Presidente define 31 de março como “Dia D” para renegociar dívida da Argentina

Paulo Amaral
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Crédito: Gustavo Garello / AFP Photo

A Argentina corre contra o tempo para renegociar suas dívidas e, com isso, enfim recolocar o país no trilho do crescimento.

Por conta disso, o presidente Alberto Fernández anunciou que o “Dia D” para renegociar cerca de US$ 100 bilhões em dívidas – US$ 44 bi apenas ao FMI -, será 31 de março de 2020.

“Acho que daqui até 31 de março nossa trajetória ficará muito clara. Esse é o teto que estabelecemos, porque há vencimentos significativos”, comentou, em entrevista ao site El Cohete A La Luna.

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Fernández, eleito no pleito de outubro do ano passado para a sucessão de Maurício Macri, tem como uma das principais missões diminuir a inflação galopante do país, de cerca de 50% ao ano, além de acabar com os cortes fiscais que caracterizaram o último ciclo do governo.

Uma das ideias do novo presidente é estreitar relações com um “Fundo Monetário mais inovador”, e que estaria de acordo com as diretrizes que seu governo vem tomando.

Até o momento, algumas medidas foram tomadas e criticadas pela oposição. Fernández determinou, entre outras coisas, o aumento dos impostos sobre exportações agrícolas, além de não poupar esforços para obter receita com ativos estrangeiros e dólares de turismo argentino gastos no exterior.