança de centro-esquerda, mas quem ganhou a eleição foi uma aliança de centro-direita. Não sou que tenho que resolver isso, é a política”, disse.

Dólar resvala no patamar dos R$ 5

O dólar fechou em alta de 0,16%, cotado a R$ 5,0461, nesta sexta-feira (11).

Na quinta-feira (10), o dólar fechou em queda de 2,60%, cotado a R$ 5,0379. Foi menor patamar desde 16 de junho, quando a moeda estava cotada a R$ 4,9398.

A queda foi a maior desde 6 de novembro, quando desabou 2,80%.

O dólar encerrou em leve alta, mas acumulou a quarta semana consecutiva de queda.

A moeda norte-americana acumulou queda de 1,51% na semana e de 5,59% no mês. Apenas nas últimas quatro semanas, o dólar caiu 7,81%.

Bolsa em Nova York e cenário mundial

O pacote de auxílio nos EUA segue sem solução. O líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, defende agora a proposta de US$ 916 bilhões do secretário do tesouro, Steven Mnuchin.

Disse que vai fazer “tudo o que puder” para ajudar a economia. Já Nancy Pelosi, da Câmara, defende o outro plano, de US$ 908 bilhões, elaborado por um grupo bipartidário de legisladores.

Na Europa, o Banco Central Europeu aumentou seu Programa de Compras Emergenciais de Pandemia em 500 bilhões de euros, chegando a 1,85 trilhão de euros.

E prorrogou o esquema até março de 2022, com o objetivo de manter os custos de empréstimo corporativo e do governo em mínimas recordes.

Enquanto isso, o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, afirmou que é bem provável que o país deixe a União Europeia sem um acordo.

Nova York fechou a semana mista. As bolsas da Europa encerraram com mais perdas que ganhos.

Dessa forma, apesar dessa indefinição e da preocupação com a escalada da Covid-19 nos EUA, Europa e Brasil, esperam-se para esta semana mais altas nos mercados globais com a divulgação de planos de imunização e aprovações de vacinas.

Prévia do PIB

A agenda da semana inclui o esperado anúncio da Índice de Atividade Econômica do Banco Central, o IBC-Br, a prévia do PIB, de outubro.

O indicador sairá na segunda (14).

O IBC-Br teve alta de 1,29% em setembro, com aceleração ante agosto (1,06%). Em julho, o avanço foi de 2,15% e, em junho, de 4,89%.

O resultado veio acima da projeção de 1% do mercado. E marca a quinta recuperação seguida do indicador.

Na comparação com setembro de 2019, o indicador caiu 0,77%. No ano, o acumulado é de queda de 4,93%. Em 12 meses, queda de 3,32%.

No trimestre até setembro, o IBC-Br acumula 9,47% de alta.

Segundo o BTG Pactual, o resultado foi surpreendente, apesar da desaceleração na recuperação de todos os setores da economia de agosto para setembro. O setor de serviços recuou de 2,9% para 1,8%. As vendas no varejo, de 3,1% para 0,6%. E a indústria, de 3,6% para 2,6%.

“Com as medidas de isolamento social continuando a ser suspensas na maior parte do país, esperamos que os setores da economia continuem se recuperando e registrando resultados positivos”, diz o banco em relatório.

“Para os próximos meses, ainda há muita incerteza. Principalmente pela cautela dos consumidores e pelo cenário desafiador no mercado de trabalho. E também pela proximidade do fim do auxílio emergencial”, pontua o BTG.

Ata do Copom

O Copom divulga na próxima terça a ata sobre o último encontro do comitê do Banco Central.

Após manter a taxa Selic em 2% ao ano na última quarta (9), o Copom afirmou que, “no cenário externo, a ressurgência da pandemia em algumas das principais economias tem revertido os ganhos na mobilidade e deverá afetar a atividade econômica no curto prazo”.

“No entanto, os resultados promissores nos testes das vacinas contra a Covid-19 tendem a trazer melhora da confiança e normalização da atividade no médio prazo”, acrescenta o documento.

E pondera: “Em relação à atividade econômica brasileira, indicadores recentes sugerem a continuidade da recuperação desigual entre setores, em linha com o esperado.”

“Contudo, a incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia permanece acima da usual, sobretudo para o período a partir do final deste ano”, diz o comitê.

Inflação

O cenário de inflação alta no mesmo período em que indicadores como o PIB (Produto Interno Bruto) sugerem a retomada da economia — além da indefinição sobre o orçamento de 2021, reformas e a política do governo sobre gastos públicos – formava um quadro de incertezas.

Em comunicado, o Copom reiterou que o efeito dos preços dos alimentos é temporário, mas ressaltou que a inflação deverá continuar elevada nos próximos meses.

“As últimas leituras de inflação foram acima do esperado”, afirma o documento.

“Em dezembro, apesar do arrefecimento previsto para os preços dos alimentos, a inflação ainda deve se mostrar elevada.”

Complementa: “Apesar da pressão inflacionária, o comitê mantém o diagnóstico de que os choques atuais são temporários, mas segue monitorando sua evolução com atenção, em particular as medidas de inflação subjacente.”

O Copom estimou que a inflação oficial fechará 2020 em 4,3%, caindo para 3,4% em 2021 e 2022.

A ata deve detalhar ou dar mais indícios do que o BC pretende estabelecer como política monetária ou o que espera da economia em 2021 diante desse quadro.

Manutenção da Selic?

A manutenção da taxa no patamar atual não está garantida, observa o comitê. Pode mudar em breve, assinala o Copom — mas não vai cair mais.

O comunicado do Copom enfatiza riscos fiscais e a importância de destravar a agenda reformista.

O BC diz que questionamentos sobre reformas e ajuste das contas públicas podem elevar juro estrutural e que o risco fiscal elevado segue criando assimetria altista no balanço de risco

O prolongamento de medidas da pandemia ou frustração com reformas podem elevar prêmio de risco, diz o Copom..

Sublinha que o regime fiscal não foi alterado e expectativas de longo prazo seguem ancoradas.

IGP-10

Outro termômetro da economia, que pode reforçar a tendência de alta de outros indicadores, é o anúncio pela Fundação Getulio Vargas (FGV) do Índice Geral de Preços–10 (IGP-10), que sai na terça (15).

O índice subiu 3,51% em novembro. No mês anterior, o índice havia apresentado taxa de 3,20%.

Com o resultado, o índice acumula alta de 21,76% no ano e de 23,82% em 12 meses. Em novembro de 2019, o índice subiu 0,19% no mês e acumulava elevação de 3,33% em 12 meses.

“O IPA, Índice de Preços ao Produtor Amplo, segue influenciando o resultado do IGP”, afirma André Braz, coordenador dos Índices de Preços.

“As pressões que se acumulam nas matérias-primas brutas do índice ao produtor gradualmente chegam aos outros estágios de produção. As taxas em 12 meses dobraram de agosto para novembro: bens finais (8,17% para 16,83%) e bens intermediários (8,14% para 18,29%)”.

Além disso, ele afirma que outros componentes do IGP, como IPC (0,98% para 0,55%) e INCC (1,51%) apresentaram respectivamente recuo e estabilização em suas taxas de variação.

Destaques do índice

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 4,59% em novembro. Conforme os dados, no mês anterior, o índice havia registrado taxa de 4,06%.

Os preços dos Bens Finais subiram de 2,66% em outubro para 2,94% em novembro. Esse aumento foi principalmente pelo resultado do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 4,93% para 10,85%.

O índice relativo a Bens Finais que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou 2,31% em novembro. No mês anterior, a taxa havia sido 2,82%.

Já a taxa do grupo Bens Intermediários cresceu de 3,40% para 4,23% em novembro. O aumento vem do subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção (-6,19% para 3,64%).

Por outro lado, o índice de Bens Intermediários (ex), que exclui subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, caiu para 4,31% em novembro, ante 4,78% no mês anterior.

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 5,77% em outubro para 6,19% em novembro. O maior destaque foi o milho em grão, com uma disparada de 9,16% para 20,85%. Entretanto, o maior destaque negativo foi o de arroz em casca, indo de 19,79% para 0,94%.

Relatório trimestral de inflação

Uma análise mais detalhada do quadro de alta de preços e da economia será divulgado na quinta (15) pelo Banco Central no Relatório Trimestral de Inflação.

No final de setembro, o BC reduziu a estimativa de queda do PIB no Relatório Trimestral de Inflação (RTI).

As projeções para 2020 apontavam para uma retração de 5%, o que representava uma melhora em relação ao relatório de junho, quando estimava queda de 6,4%.

Quanto aos componentes do PIB, para o Banco Central esperava que a Agropecuária fosse  crescer 1,3% (ante 1,2% do relatório anterior); Indústria teria um recuo de 4,7% (-8,5% antes) e Serviços cairia 5,2% (-5,3%).

A expectativa para o consumo das famílias passava para -4,6% (ante -7,4%) e o consumo do governo deve recuar 4,2% (+0,2% antes).

A queda dos investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) deveria ser, na estimativa do RTI de setembro, de 6,6% (ante -13,8%)

Para 2021, era esperada alta do PIB de 3,9%.

BC não atera IPCA

Com relação à inflação oficial do país, a expectativa era de uma variação do IPCA de 2,1% para 2020, considerando o cenário de juros e câmbio constantes, mesma previsão do RTI de junho.

Também no cenário constante, o IPCA esperado para 2021 era de 3% e para 2022, 3,80%.

No relatório, o BC reiterava que não pretendia reduzir o grau de estímulo monetário.

No entanto, afirmava que o espaço para cortes na Selic deveria ser pequeno por questões prudenciais e de estabilidade financeira.

Também afirmava que não estavam previstas elevações dos juros enquanto os índices de inflação estiverem dentro das metas.

Fed: decisão da taxa de juros

O Fed (Federal Reserve, o banco central americano) divulga a decisão sobre a taxa de juros nesta quarta (16).

Na última reunião, em novembro, as taxas foram mantidas estáveis, entre 0% e 0,25% ao ano. É o que pode acontecer na reunião desta semana.

Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês), formado por dirigentes do Fed, disse naquela ocasião em novembro, que a pandemia de coronavírus continuava impactando a economia do pais, afetando o emprego e a atividade.

Em dezembro, a pandemia nos EUA se agravou, com mais de 200 mil casos registrados por dia e aumento nonúmero de mortes – que beiram as 300 mil, no total.

Medidas de restrição e lockdowns para combater a disse inação do vírus devem frear a atividade econômica.

A retomada, portanto, está ameaçada.

O que o Fed pretende fazer nesse contexto? É o que devem indicar o comunicado do Fed e o discurso de Jerome Powell.

Em novembro, o Fed manteve sua política monetária de afrouxamento intacta e se comprometeu novamente a fazer o que puder nos próximos meses para sustentar uma recuperação econômica norte-americana ameaçada pela pandemia.

“A atividade econômica e o emprego continuaram a se recuperar, mas permanecem bem abaixo de seus níveis no início do ano”, disse o Fomc.

“A pandemia da Covid-19 está causando enormes dificuldades humanas e econômicas nos Estados Unidos e em todo o mundo.”

Patamares abaixo dos níveis pré-pandemia

Mais uma vez, o Fed dizia estar empenhado em usar toda a gama de ferramentas para apoiar a economia do país.

“A atividade econômica e o emprego ainda estão em recuperação, com indicadores abaixo dos níveis do início do ano”, afirmava o comunicado, divulgado, na época, em meio à indefinição do desfecho das eleições presidenciais, antes de Joe Biden sair vencedor.

O Fomc reforçou que a trajetória da economia dependerá do curso da pandemia.

As taxas de juros se mantêm nos mesmos níveis desde 15 de março.

O comitê lembrava que a demanda fraca e preços baixos mantêm a inflação baixa — e ficará acima de 2% por algum tempo.

Na avaliação do Fomc, o Fed continuará levando em conta a equação saúde pública, mercado de trabalho e inflação.

Em seu comunicado, o Fed destacou riscos ainda “consideráveis” da pandemia para a atividade americana, emprego e a inflação, confirmando o compromisso de continuar fornecendo estímulos sustentados.

Na reunião de setembro, o Fomc sinalizou que espera manter as taxas perto de zero por, pelo menos, até 2023.

Títulos

O Fed disse em novembro que por enquanto continuará comprando “ao menos” US$ 120 bilhões em títulos do governo, e usará suas outras ferramentas e programas conforme necessário dependendo de como a economia evolui.

O relatório de emprego nos EUA para outubro, a ser divulgado pelo Departamento do Trabalho na sexta-feira, dará a visão mais atualizada sobre a rapidez com que a economia está levando os milhões de desempregados pela pandemia de volta ao trabalho.

Mas, além disso, o Fed vai estar agora aguardando para ver se o presidente republicano Donald Trump permanece no cargo ou se o democrata Joe Biden assume o controle da Casa Branca, e o que cada cenário pode significar em termos de gastos adicionais do governo para ajudar os que estão sem trabalho.

 

Veja a agenda completa

Segunda-feira (14)

  • Produção industrial de outubro da Zona do Euro, às 7h
  • BC: Boletim Focus, às 8h25
  • BC: Índice IBC-Br de atividade econômica (outubro), às 9h
  • BC: Balança Comercial Semanal, às 15h
  • China, Produção industrial (novembro), às 23h

Terça-feira (15)

  • BC: Divulgação da ata do Copom, às 8h
  • FGV: IGP-10 (nov), às 8h
  • Produção industrial (novembro), EUA, às 11h15

Quarta-feira (15)

  • Zona do Euro: Índice PMI Markit composto (dezembro) – preliminar, às 6h
  • BC: Fluxo Cambial Semanal, às 14h30
  • EUA: Banco Central anuncia decisão de política monetária, ás 16h

Quinta-feira (17)

  • FIPE: IPC (prévia semanal), às 5h
  • Zona do Euro, Índice de preços ao consumidor (novembro), às 7h
  • FGV: IGP-M (2ª prévia de dezembro), às 8h
  • BC: Relatório Trimestral de Inflação, às 8h
  • Estados Unidos: Pedidos de auxílio desemprego (semanal), às 10h30
  • EUA: PMI Industrial , às 11h45

Sexta-feira (18)

  • FGV: Sondagem da Indústria (Dezembro) – preliminar, às 8h
  • BC: Investimento Direto no País (novembro), às 9h30:
  • CNI: Sondagem da Indústria da Construção (novembro)

 

 

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