Poupança: as mudanças, o corte de juros e investimentos que rendem mais

Lucas Tereska
Lucas Tereska, entusiasta do mercado financeiro. Assessor de Investimentos do Eu Quero Investir, graduando em Engenharia pela UFSC, Credenciado na CVM pela Ancord. Ávido estudioso das áreas de educação financeira e otimização de processo, trabalhou com voluntariado em causas sociais no Brasil e no leste Europeu, realizou o Lean Enterprise Systems Program em Knoxville, Tennessee. Musicista nas horas vagas. Me envie um e-mail, ou me chame no WhatsApp!O meu número é o 48 99166-9393 e o meu e-mail é o lucas.tereska@euqueroinvestir.com
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Crédito: Nattanan Kanchanaprat por Pixabay

A poupança é para muitos brasileiros o primeiro contato com o mercado financeiro

Hoje em dia no Brasil, você pode perguntar para qualquer pessoa na rua e quase todas terão a mesma opinião sobre a poupança: que o rendimento é muito baixo.

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Pois bem, a poupança foi criada no Brasil em 1861, juntamente com a caixa econômica federal na época do império por Dom Pedro II, com o objetivo de remunerar 6% ao ano sendo destinada a pessoas de baixa renda com a garantia do governo imperial.

As mudanças da poupança

De lá pra cá, muita coisa mudou, ela já passou por diversas mudanças e transformações tanto em relação as suas regras quanto a sua rentabilidade. Mas o ponto é: se eu perguntasse pra você hoje, quanto rende a sua poupança? O que você responderia?

A maior parte das pessoas respondem de forma vaga, “pouco”, “quase nada”, se você é uma dessas pessoas, temos um problema.

A poupança rende hoje cerca de 0,31% ao mês, isso dá em torno de 3,85% ao ano e, por que é importante você saber isso? É bem simples, como você pode dizer que algo rende pouco se você não sabe quanto rende?  E por que que render 3,85% ao ano é pouco? Em relação ao que esse valor é baixo?

Essas perguntas você deveria fazer não só em relação a poupança, mas a todos os seus investimentos. Afinal, como você espera ganhar mais dinheiro se você nem sabe quanto está ganhando hoje?

Respondendo algumas perguntas que levantei anteriormente, a rentabilidade da poupança realmente é baixa, mas saiba que existem fundos e “investimentos” que podem render ainda menos. Por isso, é importante estar sempre acompanhando a rentabilidade dos seus investimentos ou poder contar com um assessor de investimentos de confiança para lhe auxiliar.

Os cortes nos juros impactam na rentabilidade 

Hoje, temos um CDI por volta de 5,5% ao ano, se não estiver muito familiarizado com a sigla, você pode pensar nele como a “linha d’água” para os seus investimentos, ou seja, você sempre está buscando dentro do mercado financeiro investimentos que te deem pelo menos o CDI ou mais.

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Sendo assim, só em relação ao CDI já estamos perdendo quase 2% ao ano de rendimentos, “eu fico na poupança por que é segura.” Costumo ouvir muito isso no meu trabalho, realmente a poupança é de fato um dos investimentos mais conservadores que se pode fazer.

No entanto, você sabe o que garante a sua poupança hoje? É o FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que garante até 250 mil reais por instituição por CPF até o limite de 1 milhão de reais.

Quer dizer que esse fundo garante até 250 mil reais em uma instituição, caso ela quebre, você terá o seu dinheiro. O que também quer dizer que se você tiver 600 mil na poupança de um único banco e ele quebrar, você só terá garantido pelo FGC os mesmos 250 mil.

Por isso, é importante diversificar a sua carteira, até mesmo em um perfil conservador, utilizando por exemplo 5 bancos diferentes para poder utilizar ao máximo o beneficio do FGC caso necessário. “Tá bom, então se eu tenho 1 milhão eu devo abrir 4 ou 5 poupanças em bancos diferentes se estiver buscando segurança?” A resposta é NÃO!

Agora, que vem a boa notícia: a poupança não é o único investimento que conta com o FGC. Além dela, temos também  os CDBs, LCAs, LCIs, LCs, letras hipotecárias, letras imobiliárias, RDBs (Recibos de Depósitos Bancários com valores de até 250mil) e ainda existe uma garantia especial de até 20 milhões para títulos DPGE (Depósitos a prazo com garantia especial).

De tempos em tempos você se atualiza, com um celular mais moderno, um carro melhor, uma tv mais inteligente, mas continua tratando o seu dinheiro da mesma forma que tratavam na época do império, que tal na próxima vez, você atualizar também a sua forma de investir?

O que fazer agora

O primeiro passo sempre será conhecer seus limites, sua tolerância a risco. Não entender seus próprios limites pode levá-lo a tomar as piores decisões com seus investimentos.

Por este motivo, sugerimos que todo investidor - experiente ou iniciante - conheça seu perfil. Se busca obter ganhos mais altos aceitando certa volatilidade ou se prefere maior segurança com retornos garantidos.

Entender mais profundamente o seu perfil como investidor e seus objetivos quanto a prazos de investimentos é uma tarefa um pouco mais sofisticada. É preciso considerar histórico como investidor, fatores pessoais e até profissionais que um teste da internet não considera.

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O primeiro passo é uma conversa de 5 a 10 minutos com um membro da nossa equipe para levantar as primeiras informações e então agendar a conversa com um especialista no mercado de Investimentos.

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