Petrobras (PETR4) fecha compra da plataforma P-71 por US$ 353 mi

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)

Crédito: Divulgação

A Petrobras (PETR4) informou, nesta terça (27), que assinou compromisso de compra da plataforma P-71, no Espírito Santo.

A transação foi concluída após negociação com parceiros da companhia no consórcio BM-S-11, Shell Brasil Petróleo Ltda (com fatia de 25%) e Petrogal Brasil S.A. (participação de 10%),

Segundo a Petrobras, também foi acordada “a elaboração de um novo Plano de Desenvolvimento (PD) para o campo de Tupi, onde o FPSO seria originalmente utilizado”.

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O desembolso da Petrobras estimado na transação será de US$ 353 milhões, diz a empresa.

Esse valor, acrescenta a nota da estatal, corresponde à parcela dos sócios na P-71.

Petrobras: a plataforma P-71

A P-71, em fase final de construção no Estaleiro Jurong, no Espírito Santo, tem capacidade de produção de 150 mbpd.

Ela será alocada no campo de Itapu, na cia de Santos (RJ).

“Após o leilão do excedente da cessão onerosa ocorrido em novembro de 2019, os direitos de produção do campo de Itapu passaram a ser detidos integralmente pela Petrobras”, afirma a petroleira em comunicado.

“A alocação do FPSO P-71 no campo permitirá a antecipação do seu primeiro óleo em cerca de um ano.”

Em razão da nova alocação da P-71, a licitação de afretamento da plataforma que atenderia ao projeto de Itapu, será cancelada, informa a companhia.

Novo plano de desenvolvimento

“Com o compromisso de venda da P-71, os sócios do Consórcio BM-S-11 no Brasil acordaram em elaborar um novo PD para Tupi, a ser entregue para a ANP em 2021”, comunica a Petrobras.

A iniciativa busca implantar “projetos complementares de desenvolvimento produção resilientes abaixo dos preços de petróleo, permitindo aumentar ainda mais o fator de recuperação do campo.

Tupi é atualmente o maior produtor mundial em águas profundas e cuja produção acumulada já ultrapassou 2 bilhões de boe.

“A aquisição da P-71 e as ações para elaboração de um novo PD para Tupi estão aderentes à estratégia da companhia de concentrar suas atividades em ativos de classe mundial em águas profundas e ultra profundas”, conclui a empresa.

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