Presidente do PP confirma apoio em Alckmin, mas diz que votaria em Lula

O apoio a Geraldo Alckmin (PSDB) está confirmado, mas isso não significa que Ciro Nogueira, presidente do PP votará no tucano nas eleições de outubro. O senador do Piauí disse com todas as letras que o seu voto é de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso ele possa concorrer ao cargo de presidente do Brasil.

Patrícia Auth
Patrícia Auth é jornalista formada pela Univali de Itajaí/SC. Trabalhou em impressos, como o Jornal de Santa Catarina, e também, como repórter na Rede Record e RBS TV. É casada, mãe da Lívia e adoradora de boa música e gastronomia.Na equipe EuQueroInvestir, é responsável pela produção de vídeos, e também escreve e edita artigos para o site.Entre em contato com a Patrícia pelo e-mail: patricia.auth@euqueroinvestir.com

Crédito: Brazilian Social Democracy Party (PSDB) presidential election pre-candidate, former Sao Paulo Governor Geraldo Alckmin, attends a media conference in Sao Paulo, Brazil April 18, 2018. REUTERS/Paulo Whitaker

Temos uma proximidade muito grande com o ex-presidente Lula. Se ele vier a ser candidato, nós votaremos Lula. Ele não sendo candidato, nós seguiremos a orientação nacional. Quase a totalidade dos diretórios o escolheu [Alckmin]. Eu tenho que acompanhar a maioria”, disse Nogueira, na saída do ato que formalizou o apoio do “Centrão” a Alckmin.

Depois de ameaças de divisão,”Centrão” diz sim

Nesta quinta-feira, 26, foi confirmado o apoio do Centrão ao pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin. Motivo de celebração para os tucanos, já que a aliança pode garantir a ida do ex-governador de São Paulo ao segundo turno da eleição de outubro. Caso os partidos de centro ficassem divididos, existiria o risco de nenhum candidato chegar ao final da campanha.

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Para justificar a interação de PR, DEM, PP, SD e PRB à sua chapa, Alckmin vai dizer que alianças servem “tirar o país do buraco”. Em sua campanha, o tucano deve citar o processo de redemocratização, o Plano Real e a Constituinte como exemplos de momentos históricos que só foram garantidos por causa das alianças.

Formalizado o acordo, agora Alckmin terá de aguentar a pressão dos adversários políticos. O que se espera é que o apoio do Centrão seja assunto recorrente na campanha. Porém, para os aliados, o tempo de TV conquistado com a aliança tende a compensar o desgaste. Os tucanos acreditam ainda que o tema não tem potencial para contaminar a campanha.

Maia desiste da corrida e confirma aliança com Alckmin

Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara dos Deputados, desistiu oficialmente da disputa pela Presidência da República. Como está em viagem fora do país, Maia fez o comunicado por meio de uma carta, onde também confirmou o apoio a Geraldo Alckmin nas eleições deste ano.

Na carta, Maia agradeceu aos partidos que fizeram parte de sua pré-candidatura, as quatro demais legendas do Centrão (PP, PR, PRB e Solidariedade) e ao PHS e Avante. Esses dois últimos ainda não decidiram se vão apoiar a candidatura de Alckmin.

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