Petrobras (PETR3; PETR4) assina contrato de arrendamento; B3 (B3SA3) paga dividendos

Regiane Medeiros
Colaborador do Torcedores
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A Petrobras (PETR3; PETR4) assinou hoje (28) contrato com a Excelerate Energy para arrendamento do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia (TR-BA).

De acordo com o comunicado, a transação foi avaliada em, aproximadamente, R$ 102 milhões, com vigência até dezembro de 2023.

“A iniciativa é um importante passo para o processo de abertura e aumento da competitividade do segmento de gás natural no Brasil e está prevista no Termo de Compromisso de Cessação (TCC)firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para construção de um ambiente favorável à entrada de novos investidores no setor”, destacou a Petrobras.

B3 (B3SA3) reajusta valor dos proventos

A B3 (B3SA3) informou que os valores dos dividendos referentes ao segundo trimestre de 2021 foram ajustados de R$ 0,150558108 para R$ 0,15039690.

Do mesmo modo, os valores atribuídos ao pagamento de juros sobre capital próprio, referentes ao terceiro trimestre de 2021, foram ajustados de R$ 0,04426743 para R$ 0,04421329 por ação.

O pagamento de dividendos e dos juros sobre capital próprio será realizado em 07 de outubro de 2021, com base na posição acionária desta terça-feira (28).

Hapvida (HAPV3) confirma que fiscais da ANS solicitaram documentos e informações sobre uso do “kit covid”

A Hapvida (HAPV3) confirmou, em nota, que fiscais da ANS foram ontem à sede da companhia, em Fortaleza, para solicitar informações.

“Três colaboradores da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estiveram na empresa. Na ocasião, eles fizeram a solicitação de informações que precisam ser apresentadas dentro do prazo estipulado pela Agência. A companhia vai apresentar os dados solicitados e está certa de que as dúvidas serão plenamente esclarecidas”, diz a nota.

Os fiscais questionaram ainda se os pacientes da Hapvida tinham conhecimento do uso de medicamentos do “kit covid”.

Desestatização da Corsan terá assessoria do BNDES

A Corsan firmou contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para realizar seu projeto de desestatização por meio de Oferta Pública Inicial (“IPO”, em inglês).

Nesse sentido, a companhia informou que pretende designar o coordenador líder e demais subscritores da oferta nas próximas semanas.

O objetivo é concluir o IPO até a primeira semana de fevereiro de 2022.

Os recursos obtidos, de pelo menos R$ 1 bilhão, serão destinados principalmente a obras e investimentos para universalização da coleta e do tratamento de esgoto no RS.

Após a oferta, o estado do RS restará com participação de cerca de 30% no capital da Corsan.

Engie (EGIE3) adquire Assu Sol

A Engie (EGIE3) informou que adquiriu a Assu Sol, empresa detentora do projeto do Complexo Fotovoltaico Assú Sol, localizado no município de Assú, estado do Rio Grande do Norte.

O Projeto, com capacidade instalada total estimada de até 750MW, será desenvolvido na mesma região onde a Companhia opera, desde 2017, a Usina Fotovoltaica Assú V.

A Engie informou que o valor da operação é de até R$ 41,25 milhões.

InterCement anuncia cisão

A InterCement anunciou sua cisão parcial e a subsequente incorporação da parcela cindida pela Intercement Participações Investimentos, empresa pertencente ao mesmo grupo econômico da Companhia.

Em nota a empresa declarou que o objetivo da ação é focar em suas principais atividades de produção e comercialização de cimento e derivados.

Copel (CPLE6) informa que repactuação do GSF gera efeito positivo de R$ 1,6 bilhão no Ebitda da Copel GeT

A Copel (CPLE6) informou que o Conselho de Administração da sua subsidiária integral, Copel Geração e Transmissão, aprovou a adesão à repactuação do risco hidrológico.

De acordo com a companhia, o impacto positivo será de R$ 1,6 bilhão no seu resultado operacional (Ebitda) consolidado e cerca de R$ 1,0 bilhão no lucro líquido do exercício.