Presidente do BC aposta que Pix reduzirá custos e aumentará eficiência

Paulo Amaral
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Crédito: Divulgação

Previsto para começar a funcionar no Brasil no próximo dia 16 de novembro, o Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos, já conquistou o presidente do BC.

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Roberto Campos Neto, principal executivo do Banco Central, comentou nesta quarta-feira (9) que a funcionalidade será importante para reduzir custos e aumentar a eficiência das empresas.

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“É muito importante entender essa mudança que estamos passando e como isso tem sido intensificado pela crise, pela pandemia. A gente vê o número de pagamentos digitais crescendo. Há um movimento de inovação que se acelerou em várias áreas”, afirmou Campos Neto, que participou da abertura do seminário virtual Conexão Pix.

“É um instrumento que faz com que a gestão de fluxo de caixa atinja um novo patamar de eficiência. Menos custos significa mais margem para quem está de um lado e menos preço para quem está no outro”, complementou o presidente do BC.

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Como funcionará o Pix?

O Pix é a aposta do Banco Central para substituir o TED e o DOC, e foi regulamentado pelo BC no último dia 12 de agosto.

A plataforma já está em testes desde o início de 2020, e tem como principal diferencial o fato de ficar disponível aos usuários 24 horas por dia, 7 dias por semana (ao contrário dos métodos já existentes).

As transações do Pix poderão ser feitas por meio de QR Code (versão avançada do código de barras lida pela câmera do celular) ou com base na chave cadastrada.

Além dos bancos, o Pix terá em seu banco de dados outras instituições financeiras, e poderá ser usado por meio de aplicativos de pagamentos que hoje dependem exclusivamente da rede bancária para poderem operar.

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