Preço da carne suína sobe 116% em um ano e dispara inflação na China

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na China chegou a 5,4% em janeiro, o que representa a maior leitura desde outubro de 2011, quando era de 5,5%. As informações são do Escritório Nacional de Estatísticas chinês.

A previsão dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal era de 4,9%. Em dezembro do ano passado, o índice ficou em 4,5%.

O resultado se dá em meio à epidemia do coronavírus, com desabastecimento de produtos no mercado chinês e disparada dos preços.

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A carne suína puxou a inflação, registrando alta de 116% na comparação com o ano anterior. O preço do produto sofreu seguidas altas devido à febre suína na África, maior fornecedor chinês; depois, em decorrência do aumento do consumo nas festividades do Ano Novo Lunar, e, agora, com coronavírus.