PIB Brasil, Petrobras (PETR4), IPC-Fipe e payroll agitam semana

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)

A semana será recheada com anúncios aguardados na agenda econômica. Isso inclui a divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil no terceiro trimestre, os números  do IPC-Fipe e da produção industrial.

Os números vão dar indicativos para se avaliar como a economia do país está se comportando quase nove meses após o início da pandemia.

Lá fora, os dados do relatório mensal de emprego – o payroll — também terão esse peso, em meio aos índices altos de contaminação do coronavírus e um quadro indefinido de retomada.

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A agenda externa terá ainda a divulgação do Livro Bege na quarta (2), relatório sobre a economia do país.

O documento é assinado pelos dirigentes da instituição e faz observações sobre indicadores como desemprego, inflação, consumo e atividade industrial.

Petrobras e Opep

Nesta segunda, a Petrobras (PETR4) ficará no centro de atenções do mercado. A empresa promove  um evento chamado Petrobras Day.

A companhia irá realizar webcasts, em português e inglês, com apresentações que detalharão o Plano Estratégico de 2021- 25 da petroleira, com estimativas, dados operacionais e novos projetos.

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O evento da Petrobras ocorre no mesmo dia em que 23 países membros da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) se reúnem em dois dias de reuniões.

Espera-se que os encontros definam números sobre a produção mundial de petróleo – se vai, por exemplo, subir ou não em janeiro próximo o volume de 1,9 milhão de barris por dia.

A commodity, como se sabe, está com o preço em alta, em tempos de otimismo nos mercados internacionais com as notícias promissoras de empresas farmacêuticas sobre eficácias de vacinas desenvolvidas contra a Covid-19.

Bolsa: euforia acima dos 110 mil pontos

Os mercados globais, da mesma forma que o petróleo, vivem tempos confiantes, com otimismo refletindo nos indicadores — a maioria subindo muito.

São Paulo surfou bem na euforia dominante.

A bolsa de valores fechou com mais 0,32% na semana anterior. Mas teve dias de altas. Nesta sexta-feira (27), cravou ganhos de 4,27%, anotando 110.575,47 pontos.

Esse foi o maior patamar desde 21 de fevereiro deste ano.

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Com ganhos há quatro semanas seguidas, a bolsa acumula alta de 17,7% em novembro. Se fechar com estabilidade na próxima segunda-feira (30), o Ibovespa terá o melhor desempenho mensal desde outubro de 2002.

De volta a níveis anteriores ao início da pandemia de covid-19, o índice acumula queda de 4,38% no ano.

O dólar fechou a sexta quase estável, com leve queda de 0,18%, e fechou a semana com baixa de 1,11%.

O investidor estrangeiro ingressou com R$ 525,44 milhões na B3 em 25 de novembro e a entrada acumulada em novembro já soma R$ 30 bilhões em novembro.

Progressos

O otimismo nas economias avançadas aumenta a disposição dos investidores em aplicarem em países emergentes, como o Brasil.

No maior nível desde o início de março, os preços das commodities (bens primários com cotação internacional) também beneficia a economia brasileira, ao melhorar os termos de troca do país com o exterior.

O mercado no país repercute fatores externos. Além de progressos recentes no desenvolvimento de vacinas para a covid-19, os investidores reagiram a sinais de retomada na economia chinesa.

Há também a expectativa de que o governo de Joe Biden injete dólares na economia global – e que o Congresso do país finalmente chegue a um acordo sobre o ansiado pacote de estímulos.

Esse movimento é esperado pelo presidente do Federal Reserve Jerome Powell.

O Fed divulgou na última quarta (25) a ata sobre a última reunião do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês), formado por dirigentes da instituição.

encontro, ocorrido em 5 de novembro, definiu que as taxas de juros seriam mantidas perto do zero.

Ativos

O comitê reiterou que o coronavírus provocou “tremendo” impacto humano e econômico nos Estados Unidos e em nível global.

Os dirigentes falaram na reunião sobre a necessidade de comprar mais ativos para ajudar na recuperação da economia.

Powell disse que o Fed ainda tem bastante “munição” e prometeu que o comitê está “fortemente comprometido em usar essas ferramentas poderosas para apoiar a economia”.

Os dirigentes expressaram preocupação sobre o ainda indefinido pacote de estímulo da economia – travado no Congresso por falta de acordo entre democratas e republicanos.

Semana em alta

As ações subiram na sexta-feira, fechando uma semana histórica, com a diminuição da incerteza política e notícias positivas sobre vacinas.

No início da semana, o índice Dow Jones obteve uma máxima recorde de todos os tempos, com mais de 30 mil pontos.

O Nasdaq fechou na sexta em seu mais patamar da história, com as ações de tecnologia ganhando robustez novamente.

“O que estamos testemunhando é uma continuação do aumento do otimismo”, disse à CNBC Mike Zigmont, chefe de comercialização e pesquisa da Harvest Volatility Management.

“O ambiente para ativos de risco está cada vez melhor à medida que as notícias positivas sobre uma vacina contra a Covid-19 crescem”, complementou.

Eis os números da semana anterior: S&P ganhou 2,27%, Nasdaq subiu 2,96% e o Dow Jones avançou 2,21%.

A Europa também viu seus principais indicadores de ações em alta na semana passada, assim como a Ásia.

Espera-se mais otimismo a partir de amanhã — embora a cautela do mercado em relação aos caminhos da economia já possa ser notada em altos e baixos e desacelerações na última semana.

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PIB Brasil

Na próxima quinta (3), sai o PIB do terceiro trimestre do país.

O número – que pode mostrar alta de 9%, segundo a maioria dos analistas do mercado — é fundamental para observar e estimar a recuperação da economia do país.

O Produto Interno Bruto teve recuo recorde de 9,7% no segundo trimestre de 2020 em relação ao primeiro trimestre de 2020, divulgou em setembro o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados já mostravam integralmente os efeitos da paralisação econômica causada pela pandemia do coronavírus.

Foi a segunda queda trimestral seguida e o menor resultado para a economia desde o início da série histórica, em 1996.

Na comparação com o segundo trimestre de 2019, a retração foi de 11,4%.

O resultado ficou em linha com as projeções do mercado, que previam retração entre 8% e 9%.

No primeiro semestre do ano, a economia acumulou queda de 5,9%. E no acumulado dos quatro trimestres terminados em junho de 2020, o PIB recuou 2,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

De acordo com o IBGE, o PIB está no mesmo patamar do final de 2009, auge dos impactos da crise global provocada pela onda de quebras na economia americana.

Em valores correntes, o PIB somou R$ 1,653 trilhão no segundo trimestre.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) disse em outubro que houve melhora na projeção do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para 2020. A queda era então de 5,8% ante a retração de 9,1% estimada em junho.

PIB brasileiro deve crescer 3,5% em 2021, aponta UBS

O UBS afirma que o crescimento do PIB do Brasil dependerá principalmente da consolidação fiscal por meio de avanços de reformas e cumprimento do teto de gastos, o que reduziria os prêmios de risco. Dessa forma, o banco projeta o PIB de 2020 em -4,2% e de 2021 em +3,5%.

As previsões são ligeiramente melhores que as do Ministério da Economia. O governo trabalha com uma retração de 4,5% em 2020 e um avanço de 3,2% em 2021.

Já o mercado financeiro, segundo o Boletim Focus, estima queda de 4,55% neste ano e alta de 3,40% para o próximo.

Para o terceiro trimestre, a expectativa do UBS é de alta de 9,5% em relação ao segundo trimestre e queda de 3,1% em relação ao mesmo período de 2019. 

A recuperação desde o primeiro semestre foi rápida, mas desequilibrada, segundo o banco, que atribui esse fator à expansão fiscal de cerca de 8,3 pontos percentuais do PIB.

Desde o início da pandemia, o emprego caiu 12,8% ano a ano e os serviços recuaram 7,2%. No entanto, o PIB da indústria aumentou 3,4% e o varejo 7,3%. 

Os estímulos governamentais devem desaparecer até dezembro. Isso, segundo o UBS, resultará em um provável reequilíbrio do crescimento setorial em favor de não comercializáveis, enquanto o varejo pode recuar um pouco no início de 2021.

Produção Industrial

A produção industrial do país em outubro será conhecida na quarta (2).

O indicador mostrou crescimento de 3,4% em setembro, na comparação com igual período de 2019. O resultado interrompeu dez meses de resultados negativos seguidos nesta comparação.

A expectativa do mercado era por resultado inferior: 2,2% de alta anualizada, ante queda de 2,7% em agosto.

Os dados foram consolidados pela Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A produção industrial teve alta em 11 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de agosto para setembro deste ano.

O principal destaque foi o Paraná, que cresceu 7,7% no período. Com essa quinta alta consecutiva, o estado acumulou ganho de 46,2% em cinco meses.

Também tiveram altas acima da média nacional (2,6%), os estados do Amazonas (5,8%), São Paulo (5,0%), Espírito Santo (5,0%), Rio Grande do Sul (4,5%), Santa Catarina (4,5%) e Bahia (4,0%).

Petrobras (PETR4): plano estratégico

A Petrobras (PETR4) informou, na última quarta (25), que o Conselho de Administração aprovou o Plano Estratégico para o quinquênio 2021-2025.

O documento estabelece padrões corporativos, operacionais, éticos e de segurança, além de citar valores sobre a diminuição da dívida bruta da companhia.

A empresa promete especificar mais pontos dessa estratégia para os próximos cinco anos nesta segunda (30), em apresentações virtuais ao mercado no evento denominado Petrobras Day.

Capex

Alguns itens do plano já foram divulgados.

Segundo a empresa, o Capex previsto para o período 2021-2025 é de US$ 55 bilhões, dos quais 84% estão alocados à Exploração e Produção de petróleo e gás (E&P).

Investimentos de US$ 46 bilhões em E&P envolvem cerca de US$ 32 bilhões, 70%, destinados para os ativos do pré-sal.

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Petrobras: produção

A curva de produção de óleo e gás estimada no período 2021-2025, sem considerar os desinvestimentos, indica um crescimento contínuo focado no desenvolvimento de projetos que geram valor, com aumento da participação dos ativos no pré-sal que possuem menor custo de extração.

Ao longo desse período, está prevista a entrada em operação de 13 novos sistemas de produção, sendo todos alocados em projetos em águas profundas e ultra profundas.

Petrobras: métricas

Duas métricas estão relacionadas à sustentabilidade (ESG):

  • Intensidade de emissões de gases de efeito estufa (IGEE);
  • Volume vazado de óleo e derivados (VAZO);
  • Dívida bruta de US$ 67 bilhões em 2021;
  • Delta do EVA®consolidado de US$ 1,6 bilhão.

“Mantemos o indicador TAR (taxa de acidentes registráveis por milhão de homens-hora) como métrica de topo para 2021, mas ajustamos a meta para abaixo de 0,7, reforçando o compromisso da companhia com respeito à vida”, diz o comunicado da estatal.

Diminuição da dívida

“Continuamos a ambicionar zero fatalidade e inserimos neste plano a ambição de zero vazamento. A diminuição da dívida e a desalavancagem financeira continuarão a ser prioritárias, sendo a geração de caixa operacional e os desinvestimentos fundamentais para esses fins.”

De janeiro de 2019 a setembro de 2020, mesmo com os impactos da covid-19 e do choque do petróleo em 2020, “conseguimos reduzir a dívida bruta em US$ 31 bilhões e mantemos nossa meta de atingir US$ 60 bilhões em 2022.”

IPC-Fipe

Ponto de preocupação nos últimos meses, a inflação terá mais um indicador sobre o comportamento de alta apresentado em outras pesquisas, como a do IPCA-15.

Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Fipe), indicador de inflação que mede a variação de preços na cidade de São Paulo, sai na quarta (2), com a leitura de novembro.

O IPC-Fipe teve alta de 1,19% no encerramento de outubro. Em setembro, a variação foi de 1,12%.

Segundo a pesquisa, de janeiro a outubro, o IPC-Fipe acumula inflação de 3,72%. No período de 12 meses até outubro, o índice teve aumento de 5,58%.

Dentre as categorias do índice, cinco registraram crescimento na inflação em relação à terceira semana do mês. Alimentação (2,27% para 2,51%), Transportes (0,80% para 0,92%) e Despesas Pessoais (2,37% para 2,52%) foram os maiores destaques.

Por fim, a maior queda foi a de Vestuário (-0,12% para -0,32%), seguida por Educação (0,03% para -0,03%).

IPC-Fipe: como é calculada a inflação em São Paulo

O índice de Preços ao Consumidor do Município de São Paulo (IPC-Fipe) é o mais tradicional indicador da evolução do custo de vida das famílias paulistanas. É também um dos mais antigos do Brasil.

O IPC-Fipe estima as variações do custo de vida das famílias com renda familiar entre 1 e 10 salários mínimos. Começou a ser calculado em janeiro de 1939.

Outros anúncios para acompanhar nesta semana

A agenda doméstica reserva ainda o anúncio do PMI composto e de serviços, leitura de novembro, na próxima quinta (3).

O PMI composto do Brasil, Índice de Gerentes de Compras, bateu em 55,8 pontos em outubro, de acordo com relatório divulgado pela IHS Markit.

A melhora da pontuação, que em setembro ficou em 53,6, é um reflexo de que há um avanço na situação de negócios do País durante o período.

“Taxas mais rápidas de crescimento foram registradas na indústria e nos serviços, com a primeira novamente liderando a melhora”, informou a IHS Markit em nota.

Femabrave e Anfavea

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) solta seus números  sobre vendas de veículos em novembro na terça (1º).

O mês de outubro foi o melhor do ano em emplacamentos de veículos.

Segundo o órgão, o período apresentou alta de 1,42% em relação ao mês anterior, considerados todos os tipos de veículos (autos, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e outros).

Veja mais sobre os dados de outubro aqui

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulga na sexta-feira (4( os números de produção de autoveículos de novembro.

De acordo com o levantamento de outubro, o setor automotivo manteve sua recuperação com bons números de licenciamentos e produção.

A produção no mês foi de 236,5 mil autoveículos, com crescimento de 7,4% ante setembro. Entretanto, houve retração de 18% em relação a outubro de 2019. Conforme a associação, a retomada se dá em um cenário de grandes desafios para a indústria automobilística.

No acumulado de 2020 até outubro, o recuo foi de 38,5%. O valor é bem próximo à projeção de, uma queda de 35%.

Veja mais sobre os dados de outubro aqui

Balança comercial

A balança comercial de novembro será anunciada também nesta terça.

O Ministério da Economia divulgou nesta terça-feira (03) que a balança comercial registrou superávit de US$ 6,16 bilhões em outubro.

A queda nas importações acompanhada da estabilidade nas exportações resultou no segundo maior superávit para meses de outubro.

No mês anterior, o país exportou US$ 5,473 bilhões a mais do que importou.

Alta

O resultado só perde para outubro de 2018, quando a balança comercial tinha registrado superávit de US$ 5,792 bilhões

Conforme os dados, o país vendeu US$ 17,855 bilhões para o exterior em setembro.

Houve leve alta de 0,3% pelo critério da média diária em relação ao mesmo mês do ano passado.

As importações, no entanto, caíram, somando US$ 12,383 bilhões, redução de 20% também pela média diária.

Payroll

Na agenda externa, o mercado estará de olho nos números do payroll, relatório de emprego de novembro.

O Departamento de Trabalho dos EUA informou que, em outubro, a taxa de desemprego voltou a cair no país, recuando para 6,9% no mês passado.

O número de desempregados diminuiu de 12,6 milhões para 11,1 milhões, configurando a sexta queda seguida tanto no indicador de desemprego quanto no de desempregados.

O órgão ressaltou, no entanto, que ambos os índices seguem muito acima do que eram registrados antes do início da pandemia da Covid-19, no fim de fevereiro.

Segundo os dados do Departamento de Trabalho dos EUA, no mês em questão o desemprego tinha uma taxa de 3,5% no país, que registrava 5,8 milhões de desempregados.

Criação de novas vagas de emprego

Os dados do órgão apontaram ainda que foram criados 638 mil novos postos de empregos em outubro, número abaixo do registrado em setembro, que bateu perto das 900 mil vagas de trabalho.

Apesar da queda no total de novas vagas criadas, o Departamento de Trabalho norte-americano soltou nota oficial em tom otimista com relação à recuperação econômica do país.

“A forte retomada econômica continua. A participação de asiáticos, negros e hispânicos na força laboral ajudou a diminuir substancialmente o desemprego”, declarou.

Livro Bege

Federal Reserve divulga, nesta quarta (2), o relatório sobre a economia do país, chamado de Livro Bege, elaborado por dirigentes da instituição.

No último documento, em outubro, o Fed destacava que a atividade econômica continuava crescendo em todos os distritos pesquisados, mas o ritmo de retomada da economia ainda era leve e modesto.

Os números da Covid-19 no país aumentaram em quase todos os estados nos últimos meses.

“A atividade económica continuou a aumentar em todos os distritos, com o ritmo de crescimento caracterizado como leve e moderado na maioria dos pontos pesquisados”, diz o texto do Fed.

O Fed via perspectivas otimistas para a economia, apesar das incertezas a curto e médio prazos.

Desde então, o quadro da pandemia nos EUA piorou, com alta recorrente de casos.

Veja a agenda completa

Segunda-feira (30)

  • Sondagem de Serviços – FGV (Brasil), às 8h00
  • Boletim Focus – BCB (Brasil), às 8h25
  • Vendas Pendentes de Moradias (EUA), 12h00
  • Sondagem Industrial / Dallas (EUA), às 12h30
  • PMI Industrial (China), às 22h45

Terça-feira (1º)

  • Índice PMI da indústria de transformação, Markit, às 10h
  • Balança comercial mensal, Brasil, às 15h
  • CNI Indicadores Industriais
  • Fenabrave: Emplacamentos de veículos
  • Zona do Euro: Índice PMI Markit da indústria de transformação, às 6h

Quarta-feira (2)

  • IPC-Fipe, às 5h
  • Pesquisa Industrial Mensal – IBGE, ás 9h
  • Índice Commodities Brasil (IC-Br), BCB, ás 14h30
  • Geração de vagas de trabalho – pesquisa ADP, às 10h15
  • Livro Bege – Fed, às 16h

Quinta-feira (3)

  • IBGE: PIB (3º tri.), às 9h
  • Índice PMI Markit composto – Zona do Euro, às 6h
  • Vendas no Varejo- Zona do do Euro (Eurostat), às 7h
  • Pedidos de auxílio desemprego (semanal), EUA, às 10h30
  • Índice ISM do setor de serviços, EUA, 12h

Sexta-feira (3)

  • Anfavea: Produção e venda de veículos
  • payroll, relatório de emprego, EUA, às 10h30
  • Balança Comercial, EUA, C, Bureau, às 10h30

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