A Petrobras (PETR3 PETR4) informou nesta segunda-feira (9) que iniciou a fase vinculante referente à venda, em conjunto com a Sonangol Hidrocarbonetos, da totalidade da participação de ambas as empresas no bloco exploratório terrestre POT-T-794, pertencente à concessão BT-POT-55A, localizada na Bacia Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte.
Os possíveis compradores habilitados receberão carta-convite com instruções sobre o processo, incluindo orientações para a realização de due diligence e para o envio das propostas vinculantes.
Segundo a Petrobras, a concessão foi adquirida em 2006 na 7ª Rodada de Licitações de Blocos realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A Petrobras detém 70% de participação e a Sonangol, operadora da concessão, detém os demais 30%. O consórcio perfurou dois poços na área, sendo um descobridor de gás e um de delimitação. Não há compromissos remanescentes do Programa Exploratório Mínimo (PEM) a serem cumpridos.
Embraer (EMBR3) vende 16 jatos E175
A Embraer (EMBR3) concluiu a venda de 16 novas aeronaves E175 para a SkyWest, para operar na rede da Delta Air Lines. O valor do contrato é de US$ 798,4 milhões, com base nos atuais preços.
A empresa vai incluir o montante na carteira de pedidos (backlog) do terceiro trimestre de 2021.
“Os novos aviões vão se somar aos outros 71 jatos E175 que a SkwWest já opera e voarão exclusivamente para a Delta Air Lines”, explica a Embraer. “A SkyWest opera mais jatos E175 do que qualquer outra empresa do mundo”.
A entrega está prevista para 2022.
“Nossos clientes adoram o E175 e temos grande confiança na nossa parceria com a Embraer, a qual apreciamos muito”, disse Chip Childs, Presidente e CEO da SkyWest. “A excelente parceria com a SkyWest continua com esse novo fornecimento para a Delta Air Lines. O E175 é a espinha dorsal do mercado regional da América do Norte e, à medida que a indústria da aviação começa a emergir da pandemia, vemos uma demanda crescente de longo prazo por aeronaves com tamanho adequado para fornecer uma operação lucrativa em conectividade doméstica”.
B3 (B3SA3): giro médio do mercado de ações cai 1,2% em julho
A B3 (B3SA3) divulgou seus destaques operacionais de julho de 2021, com o volume financeiro caindo 1,2%, passando de R$ 29,355 bilhões em julho de 2020 para R$ 29,011 bilhões em julho último.
Com relação ao mês de junho de 2021, a queda foi ainda maior, de 21,7% (R$ 37,055 bilhões).
A boa notícia é que o número de investidores individuais (CPFs) saltou 36,1% de julho de 2020 para julho de 2021. De junho de 2021 para o mês seguinte também houve avanço, de 1,8%.
O número de empresas listadas passou de 393 em junho do ano passado para 449 em julho de 2021, um acréscimo de 14,2%. Com relação a junho de 2021, o aumento foi de 2,3% (439).
Wilson Sons (WSON33) tem queda de 15,9% no volume operado em julho
A Wilson Sons (WSON33) também divulgou seus dados operacionais de julho, com queda de 15,9% no volume operado, com relação a julho de 2020. A empresa passou de 101,2 mil TEUs (Twenty feet Equivalent Units) para 85,1 mil TEUs.
A queda maior se deu no terminal Rio Grande, com menos 21,4%; enquanto o terminal Salvador apresentou queda de 3,0%.
Entretanto, nos sete meses de 2021, com relação aos sete primeiros meses de 2020, a alta foi de 6,6%
Sequoia (SEQL3) cria nova empresa com a Gigahub
A Sequoia (SEQL3) fechou contrato com a Gigahub para a criação de uma nova empresa, que será controlada pela própria Sequoia. A nova empresa terá como objeto a prestação de serviços logísticos mediante disponibilização de pontos de pick-up e drop-off (PUDOs) e operação logística dos serviços de entrega e devolução, e o desenvolvimento de atividades relacionadas.
“A união dos esforços entre os times da Sequoia e da Gigahub tem o potencial de gerar uma das maiores redes de PUDOs do Brasil”, garantiu a Sequoia.
Inicialmente, o foco será o atendimento a 400 municípios, em 26 estados, com potencial de expansão para mais de mil municípios no país.
A Gigahub opera como rede de distribuição de catálogos de venda porta-a-porta, com mais de 12 milhões de clientes finais, e tem presença em mais de 1,7 mil pontos comerciais no Brasil, principalmente no centro-sul e nordeste.
“Juntas, as empresas terão uma maior combinação de volume, custos competitivos e alto nível de serviço, criando uma opção robusta e ágil para o first e last mile no mercado brasileiro”, explicou a Sequoisa. “Dentre os benefícios deste novo modelo de distribuição está a redução da emissão de CO2, a partir da consolidação dos pedidos na coleta e distribuição”.
Na operação, a Sequoia está investindo cerca de R$ 25 milhões, podendo chegar a R$ 36 milhões, para deter 51% do capital social da nova companhia.
Dimed (PNVL3) paga JCP no valor de R$ 6 milhões
A Dimed (PNVL3 PNVL4) aprovou pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no montante de R$ 6 milhões. Os juros são por conta do dividendo anual, e não sofrerão nenhuma atualização monetária.
O valor equivale a R$ 0,039899591 brutos por ação ordinária (PNVL3). O valor líquido fica em R$ 0,033914652.
O pagamento se dará em parcela única na data de 31 de agosto de 2021. Terão direito a receber os acionistas da base em 20 de agosto de 2021.