PMI industrial sobe na zona do euro; na China, indicador tem recuo

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

A segunda-feira (1) é dia de divulgação do Índice dos Gerentes de Compras (PMI na sigla em inglês) da IHS Markit. Na zona do euro, o indicador veio positivo em fevereiro: ficou em 57,9 pontos, ante uma projeção de 57,7 e uma leitura anterior de 54,8.

Vale lembrar que números acima de 50 pontos indicam retomada da atividade.

Segundo o relatório, os produtores estão se beneficiando do ressurgimento da demanda interna e externa. Ela vem crescendo conforme aumentam as esperanças de recuperação pós-Covid.

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Claramente, a sólida retomada da indústria vem ajudando a compensar as perdas em setores mais relacionados ao consumo direto. Setores estes mais diretamente impactados pelas medidas de distanciamento social.

No entanto, a IHS Markit alerta que atrasos no envio e a falta de materiais estão afetando a cadeia de suprimentos, o que, consequentemente, vem gerando um aumento generalizado dos preços, que deve se manter pelo menos até a oferta se estabilizar.

PMI industrial

Reprodução/IHS Markit

PMI nos demais países

No Reino Unido, o PMI industrial ficou em 55,1 pontos, ante projeção de 54,9 e leitura anterior de 54,1.

Na China, o resultado veio abaixo das expectativas: ficou em 50,9, ante projeção de 51,5 e leitura anterior de 51,5.

PMI industrial

Reprodução/IHS Markit

No Japão, o PMI industrial foi de 51,4, ante projeção de 50,6 e leitura anterior de 49,8.

Hoje ainda saem os resultados para Brasil e Estados Unidos.