PetroRio (PRIO3) emitirá US$ 450 mi em notes com vencimento em 2025

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 7 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Divulgação PetroRio

A PetroRio (PRIO3) realizará a emissão US$ 450 milhões em notas representativas da dívida da PetroRio Luxembourg,

Segundo a companhia, os notes serão colocados no mercado internacional, com vencimento em 2025.

A PetroRio também iniciou esforços para constituição de garantias, pela companhia e por determinadas subsidiárias, em garantia às obrigações assumidas pela PetroRio Lux no âmbito da Oferta.

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A PetroRio Luxembourg contratou o Credit Suisse Securities, Citigroup e o Santander como coordenadores da oferta.

A emissão está sendo realizada em conformidade com os procedimentos Securities and Exchange Commission (SEC).

Conforme a empresa, os recursos obtidos serão utilizados para pré-pagamento de dívidas da PetroRio Lux, da companhia e de suas respectivas subsidiárias, conforme o caso, e para fins corporativos gerais.

Conheça a PetroRio

A PetroRio é a maior petroleira privada do país e vem despertando interesse dos investidores, com grande movimentação de ações na bolsa e valorização dos papéis em mais de 30% no ano. A relação preço/lucro da empresa é de 17,20 vezes.

A história da companhia remonta ao ano de 2008. Ela já teve alguns outros nomes, como BN 16 Participações e HRT Petróleo. A mudança para o nome atual ocorreu em janeiro de 2015.

A empresa abriu capital em 2010, na antiga Bovespa (atual B3). Hoje em dia, tem ações pulverizadas e conta com diversos acionistas, entre eles muitos colaboradores, já que a companhia incentiva a aquisição de papéis pelos funcionários.

O foco de atuação da PetroRio são os campos maduros. E nisso ela se diferencia da Petrobras, que tem hoje o pré-sal como negócio principal.

Isso quer dizer, na prática, que a especialidade da companhia não é buscar novos poços de petróleo. Mas, sim, adquirir campos já explorados para melhorar a eficiência e prolongar a “vida útil” dos mesmos. Nesse sentido, é uma empresa que está sempre de olho em novas oportunidades de aquisições.