Petrobras (PETR4) assina carta de intenção com SBM Offshore para afretamento de plataforma

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Divulgação/Petrobras

A Petrobras (PETR3 PETR4) assinou nesta segunda-feira (2) uma carta de intenção com a SBM Offshore para afretamento e prestação de serviços do FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo, na sigla em inglês) Alexandre de Gusmão, a ser instalada no campo de Mero, localizado no pré-sal da Bacia de Santos.

O FPSO será a quarta plataforma do sistema definitivo do campo de Mero e, segundo a Petrobras, terá capacidade de processamento de 180 mil barris de óleo e 12 milhões de metros cúbicos de gás por dia. O início da produção está previsto para 2025.

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Os contratos de afretamento terão duração de 22 anos e 6 meses, contados a partir da aceitação final da unidade.

O projeto prevê a interligação de 15 poços ao FPSO, sendo 8 produtores de óleo, 6 injetores de água e gás, 1 poço conversível de produtor para injetor de gás, através de uma infraestrutura submarina, composta por dutos rígidos de produção e injeção e dutos flexíveis de serviços.

O campo de Mero é o terceiro maior do pré-sal e tem operação dividida pela Petrobras (40%), Shell Brasil Petróleo (20%), Total Energies (20%), CNODC (10%), CNOOC Petroleum Brasil (10%) e Pré-Sal Petróleo S.A.(PPSA), que exerce papel de gestora.

Hermes Pardini (PARD3) compra laboratório por R$ 19,5 milhões

A Hermes Pardini (PARD3) informou hoje a compra do APC (Laboratório de Anatomia Patologica e Cit.), por R$ 19,5 milhões. Assim, foi efetivada a transferência de 100% das quotas de emissão do APC para a companhia.

“O APC é um laboratório referência no país em painéis de imuno-histoquímicae hibridização ‘in situ’, realizadas em biópsia de peças cirúrgicas com amplo espectro de diagnóstico em oncologia”, disse a Hermes Pardini, em comunicado ao mercado. “Com a aquisição, o Grupo Pardini pretende ampliar a oferta dos serviços especializados em oncologia para todo o país por meio de hospitais, médicos, indústria farmacêutica, além dos mais de 6 mil laboratórios parceiros Lab-to-Lab”.

O APC foi fundado por médicos da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e a Hermes Pardini ressaltou que Roberto Falzoni, patologista do Serviço da Divisão de Anatomia Patológica do Hospital das Clínicas da FMUSP, à frente do APC desde 1987, permanecerá no comando da operação.

Em 2020, o APC obteve uma receita bruta de R$ 9 milhões.

Nos últimos anos, o Pardini investiu mais de R$ 650 milhões em 15 aquisições, lembra a empresa. Cinco são de empresas de alta especialização: Diagnostika, de Anatomia Patológica e Patologia Molecular; Progenética, de Oncologia Molecular; Biocod, de Aconselhamento Genético; DLE, de Doenças Raras e erros inatos ao metabolismo; Psychemedics Brasil e Labfar, hoje Toxicologia Pardini.

Unifique (FIQE3) celebra duas aquisições

A Unifique Telecomunicações (FIQE3) concluiu a compra da Neofibra Informática.

O contrato prevê a transferência da base de clientes em até 60 dias a contar das datas de assinatura: são 4,2 mil acessos em banda larga da empresa com sede em Benedito Novo, em Santa Catarina.

Além disso, a Unifique também concluiu a compra da TKNET, que estava na fase de cumprimento de condições. A transação não está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), nem da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).

A TKNET tem sede em Taquari, no Rio Grande do Sul, e comercializa Internet banda larga através de fibra ótica. A empresa possui cerca de 15 mil clientes, nas cidades de Taquari, Triunfo, Tabaí, General Câmara, Charqueadas e São Jerônimo.

Desktop (DESK3) conclui compra da Starnet

A Desktop (DESK3) concluiu hoje a aquisição da Starnet Telecomunicações.

“Com uma base de 20.130 assinantes e receita bruta total de aproximadamente R$ 30 milhões nos últimos doze meses encerrados em 30 de junho de 2021, a Starnet presta serviços de internet de banda larga com tecnologia de fibra óptica no interior do Estado de São Paulo, nos municípios de Atibaia, Mairiporã, Bom Jesus dos Perdões, Jarinu, Piracaia e Nazaré Paulista”, ressaltou a Desktop.

O preço total da operação é de cerca de R$ 51,530 milhões, com pagamento de pouco mais de R$ 26 milhões à vista e os restante, de pouco mais de R$ 25 milhões ao longo de 5 anos.

Lavvi (LAVV3) tem alteração acionária relevante

A Lavvi (LAVV3) recebeu comunicado da TPE Gestora de Recursos, informando que aumento sua participação para 5,15% do total de LAVV3 emitidas.

Isso representa 11.042.700 ações ordinárias da Lavvi.

“O objetivo da participação é, atualmente, de investimento e, portanto, tal participação poderá ser aumentada ou reduzida conforme condições de mercado. Não faz parte do objetivo desta participação a indicação de membros para o conselho de administração da companhia”, disse a TPE.

Iochpe-Maxion (MYPK3): Vokin atinge participação acionária de 5,01%

Da mesma forma, a Iochpe-Maxion (MYPK3) recebeu comunicado da Vokin, informando que a participação da gestora de recursos atingiu 5,01% do total de MTPK3 emitidas.

Como de praxe, a Vokin sublinhou que tal participação “não tem objetivo de alterar a composição de controle ou a estrutura administrativa da companhia”.

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