Petrobras (PETR4): operação com plano de saúde seguiu normas de governança

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Divulgação

A Petrobras (PETR3 PETR4) soltou um comunicado ao mercado nesta terça-feira (6) para esclarecer notícia veiculada na mídia, sobre a operação de transição do plano de saúde AMS para a Associação Petrobras de Saúde (APS). Segundo a empresa, tudo foi realizado “seguindo todas as normas de governança da companhia”.

“O novo modelo visa dar maior segurança empresarial com tecnologia e governança, por meio de uma gestão especializada em saúde suplementar, possibilitando a melhoria da qualidade dos serviços e do atendimento aos beneficiários, bem como a maior transparência na sua administração e eficiência de custos”, diz a Petrobras.

Ela ressalta ainda que “a criação da APS foi precedida de um amplo estudo realizado pela companhia ao longo de dois anos, tendo como base as melhores e mais eficientes práticas do mercado corporativo de saúde suplementar” e que “o processo de mudança na operação do plano vem sendo divulgado amplamente para os beneficiários”.

O objetivo principal da criação da APS é “coibir ineficiências passadas e melhorar significativamente a gestão do benefício, por meio da criação de uma entidade especializada em saúde suplementar sem fins lucrativos”. Isso tudo porque há histórico de má administração do plano, no passado, com perdas à Petrobras.

Por fim, a Petrobras garante que a mudança na gestão operacional não altera o benefício ou sua abrangência, incluindo coberturas, padrão de acomodação, rede credenciada, rol de beneficiários e a forma de acesso e atendimento pelos prestadores.

Bahema (BAHI3) informa Admissão de Bônus de Subscrição à Negociação na B3

A Bahema (BAHI3) comunicou hoje que a B3 (B3SA3) deferiu o pedido de admissão à negociação dos Bônus de Subscrição emitidos pela companhia.

Cada Bônus de Subscrição confere ao seu titular o direito de subscrever e integralizar um ação ordinária da Bahema. “Cabe frisar que os Bônus de Subscrição serão entregues ao respectivo Debenturista por meio do Agente Escriturador sendo que, para negociação no mercado secundário da B3, os detentores de Bônus de Subscrição deverão solicitar a migração para o ambiente da B3”, informa a empresa.

Os Bônus de Subscrição são títulos autônomos e desvinculados das debêntures e, após o início das negociações, circularão independentemente das debêntures, não estando sujeitos a deliberações de debenturistas, devendo permanecer válidos e em pleno vigor desde a data de emissão até a respectiva data de exercício.

Qualicorp (QUAL3) compra carteiras com 10 mil clientes de Unimeds RN e RJ

A Qualicorp (QUAL3) comprou carteira de planos privados de assistência à saúde contendo aproximadamente 7,9 mil vidas, no segmento coletivo por adesão e PME Estipulado, da Gestão ADM, localizadas em Natal, capital do Rio Grande do Norte, e atendidas pela Unimed Natal.

Comprou também de carteira contendo aproximadamente 2,3 mil vidas, no segmento coletivo por adesão, da Associação Comercial, Industrial, Agropastoril e Prestadora de Serviços de Barra Mansa (ACIAP), localizadas em Barra Mansa, no Rio de Janeiro, e atendidas pela Unimed de Barra Mansa.

As transações, que envolvem somente os direitos e obrigações sobre as carteiras adquiridas, adicionam cerca de 10 mil vidas ao portfólio da Qualicorp e, segundo a empresa, “marcam o início da parceria da Quali com a Unimed Natal e Unimed Barra Mansa”.

A Qualicorp tem por estratégia diversificar o portfólio de vidas em diferentes operadoras, que inclui a ampliação da sua oferta de planos privados de assistência à saúde em todas as regiões do Brasil.

A conclusão da operação ainda está condicionada ao cumprimento de “certas condições precedentes usuais em transações dessa natureza”.

Lavvi (LAVV3) esclarece notícia sobre projeto

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mandou ofício à Lavvi (LAVV3) pedindo esclarecimentos sobre nota que saiu no jornal Valor Econômico, sob o título “Com estandes fechados, Lavvi adia lançamento de seu maior projeto”.

Nela, consta, “entre outras informações, que, ainda assim, a incorporadora está mantendo sua meta de lançamentos para 2021 de R$ 1,2 bilhão, com parte própria de 88%”.

“Primeiramente”, responde a Lavvi, “a companhia esclarece que as informações veiculadas na notícia foram inferidas de uma entrevista concedida pelos Diretores da Companhia ao jornal, na qual foram abordados alguns temas relacionados ao cenário do mercado imobiliário diante da pandemia e expectativa acerca dos próximos projetos da companhia”.

“A este respeito”, segue, “foram mencionados valores meramente exemplificativos, com o objetivo de transmitir ao mercado o que já é de conhecimento comum, que a Lavvi, assim como diversas outras empresas do setor, vislumbra um crescimento do mercado imobiliário no fechamento de 2021, apostando em um cenário de melhora nos próximos meses, mesmo considerando o lockdown vivido atualmente”.

A empresa ainda ressalta que os números apresentados na matéria dependem de “inúmeros fatores, inclusive da manutenção da melhora do setor imobiliário”. A Lavvi ressalta que qualquer projeção ou estimativa oficial a ser divulgada será pelos meios determinados pela lei.