A Petrobras (PETR3 PETR4) recebeu nesta terça-feira (24) o pagamento de US$ 2,9 bilhões, referente às obrigações das parceiras CNODC Brasil e CNOOC Petroleum Brasil, no acordo de coparticipação de Búzios.
O pagamento foi à vista.
Agora, a Petrobras “emitirá o certificado de adimplência para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), visando atender a última condição precedente exigida pelo acordo”, segundo a estatal.
O acordo estará vigente a partir de 1º de setembro deste ano.
A CNODC e a CNOOC têm, a partir daí, até 30 dias corridos para manifestarem interesse no exercício da opção de compra de parcela adicional, de 5% cada uma, no Contrato de Partilha de Produção do Excedente da Cessão Onerosa.
Atualmente, a Petrobras possui 90% dos direitos de exploração e produção do volume excedente da Cessão Onerosa do campo de Búzios. As parceiras têm 5% cada.
Triunfo (TPIS3) vai pagar R$ 7,1 milhões em dividendos
A Triunfo Participações e Investimentos, conhecida como TPI (TPIS3) informou hoje que vai pagar em 31 de agosto próximo os dividendos no valor de R$ 7,151 milhões.
Tal montante equivale a R$ 0,0412152563656080 por ação ordinária, relativo ao exercício social que se encerrou em 31 de dezembro de 2020, excluindo ações em tesouraria.
Têm direito aos dividendos a posição acionária de 30 de abril de 2021.
Equatorial (EQTL3): Aneel aprova quinta revisão tarifária da Equatorial Maranhão
A Equatorial (EQTL3) e a Equatorial Maranhão informam que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o resultado definitivo da quinta revisão tarifária periódica da distribuidora, a ser aplicada a partir de 28 de agosto de 2021.
“Considerando-se os componentes financeiros incluídos nas tarifas da companhia”, disse a Equatorial, em comunicado ao mercado, “o efeito médio a ser percebido pelo consumidor neste processo tarifário será de 2,79%”.
“Para a Base de Remuneração Líquida”, seguiu, “o valor aprovado foi de R$ 4,366 bilhões, a valores de agosto de 2021. Quanto às perdas regulatórias reconhecidas na tarifa da companhia, a Aneel aprovou o percentual de 10,81% para o índice de perdas técnicas sobre energia injetada, e 9,51% para as perdas não técnicas sobre mercado de baixa tensão, sem trajetória, ou seja, permanecendo estáveis durante o ciclo”.
Já para os indicadores de qualidade referentes ao ano de 2022, ficaram aprovadas as metas regulatórias de 15,44 horas e 9,33 vezes para DEC e FEC, respectivamente.
“Diante do cenário socioeconômico decorrente da pandemia de Covid-19, foram adotados mecanismos para mitigar parte do aumento tarifário”, ressaltou a empresa, no mesmo comunicado. “Os principais mecanismos incorporados na forma de componentes financeiros negativos, foram: reversão dos recursos da Conta-Covid no valor de R$ 158 milhões e R$ 128 milhões referentes e utilização do saldos de Créditos de PIS/COFINS”.
Energisa (ENGI11) tem aprovado reajuste médio de 7,08% nas tarifas da Energisa Paraíba
Da mesma forma, a Energisa (ENGI11) informou que a Aneel também aprovou sua quinta revisão tarifária periódica, mas da controlada Energisa Paraíba, a ser aplicada a partir de 28 de agosto de 2021. O efeito médio a ser percebido pelos consumidores será de um aumento de 7,08%.
O consumidores de alta tensão da Energisa Paraíba terão aumento médio de 98,09%; e os de baixa tensão, 6,53%.
A perda técnica sobre energia injetada ficou com limite de 9,58%; e a perda não técnica, 3,6%. A perda total ficou em 15,32%, com 6,28% para perdas não técnicas no mercado de baixa tensão.
O valor aprovado foi de R$ 2,154 bilhões.