Prévia da inflação, Cielo (CIEL3), Fomc e PIB dos EUA agitam semana

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)
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Crédito: Site Ricmais

Começa nesta semana a temporada de balanços do quatro trimestre de 2020, com a divulgação dos números da Cielo (CIEL3).

Veja o calendário de balanços do 4TRI20

A agenda econômica – mais curta esta semana por causa do feriado em São Paulo, na segunda (25), que fecha a bolsa – tem outros pontos de destaque.

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É o caso do anúncio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor 15 (IPCA-15) de janeiro, considerado a prévia da inflação, com anúncio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) marcado para terça (26).

Outro indicador da inflação será apresentado esta semana. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de janeiro sai na próxima quinta (28).

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Ata do Copom

O período de alta de preços continua inquietando o mercado – e foi um dos temas abordados pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), no comunicado em que decidiu não mexer nos juros básicos da economia e retirar o forward guidance.

Isso deixa uma porta aberta para que o BC possa aumentar a Selic na próxima reunião do comitê, em março.

Por isso, vale ficar atento ao que vai ser divulgado na ata do Copom na próxima terça (26), que pode dar mais sinais sobre o rumos da política monetária do país.

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Fomc: primeira reunião do ano

Na agenda externa, o evento mais aguardado é a decisão sobre a taxa de juros feita pelo Fomc  (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês), formado por dirigentes do Federal Reserve, que se reúne pela primeira vez em 2021.

O comunicado do Fed será divulgado na próxima quarta (27). Ele ocorre uma semana após Joe Biden assumir a presidência.

Na sexta (22), Janet Yellen teve o nome aprovado pelo Comitê de Finanças do Senado para ocupar posto de secretária do Tesouro dos Estados Unidos.

O país passa, como se sabe, por uma alta recorrente e expressiva de novos casos de coronavírus – a média está em 200 mil a cada 24 horas.

Os números impactaram a economia e devem afetar a atividade nos próximos meses, em meio a medidas que restringem a circulação.

O radar dos investidores vai ficar atento ao comunicado, diante desse quadro de incertezas.

A semana trará também os números do quarto trimestre do Produto Interno Bruto dos EUA, que devem refletir os efeitos a crise sanitária e dar uma ideia da retomada ou não da economia.

Bolsas: apreensão

Tensão e volatilidade rondaram o mercado na semana anterior.

Resultado: a bolsa de valores encerrou a semana no negativo. Foi a segunda seguida de baixa. De 18 a 22 de janeiro, a perda acumulada foi de 2,47%, aos 117.380,49 pontos.

Na sexta-feira (22), o índice teve perda de 0,80%.

Ibovespa seguiu Wall Street, mas aqui o tombo foi eloquente.

No cenário doméstico a expressão mais ouvida e falada foi o “risco fiscal” — com muitas razões para travar os ganhos e cair no terreno negativo.

Primero, voltaram à tona em Brasília os debates sobre a volta do auxílio emergencial, num momento de indefinição sobre o que o socorro social pode provocar nas contas do governo.

Boatos e ruídos preocuparam os investidores.

Na segumda, com o mercado fechado no Brasil, os investidores se voltam para acompanhar as ADRs das empresas brasileiras em Wall Street.

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Instabilidade

As idas e vindas do cronograma de vacinação — marcado pelas confusões que envolvem questões diplomáticas no governo federal com a China e Índia, fabricantes de vacinas e insumos — impactaram os mercados na semana anterior.

Para agravar o ambiente, a popularidade do presidente vem caindo, na medida em que aumenta o debate do impeachment em razão dos descaminhos da gestão da pandemia. Por tudo isso, a sensação foi de instabilidade política.

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A falta de perspectivas de reformas no Congresso e a proximidade da eleição do comando na Câmera dos Deputados e no Senado também colaboraram para esse clima de inconstância.

Os dois principais candidatos prometem reativar o auxílio emergencial, o que aumenta os gastos públicos.

Em janeiro, o acumulado é uma baixa de 1,38%.

Dólar sobe

O dólar acelerou nesta sexta. A moeda norte-americana subiu 2,14% na sexta e se aproximou de R$ 5,50, na maior alta em quatro meses.

Essa foi a maior valorização percentual diária desde 23 de setembro, quando a divisa tinha subido 2,18%. A moeda norte-americana avançou 3,28% na semana passada, acumulando alta de 5,51% em 2021.

O clima de otimismo com a posse de Biden cedeu lugar às preocupações com o aumento de casos de covid-19 no planeta e o enrijecimento de medidas de restrição social em vários países.

No mercado interno, os investidores também repercutiram o avanço dos casos de covid-19 no país e a decisão do Banco Central de retirar o compromisso de não aumentar a taxa Selic no curto prazo, conforme a reunião da última quarta do Copom.

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No exterior

Nos Estados Unidos, Biden afirmou que o país pode ter mais 100 mil vítimas fatais em fevereiro, chegando à marca de 500 mil mortos.

O presidente apresentou medidas para conter a pandemia, entre elas obrigatoriedade de exame negativo para Covid-19 a todo viajante que desembarcar no país.

As ações caíram na sexta, com os investidores analisando as perspectivas doplano de estímulo do presidente Joe Biden.

Um número crescente de republicanos expressou dúvidas sobre a necessidade de outro projeto de estímulo, no valor de US$ 1,9 trilhão.

De acordo com a CNBC, os setores que mais se beneficiariam dos estímulos do governo têm ficado para trás em relação ao mercado mais amplo esta semana.

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Energia e finanças, por exemplo, perderam mais de 1% na semana. Enquanto isso, as empresas de tecnologia, menos dependente de estímulos fiscais, lideraram os ganhos – e seus balanços vão ser colocados à prova nos próximos dias.

Os primeiros resultados de balanços de outras empresas animaram as bolsas em Nova York e asseguraram uma semana menos dramática que a do Brasil.

Veja o acumulado na semana: S&P subiu 1,90%, Nasdaq decolou 4,19% e o Dow Jones ganhou 0,59%.

Na Europa, os mercados recuaram em quase sua totalidade. A atividade na zona do euro caiu, devido a restrições mais rígidas de circulação de pessoas contra a escalada de casos em países como Reino Unido, Holanda e Portugal.

IPCA-15

Na última segunda (18), o boletim Focus estimou, para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país), alta de 3,43% em 2021. Há quase cinco semanas, a projeção era de alta de 3,37%.

O IPCA acelerou em dezembro, fechando 2020 a 4,52%. Foi a maior alta desde 2016.

O indicador de dezembro avançou 1,35%, maior variação desde fevereiro de 2003 (1,57%) e a mais alto para um mês de dezembro desde 2002 (2,10%). Outros índices apontam a mesma tendência de pressão inflacionária, a exemplo do IPC-S. e do IPC-Fipe.

O IPCA-15, que sai na terça, vai dar mais pistas e pode apontar caminhos sobre o comportamentos dos preços neste início de ano.

A prévia da inflação do país – que pesquisa entre a metade de um mês até a primeira quinzena do seguinte — teve alta de 1,06% em dezembro, ante avanço de 0,81% em novembro, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O valor ficou abaixo das projeções do mercado, que esperava 1,16%.

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 4,23%, superando o centro da meta de inflação do governo para aquele ano, que era de 4%.

A variação de dezembro foi a maior desde junho de 2018, quando ficou em 1,11%. Em dezembro do ano passado, o IPCA-15 tinha sido de 1,05%.

O índice, no acumulado de 2020, tinha subido em todas as regiões pesquisadas. O maior resultado foi na região metropolitana de Porto Alegre (3,96%). Já a menor variação foi em Brasília (3,07%).

O grupo de Alimentos e Bebidas foi responsável pela maior variação do IPCA-15, ao subir 2%. No ano, esses produtos aceleraram 14,36%.

Em dezembro, a pressão maior veio dos alimentos para consumo no domicílio (2,57%), com destaque para carnes (5,53%), arroz (4,96%) e frutas (3,62%). Os preços da batata-inglesa (17,96%) e do óleo de soja (7,00%) também subiram.

IGP-M

O IGP-M também vai ajudar a entender o cenário inflacionário neste começo de 2021. O indicador será anunciado na quinta pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

O índice desacelerou em dezembro, registrando alta de 0,96%, depois de variar 3,28% em novembro.

De janeiro a dezembro de 2020, o índice, que é usado como base para o reajuste dos contratos de aluguel, acumulou alta de 23,14%.

Em dezembro do ano passado, a taxa foi de 2,09% e a alta acumulada nos 12 meses de 2019 ficou em 7,30%.

O IGP-M é calculado a partir de três índices. : Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).

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O principal componentes do IPG-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo também desacelerou, registrando variação de 0,90% em dezembro, abaixo dos 4,26% de novembro.

No mês, contribuíram para a desaceleração no índice o preço do tomate, que caiu 30,16%, e dos suínos, com queda de 13,41%.

As principais altas foram no óleo diesel (7,80%) e nas aves (4,96%).

Cielo (CIEL3)

A safra dos balanços do quarto trimestre de 2020 será aberta na terça (26) com os resultados da Cielo (CIEL3).

A Cielo (CIEL3) registrou lucro líquido de R$ 100,4 milhões no terceiro trimestre de 2020, uma redução de 71,5% ante o mesmo período do ano passado.

A margem líquida atingiu 4,9%, queda de 10,1 pontos percentuais.

O volume financeiro de transações somou R$ 165,6 bilhões no período, queda de 3,6% em relação ao terceiro trimestre de 2019.

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Os gastos totais consolidados (custos e despesas), desconsiderando a equivalência patrimonial, totalizaram R$ 2,7 bilhões aumento de 14,3% em relação ao terceiro trimestre de 2019.

Já as despesas operacionais somaram R$ 628,9 milhões no terceiro trimestre de 2020.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 480 milhões no trimestre, um recuo de 33,7% na comparação ano a ano.

A margem Ebitda ficou em 16,7%, baixa de 9,2 pontos percentuais.

O resultado financeiro foi positivo em R$ 10,9 milhões, uma redução de 91,2%.

Receita cresce 2,9%

A receita líquida da Cielo totalizou R$ 2,882 bilhões no período, aumento de 2,9%.

De acordo com a Cielo, o aumento da receita líquida estava relacionado ao incremento no volume de transações, assim como do arranjo Ourocard (que impacta a receita da controlada Cateno), e ao aumento no volume do produto pagamento em dois dias, ambos resultantes da gradual retomada da atividade econômica após o segundo trimestre.

O BTG Pactual avaliou como ainda fraco o resultado divulgado pela Cielo (CIEL3) no terceiro trimestre deste ano. No entanto, ressalta que definitivamente houve uma melhora em relação ao segundo trimestre de 2020.

Segundo o banco, as expectativas eram baixas para Cielo e, no geral, os números foram melhores do que o esperado.

O lucro líquido atingiu R$ 100 milhões (3,7% de margem líquida), duas vezes mais forte do que o BTG tinha modelado.

Fed: Fomc decide sobre juros na quarta (27)

Na agenda externa o anúncio esperado é o da decisão do Fomc sobre a taxa de juros. Devem se manter perto do zero.

A expectativa maior é em relação ao comunicado, que indicará rumos da política monetária do Fed em meio à aceleração de casos de Covid-19 e perspectivas de retomada econômica.

Em dezembro, na última reunião do ano, o Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês), formado por dirigentes do Fed, lembrou que a pandemia de coronavírus continua causando efeitos significativos na economia.

O Fed reiterou que trajetória da economia dependerá principalmente do rumo do coronavírus.

Para frear o avanço da doença, estados passaram a adotar medidas mais duras de restrição e distanciamento social.

Compra de ativos

No comunicado, o Fed afirmava que manterá a compra de ativos em ao menos US$ 120 bilhões ao mês. E avisa que vai estender linhas de swap de dólar até setembro de 2021.

Essa orientação era esperada pelo mercado.

O banco central segue com o compromisso de manter estímulos monetários, o que favorece os mercados emergentes com a liquidez.

Após sua reunião de dois dias, o Federal Reserve se comprometeu a continuar comprando títulos até que a economia alcance o pleno emprego e a inflação fique em 2%.

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“Essas compras de ativos ajudam a promover o funcionamento suave do mercado e condições financeiras acomodatícias, apoiando assim o fluxo de crédito para famílias e empresas”, acrescentou o Fed.

O comitê, contudo, não disse se e até quando estenderia a duração dessas compras de ativos.

Atividade econômica abaixo dos níveis pré-pandemia

O tom do comunicado do Fed não trouxe nenhuma modificação em relação à reunião de novembro.

O Fed ainda observa a atividade econômica em recuperação, mas atenta que está “bem abaixo” do nível pré-pandemia.

Fed divulgou, em 13 de janeiro, o Livro Bege, documento que analisa a economia do país e é assinado pelos dirigentes da instituição.

O texto pontua análises observações sobre indicadores como desemprego, inflação, consumo e atividade industrial.

No documento, o Fed ressaltou que a atividade econômica continuou crescendo em todos os distritos pesquisados, mas o ritmo de retomada é leve e modesto em meio ao recrudescimento da pandemia do novo coronavírus.

O Fed ponderou: “A perspectiva das vacinas contra a Covid-19 reforçou o otimismo empresarial para o crescimento de 2021, mas essa tendência é moderada por causa da preocupação com o recente ressurgimento do vírus e as implicações para as condições de negócios de curto prazo”, analisou o Fed.

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Recuperação

Apesar do quadro negativo deste início do ano, analistas do Fed lembraram que existem razões para acreditar que a economia pode se recuperar no segundo semestre de 2021.

Os dirigentes dizem que esse crescimento será impulsionada pela vacinação no país.

O pacote fiscal aprovado no Congresso também será fundamental para mitigar os efeitos econômicos da pandemia.

PIB dos EUA

Outro anúncio no radar dos investidores será o do PIB americano do quarto trimestre, cujo resultado prelimiar sai na próxima quinta (28).

O Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulgou em 22 de dezembro os números atualizados do PIB do país.

De acordo com o escritório oficial de estatísticas do departamento (BEA), a economia cresceu 33,4% no terceiro trimestre em relação ao segundo.

O número atual é maior que os divulgados na primeira e segunda prévias, que eram de 33,1% cada.

O aumento na revisão reflete principalmente o crescimento das despesas de consumo pessoal. E também dos investimentos fixos não residenciais, conforme o Departamento de Comércio dos EUA.

Entretanto, a economia norte-americana está 3,5% abaixo do patamar que se encontrava no final de 2019.

Além disso, essa alta vem sobre uma base fraca. Entretanto, também simboliza uma recuperação significativa da economia após a queda de 31,4% nos três meses anteriores. O valor é o pior desde a Grande Depressão, em 1929.

FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) aponta uma queda de 4,3% do PIB dos EUA em 2020. Conforme o FMI, as projeções de crescimento no quarto trimestre estão abaixo de uma taxa anualizada de 5%.

Entretanto, mesmo com o início de uma campanha de vacinação contra a Covid-19, os economistas reduziram suas previsões para o primeiro trimestre de 2021.

A diminuição é consequência da segunda onda de infecções. No último dia 14, os EUA chegaram a 300 mil mortes pela doença.

Veja a agenda completa

Segunda-feira (25)

  • BC: Boletim Focus (semanal), às 8h25
  • CNI: Sondagem da Indústria da Construção (dezembro)
    *feriado em São Paulo: B3 (B3Sa3) estará fechada

Terça-feira (26)

  • FGV: INCC-M (janeiro), ás 8 horas
  • FGV: Sondagem do Consumidor (janeiro), às 8 horas
  • FGV: Sondagem da Construção (janeiro), às 8 horas
  • BCB: ata do Copom, às 9h
  • IBGE: IPCA-15 (janeiro), às 9h
  • EUA (Conference Board): Confiança do consumidor (janeiro), às 12 h

Quarta-feira (27)

  • FIPE: IPC (semanal), às 5 horas
  • FGV: Sondagem do comércio (janeiro), às 8 horas
  • BCB: Nota à Imprensa sobre o setor externo e transações correntes (dezembro), às 9h30
  • BCB: Fluxo Cambial (semanal), às 14h30
  • Tesouro: Relatório mensal da dívida pública federal (dezembro)
  • Fed: Fomc anuncia decisão sobre taxa de juros, às 16 horas
  • 10h30:PIB (4º tri.) – preliminar, às 10h30

Quinta-feira (28)

  • FGV: IGP-M (janeiro), às 8 horas
  • FGV: Sondagem da Indústria (janeiro), às 8 horas
  • IBGE: PNAD Contínua (novembro), às 9 horas
  • EUA: Pedidos de auxílio desemprego (semanal), ás 10h30
  • BCB: nota à imprensa sobre Política monetária e operações de crédito (dezembro)
  • Tesouro: Resultado primário do Governo Central (dezembro), às 14h30
  • Caged: Geração de emprego formal (dezembro), às 15 horas

Sexta-feira (28)

  • Zona do Euro: Índice PMI Markit composto (janeiro) – preliminar, às 6h
  • FGV: Sondagem da Indústria (jan) – preliminar, às 8 horas
  • FGV: Sondagem de serviços, às 8 horas
  • IBGE: Índice de Preços ao Produtor (IPP), às 9 horas