Petrobras (PETR4) aprova venda de fatia restante da BR (BBDT3)

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Divulgação / BR Distribuidora

A Petrobras (PETR3 PETR4) aprovou nesta quarta-feira (26) a proposta de venda da integralidade de sua participação remanescente na BR Distribuidora (BRDT3).

A participação da Petrobras ainda é de 37,5% no capital social BR Distribuidora.

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A operação será por meio de uma oferta pública secundária de ações (follow-on).

Além disso, está sujeita a certas condições e trâmites legais.

Posicionamento da BR Distribuidora

Segundo a BR Distribuidora, “o momento do lançamento da referida oferta será definido posteriormente”.

Além disso, tal operação está sujeita “às condições de mercado, notadamente quanto ao preço e à aprovação dos órgãos competentes, inclusive das instâncias internas da Petrobras, à análise da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e demais órgãos reguladores”.

História

A empresa foi criada em 12 de novembro de 1971.

O objetivo era “exercer a atividade de distribuição de derivados de petróleo e álcool carburante, em caráter competitivo e em igualdade de condições com as demais empresas distribuidoras em funcionamento no Brasil”.

Na época, a rede de postos contava com 840 unidades.

A empresa tem vários símbolos, como os lubrificantes Lubrax e a bomba de combustível em “T”.

As marcas da Petrobras e da BR se fundem em 1994, com a adoção do símbolo BR por todas as empresas do Sistema Petrobras.

A abertura de capital aconteceu em 2017. O IPO foi de 28,75% das ações.

Por fim, em 2019, por meio da oferta pública subsequente de ações (Follow on), a BR tornou-se efetivamente uma empresa privada com capital pulverizado na B3.

Petrobras: suspensão de arbitragem aberta por Previ e Petros

A Petrobras (PETR4) informou, nesta quarta (26), que foi proferida decisão judicial favorável ao seu
pedido na Justiça.

A decisão determina a suspensão imediata da arbitragem instaurada pela Fundação Petrobras de
Seguridade Pessoal (Petros) e pela Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) na
Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM), da B3.

A resolução vale até  o “julgamento definitivo da ação anulatória de sentença arbitral parcial ajuizada pela Petrobras.”

A empresa lembra que, “em respeito às regras da CAM, a ação judicial tramita em segredo de justiça”.

A Petrobras reitera que “seguirá buscando a anulação da sentença parcial, por suas graves falhas e
impropriedades, e continuará a se defender vigorosamente, em respeito a seus acionistas, em todas as
arbitragens de que é parte”.

 

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