Petro Rio (PRIO3): produção diária em setembro é a maior do ano

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Divulgação/PetroRio

A PetroRio (PRIO3) informou nesta quarta-feira (7) que a produção total de setembro ficou em 32.938 barris de óleo equivalente por dia (boed), a maior marca da companhia em mês de 2020.

A vendas de óleo (bbl) chegaram a 906.841 barris.

O valor de produção diária inclui os campo de Polvo, Frade e Manati (a PetroRio tem 10% do campo).

Os dados referem-se também à participação de 70% do Campo de Frade.

A PetroRio aguarda a conclusão da aquisição dos 30% restantes anunciada em 28 de novembro de 2019, para a incorporação deste volume na produção mensal da companhia.

Com o resultado de setembro, a empresa contou média diária de 29.330 boed no terceiro trimestre de 2020.

Também é o maior valor apurado.

No primeiro trimestre, foram 23.437 boed; e no segundo, 23.533 boed.

Viver (VIVR3) assina aditivo sobre transferência de empreendimento Belvedere

A incorporadora e construtora Viver (VIVR3) assinou hoje o Segundo Aditivo ao Instrumento Particular De Reestruturação de Dívida com a Associação dos Adquirentes das Unidades Autônomas do Empreendimento Alto Belvedere.

O aditivo está relacionado ao empreendimento imobiliário Alto Belvedere, situado na cidade de Nova Lima, em Minas Gerais.

A Viver, assim, antecipa algumas providências relacionadas à aquisição da Inpar Projeto Residencial Nova Lima SPE pela Associação.

Além disso, realiza a liberação de parte das garantias hipotecárias previstas na operação.

“Na mesma data, foram assinados os instrumentos aditivos aos Contratos de Financiamento 1763 e 2360 reconhecendo-se o valor da dívida e acordando a forma de pagamento da dívida com a conversão da mesma nos termos do Plano de Recuperação Judicial da Companhia”, diz o comunicado ao mercado.

A Viver está em recuperação judicial.

Tudo faz parte da reestruturação da companhia.

Além disso, é “mais um movimento para redução de passivo e desalavancagem da companhia”.

Segundo o comunicado, o negócio dá encaminhamento à penúltima das duas últimas obras paradas no portfólio da Viver.

A reestruturação do Alto Belvedere resulta na resolução de mais de R$ 84,306 milhões de custo a incorrer e R$ 39,920 milhões em passivos contabilizados na companhia.